terça-feira, 19 de maio de 2026

 

A guerra que caiu no colo do Presidente Trump

  Honestamente, era impossível à Israel conviver, diuturnamente, com o bombardeio realizado por foguetes lançados pelo  terror  do Hamas e Hezbollah, sobre seu território  Uma guerra ampla  na região tornou-se inevitável. Questão de tempo. E, aconteceu. O estopim foi  a ação  perpetrada,  no 8 de outubro, na fronteira com Gaza. O confronto militar aconteceu com mortes , muitas mortes, destruição material e sofrimento  de inocentes. À duras penas , Israel conduziu  à vitória seu exército nas  duas frentes  de sua fronteira, mas  o cérebro do movimento que investe contra  o país Judeu , se localiza no QG estabelecido no Irã  controlado pela  doutrina fanática do governo dos Aiatolás. Invadir  o território da antiga Pérsia  é , por razões geotopográficas da área, uma impossibilidade, e desta forma, a intelligentsia Israelense  apresentou ao indefectível aliado, os EUA, o plano de eliminar, seletivamente, os lideres políticos e militares  do regime tirânico da teocracia Iranianaã.  Eliminados  tais personagens , o povo derrubaria  o Sistema. Plausível. O presidente Trump assumiu  a ação, e  a guerra caiu  no  colo dele, afinal , há de se reconhecer que o Sistema que governa o Irã representa uma real ameaça de utilização de ogivas atômicas. Mas, o plano do povo nas ruas para derrubar os Aiatolasfalhou rotundamente . Povo , desarmado, nas ruas, terminou  massacrado  sob os disparos  deflagrados pela Guarda Revolucionária da teocracia. Tianos não possuem limites .O regime Psicótico permaneceu sob  comando dos fanáticos,  pois está estruturado de forma horizontal, com comandos independentes na estrutura. A guerra se alonga  com expectativas , de que seja possível alcançar paz assegurada,porém, parece derto, vem a perda de prestigio do presidente Trump –interno e externo-, a vitória eleitoral dos Democratas (esquerdismo ) nas próximas eleições parlamentares nos EUA  narrativa  de  Israel ser uma nação  genocida   empobrecimento econômico de muitas nações, e, uma campanha midiática  anti judaica em escala global.  A pergunta que não quer calar: Que outra solução poderia ter sido usada no lugar do conflito bélico?

JM Vilhena

 

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