segunda-feira, 21 de outubro de 2019


Acontecimentos no Chile, A verdade está lá foraPoliciais chilenos disparam bombas de gás lacrimogêneo em Santiago.

Santiago está em chamas, nos quer fazer crer a mídia mundial. Redes de televisão e rádio, revistas e jornais, se encarregam de propagandear uma situação de revolta popular no Chile. Quanta distância da realidade. O Chile é o mais estável, organizado e de população socialmente mais bem-sucedida na América do Sul. Ora, acreditar que um aumento no valor da passagem do metrô na Capital, possa ser justificativa para o vandalismo teatral nas ruas de Santiago, é pueril. Nenhuma revolta acontece sem planejamento, e esta, é mais uma que obedece este axioma, no escopo dela estão previstas etapas para replicá-la em outros países do continente. Quem elaborou o plano? Não precisa ser muito arguto para perceber tratar-se dum movimento do poder globalísta e dos seus feitores comunistas. A irmandade sombria, que desde o início do século 20, atormenta à humanidade com conflitos sangrentos e destruidores. Esconde-se atrás de palavras cativantes como justiça social, paz e liberdade, e, enquanto iludem os ingênuos úteis, tratam de montar a estrutura capaz de controlar governos e manejar a multidão. Convictos nos seus objetivos, intentam impor uma agenda que levará ao reconhecimento de um governo Mundial.  Contudo, tal agenda encontrou uma pedra no caminho – como disse o poeta-, as recentes eleições de governos conservadores no Brasil, Argentina, Peru, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, num rebote das linhas nacionalistas à tentativa da implantação do socialismo no continente. Não tenhamos dúvidas, o constante fustigar, na intenção de desgastar os governos conservadores sul americanos continuará, em cada país encontrará um mote, pode ser a floresta no Brasil, os índios no Equador, passagem de metrô no Chile. O espetáculo deve continuar, os meios de comunicação de massa o narrarão de forma superlativa e, ele será financiado mundialmente e avalizado por políticas humanitárias da Igreja Católica. Para enfrentar esta onda infame, urge desmascarar as reais nefastas intenções dos grupos envolvidos nos acontecimentos e reprimir os mal feitos com energia decisiva. A César o que é de Cesar.

quarta-feira, 16 de outubro de 2019


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Dia do professor, algumas reflexões acerca da educação brasileira

No dia 15 de outubro comemora-se, no Brasil, o dia do professor. Poderia ser o dia da Educação. Mas o que tem acontecido com a educação brasileira? Pais e pessoas de bem encontram-se perplexos diante dos fatos refletidos pelas escolas. Baixo nível de ensino, violência, desrespeito, anarquia e desinteresse. Por que isto acontece? Já foi muito diferente, a formação de nossa gente desfrutou, outrora, de respeito internacional.  Bem, antes de qualquer palavra, é preciso ter claro que numa sociedade tecnológica e global, quem controlar a educação controlará a civilização, posto que as éticas serão conduzidas de forma a serem incontestadas. Uma Nova Ordem Mundial se aproxima. E, o Brasil é um país laboratório para esta Nova Ordem, esta sim, a verdadeira planificadora da escola brasileira, do maternal ao universitário. Deste planejamento, vem a formação de professores doutrinadores, a situação de um ambiente escolar indisciplinado e anárquico, uma educação voltada ao comportamento social desejado ao invés do desenvolvimento cognitivo e intelectual dos alunos. Obedecer uma ética desejada e impedir o conhecimento que liberta o indivíduo. Para desmoronar os valores antigos, desacredita a estrutura familiar. Deste contexto, advirão hordas de analfabetos funcionais, controlados por acionamentos do stablesment, e eles serão ferrenhos defensores dum “status quo’ que, na ignorância de quem são e como foram formados, jamais terão capacidade de contestar. Esta multidão viverá envolta em não problemas,  transformados em problemas - racismo, gênero, homofobia e outros que tais- , usados como frentes diversionistas para manter a sociedade absorta nas crenças sociais que lhes foram incutidas. A humanidade manejada como gado. Esta educação doutrinária não podemos aceitar, pois é mil vezes mais fácil aprisionar um homem livre do que libertar a alma de um escravo. O povo brasileiro está sendo usado como ratinho de laboratório. Para mudar o Brasil é mister mudar a educação que forma os brasileiros.  

segunda-feira, 14 de outubro de 2019


Resultado de imagem para Fotos do planeta TerraPara entender a Questão Ambiental

Se há um tema que as ideologias, ditas de direita, não sabem lidar nestes tempos de modernidade, é o do meio-ambiente. A esquerda não se importa com a questão ambiental, mas, a maneja convenientemente conforme seus próprios interesses.  Neste mundo de ignorância e hipocrisia, a complexidade ecológica do planeta, apesar das aparências em contrário, permanece desconhecida à multidão. Contudo, o desafio de manter o ambiente equilibrado é uma das mais centrais questões da nossa civilização.  Como pedra filosofal para enfrenta-lo, as locomotivas da atual civilização global- Força do Mercado e o Estado-, divulgam o conceito da sustentabilidade, ainda que, este conceito esteja, para eles, atrelado aos usufrutos da Natureza e não à conservação estável da mesma. É dizer; uma atividade é sustentável quando é capaz de servir à exploração de uma riqueza natural indefinidamente. O valor intrínseco da Natureza, que é manter o fluxo da Vida em harmonia, pouco importa. O fundamental é manter a engrenagem financeira-agroindustrial duma sociedade de consumo intenso. Claro, é dentro deste contexto, onde a civilização se submete ao projeto duma oligarquia, as questões ambientais serão legisladas pela burocracia institucionalizada na ONU, e tudo se reduzirá à leis e manuais de procedimentos das agendas normativas. A burocracia a tudo controla. A perspectiva de uma humanidade educada, honrada com suas reponsabilidades para com a Vida no planeta é parca e puerilmente abordada. Tudo está armado para aprisionar o homem nos seus medos, submetendo-o assim às demagogias politicas financiadas por grupos de interesse. Desta forma, preparem-se, virão mais impostos para tributar a agua, energia, alimentação, e até mesmo o ar que respiramos (créditos de carbono).  O descontrole ambiental justificando o controle da população mundial. Um teatro bem montado de dificuldades, sem real esforço para superá-las, porém, com capacidade de alterar as relações de existência no planeta. Acontecerá, como sempre há sido, de forma desapercebida pela humanidade, que mergulhada em angustias, permanece distraída nas pequenas necessidades. Só o conhecimento e a consciência, nos fará enxergar o mundo de mentiras que nos envolve.
JR Vilhena

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

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A revolução quase imperceptível
Como se define uma revolução? A resposta rápida e segura é: a troca da razão e dos modelos duma sociedade. Muda o meio e muda o indivíduo. Ela pode acontecer de maneira abrupta ou compassada. Rápida, torna-se difícil mantê-la. Quando lenta e gradual, é difícil percebê-la. A revolução que não se percebe, desarticula a reação. Saibam todos, o Brasil vive imerso num processo revolucionário comunista há décadas, processo aprofundado nos últimos 30 anos.  Quem imagina a disputa partidária como o único elemento definidor do mundo político brasileiro, a superestima.  O embate político partidário pode ser considerado o cavalo de Troia que traz nas suas entranhas as armas da estratégia de dominação. Os partidos políticos de esquerda prometem dar o que não possuem e acenam com promessas que não pretendem cumprir. Mas se elegem, porquanto a demagogia, num ambiente de carência, é arma poderosa. De posse do comando político, trabalham sub-repticiamente nos planos previstos para realizar a revolução comunista. E o planejamento, nas terras brasileiras, estabeleceu-se sobre dois pilares: controle da formação educacional e propaganda. A exigência da graduação em pedagogia, mestrados e doutorados, cujos programas são definidos pelo Estado, é requisito obrigatório para lecionar no nível fundamental até o universitário, desta forma cinzelando critérios educacionais através da doutrina marxista. O -Princípio da Autoridade- dará aos especialistas e “operadores da educação” o instrumento capaz de conduzir multidões estudantis sob signo socialista. Se o mestre diz, então deve ser verdade. Aqueles que discordam, são absorvidos pelo medo de serem diferentes (ninguém quer ser o Joãozinho-do- passo-certo). As gerações vão sendo filosoficamente condicionadas para sustentar o futuro da Nova Ordem. O outro pilar, a propaganda, instiga o conformismo à população. Os meios de comunicação de massa –televisivos, radiofônicos e jornalísticos- divulgam notícias, informações e pareceres, segundo a linha de interesses que os controlam. A programação destas mídias apresenta e propaga inéditos comportamentos, enquanto se esforça para apagar ou modificar tradições. A população, incapaz para avaliar a realidade, submete-se. Lavagem cerebral e alienação, está tudo dominado. Será?               

sábado, 14 de setembro de 2019


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Controlados pelo poder da Hipocrisia


Só o homem possui virtudes e vicissitudes de alma. Diferente dos animais, -que não nutrem raiva, nem mentem, nem ambicionam-, o homem vai além da Natureza. O homem é meta físico. Neste jaez, a hipocrisia é marca da convivência humana. A História da civilização está repleta de mentiras e manejos, falsidades montadas para atender interesses não declarados. O objetivo oculto por detrás das atitudes visíveis. Os tempos hodiernos, com suas espetaculares tecnologias e formidáveis desafios, deram aos hipócritas, capacidade para atingir, rápida e definitivamente, corações e mentes da multidão. Em tal contexto, as demandas ambientais prestam-se muito aos debates e ideologias farsantes. O meta-capitalismo e o comunismo -, faces da mesma moeda-, sustentam a existência dum mundo de desejos materiais onde o capitalismo globalista financia e negocia, enquanto o comunismo disponibiliza mão de obra barata, destrói tradições e impõe subserviência das massas ao poder do Partido de comando absoluto. Desta sinergia sombria resulta uma doutrina assentada na filosofia montada por uma oligarquia plutocrática que instiga e patrocina uma intelectualidade comprometida em estabelecer o governo mundial. E, sob o argumento de Democracia e República, nascido na revolução Francesa, qualquer tática capaz de contribuir na implantação desta agenda é aceitável. Portanto, na chocante situação dos incêndios na floresta Amazônica há uma hipócrita política dúbia, que com uma mão necessita derrubar a floresta, pois há minérios imprescindíveis (bauxita, cassiterita, manganês, nióbio) ao desenvolvimento duma industrialização de escala global e, em paralelo, urge expandir fronteiras agrícolas capazes de produzir soja e carne a fim de alimentar a população da China -paradigma do comunismo bem sucedido-. Com a outra mão, financia organizações ambientalistas e humanitárias globais e, utilizando a mídia de massa, propagandeia suas “boas” intensões com relação a Hileia Amazônica. Os ingênuos idealistas, combatentes das causas que não conhecem, rapidamente são arregimentados. A juventude é levada na crença da luta contra um sistema opressor, que ela está programada para chamar de fascista. Os moços pensam defender a liberdade e preservação do planeta, sem perceber serem joguetes daqueles que de fato os controlam, usando a hipocrisia como instrumento.
  JR Vilhena

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

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A utopia do governo mundial –nascimento e caminho.

 A vontade de estabelecer o governo único à humanidade surgiu há muito tempo, diria muitos séculos atrás. Faz parte da loucura humana. Foi propósito de Alexandre Magno fundar um império mundial que orbitasse em torno do pensamento Cultural Helênico. Fracassou. Depois desta tentativa, Roma quis, com sua espada, impor a Pax dos guerreiros, imaginando o império global sob seu estandarte. Fracassou. O Império Romano ruiu mas manteve-se Constantinopla, a capital e fortaleza dos mercadores operadores dos negócios entre o Oriente e Ocidente. Essa condição foi a gênese da ideia duma civilização que apontava para o futuro, onde o Mercado e aqueles que o regulam, comandariam. Após o apogeu de Constantinopla, muitos séculos e acontecimentos foram escrevendo a História da civilização humana, fatos que, neste texto, não serão abordados até que chegue o ano de 1789, quando eclode Revolução Francesa, esta sim, pedra basilar da Nova Ordem Mundial, onde a capacidade do capital será afirmada. Em Paris irrompeu, sanguinolenta e radical, a revolução cujos acontecimentos se catalizaram no ano 1788 numa seca terrível sequenciada pelo congelante frio.  Tragédia ambiental que assolou a França do rei Luiz XVI. As consequências para a agricultura foram arrasadoras, em breve faltava pão à turba.  A França era a maior potência europeia, contudo, guerras contra a Inglaterra nas terras americanas, ocorridas no reinado de Luiz XV, haviam debilitado o tesouro real. Amargando tão desfavoráveis condições, Luiz XVI, não mais que adolescente, chega ao trono para enfrentar os tempos da revolução. Herdara a coroa pressionado pelas dificuldades econômicas, e cercado por uma aristocracia enfraquecida, perdida de valores. Ser rei foi missão difícil e mortal. No seio da sociedade francesa, existia, então, a base necessária e suficiente, para deflagrar um processo revolucionário: o pensamento filosófico (no caso, iluminista), a multidão carente e o capital concentrado nas mãos dos financistas. A revolução aconteceu, de cima para baixo, como é clássico nestas ocasiões. Em 1789, cai a Bastilha e, com sua demolição, transforma-se a monarquia em refém de políticos revolucionários e da alta burguesia. O rei é decapitado em 1793 e a Igreja Católica mergulha na desgraça total, afinal, o antigo regime é sustentado por cabeças coroadas e o Clero. Cristalina aparece a intenção revolucionária: dar cabo à monarquia, destruir a Igreja Católica e ser universal. Prova física deste projeto aparece na elaboração da carta dos direitos universais do homem. Liberdade, Fraternidade e Igualdade, grava o dístico revolucionário. Parece lógico e justo. Mas, como e quando serão usadas tais prerrogativas? Na verdade, é o primeiro passo para estabelecer materialmente a Nova Ordem Mundial. É histórico, em tempos pós-revolução há sempre um vazio de poder e disputa por ele. Na França não foi diferente, o país caiu na desordem, sem lei e assolado nas fronteiras por tropas estrangeiras -contra revolucionárias- somados  a levantes internos. Veio o pânico. Nesta altura, surge a figura militar de Napoleão Bonaparte. Jovem oficial de artilharia, cujas vitórias sobre os exércitos estrangeiros e revoltosos internos, que lutavam contra a revolução, o guindam à general e posteriormente ao comando do Exército Francês. Ora, uma sociedade desorientada, clama por um líder para conduzi-la à segurança. Aconteceu no fim da república Romana quando Júlio Caio César cruzou com suas legiões o Rubicão, e assumiu o poder. Os franceses, envolvidos na instabilidade apavorante, em 1796 clamavam: Queremos um rei! Napoleão, com seu prestigio militar, atende os anseios da população sendo conduzido à posição de Consul da República e, posteriormente, em 1804, se auto proclama Imperador. O povo o glorificou. Viria para ele outra missão, ainda mais importante, acabar com as monarquias absolutistas na Europa. Napoleão a realizou com seu gênio militar, através das campanhas de guerra sempre vitoriosas e só interrompidas na expedição de conquista da Rússia em 1814. A monarquia dos Czares se manteve intacta- a única na Europa de então. Depois da derrota nas estepes geladas da Rússia, chegou o fim para o imperador Francês. O término do absolutismo lançou o mundo numa nova realidade. Napoleão, politicamente, personificava o imperador fantoche da poderosa força que financiou a revolução Francesa e as campanhas militares comandadas por ele. A Nova Ordem Mundial preparava célere o futuro. Coincidentemente, ou não, nos estertores do século 18 e início do século 19, o regime monárquico absolutista estava substituído pela monarquia constitucionalista e a atividade agrícola cedera espaço às fábricas da era industrial. Na nova cena, aparecem as massas proletárias -urbanas, miseráveis e tuteladas pelo sistema produtivo da industrialização.  O mundo, agora, não depende de reis ou rainhas, funciona com patrões e operários. É a Nova Ordem. Nesse contexto, em 1848, é lançada, escrita por Karl Marx e Engels, a obra literária político-social - O Manifesto Comunista. A publicação clamava pela união do proletariado mundial contra a classe da burguesia Patronal. Na perspectiva de uma nova sociedade, as nações serão substituídas por um partido político, o Partido Comunista, única organização cujos interesses se superpõem ao Estado. Ditadura proletária. Proletários do mundo, uni-vos! Numa situação, provavelmente induzida, a doutrina veio a preencher filosoficamente a justificação da necessidade dum Governo Mundial.  O sentimento de Pátria desapareceria, substituído pela fidelidade aos ideais comunistas. Ideais que propugnavam uma sociedade calcada na igualdade e provisão do Estado comunista. Parece sedutor, não?  No fim do século 19 organizações secretas, homens de imensas fortunas e políticos poderosos, investiam em clubes e ligas que estavam encarregados de propagandear a doutrina socialista, também financiando a formação e facilitando a carreira de jovens, comprometidos neste ideário, para ocupar postos chaves nas áreas políticas, sociais e econômicas dos governos. Quando inicia o século 20 já havia uma estrutura, justamente montada para influenciar governos importantes e grandes corporações, de tal forma a abrir caminhos capacitados ao estabelecimento do governo Mundial. Com exceção da Rússia, nos anos 1900, inexistiam monarquias absolutas no continente europeu. O passo seguinte, seria acabar com os interesses nacionais, submetê-los a uma instância superior a ser criada.  A fim de alcançar tal desígnio se faz necessário rearranjar politicamente a Europa. Para tanto, urge um acontecimento amplo, dramático, radical. A guerra. A guerra total, espalhada por todo o mundo. Para deflagrá-la, bastou um fanático assassinar, o herdeiro e a esposa, da coroa do império Austro –Húngaro. A política dos tratados de aliança e proteção entre os países, acabou, num efeito dominó, lançando a Europa numa conflagração brutal cuja carnificina  que matou 20 milhões de pessoas durante 4 anos de batalhas. Confronto onde a Paz foi propositadamente postergada. Eis a 1ª Guerra Mundial. Ao terminar, haviam desaparecido o império Alemão, o Império Austro-Húngaro, o império Otomano e o Império Russo fora convertido em república comunista.  O modelo republicano substituiu, de fato, completamente, o regime monárquico. E, sobretudo, organizou-se a Liga das Nações, instituição que primeiro representou a instauração do governo mundial. O processo globalista avança. O ambiente belicista, contudo, não acabou quando o conflito chegou ao fim. A Alemanha derrotada foi preparada para ser o estopim do segundo ato da peça de sangue e fogo.  O país germânico, humilhado e brutalmente empobrecido, trilhava na direção duma previsível revolução comunista, que uma vez realizada, convulsionaria a Europa numa guerra. O Nazismo aconteceu como fator de imprevisibilidade. De qualquer forma, veio a guerra imaginada pela estratégia globalista. No ano de 1939, eclode a 2ª Guerra Mundial iniciada pela Alemanha. Barbaridades e 60 milhões de vidas perdidas neste conflito, cujos combates espalharam-se por todo o planeta. O ano de 1945 encerrou, com a derrota do eixo Alemanha- Itália- Japão. O resultado geopolítico transformou Polônia, Hungria, Iugoslávia, Romênia, Albânia, Bulgária e metade da Alemanha, em países sob domínio Comunista. No extremo Oriente, o Império Chinês caiu sob o controle do exército comunista de Mao Tsé Tung, situação que abre caminho para a doutrina comunista no Oriente profundo. Ao encerrar a Segunda Grande Guerra, metade da população mundial quedava a viver sob o regime comunista. Houve a criação da ONU, que a partir de então, funciona como Quartel General do Governo Mundial. Assim, ONU e imenso crescimento das fronteiras comunistas, são a resultante da II Grande Guerra. Mero acaso? Ou concretização de uma etapa do planejamento da Oligarquia Globalista? Para pensar. A humanidade passa a viver sob o signo da guerra fria, de um lado os EUA de outro a URSS. Revoltas e guerrilhas comunistas disseminam-se pelo planeta. Existe uma ilusória disputa entre capitalismo e comunismo, poucos percebem que as duas doutrinas são faces da mesma moeda e um novo conflito mundial está fora de perspectiva. Nos anos 1980, o império Soviético desaba.   Paradoxalmente a agenda globalista-marxista continua indo adiante. A estratégia permanece a tática muda. Não mais guerras revolucionárias, agora, é tempo da infiltração nas estruturas do Estado, dos advogados, das minorias outrora rebeldes sem causa, da alienação tecnológica, da família sem hierarquia, da mídia para esconder e propagandear. Sub-repticiamente a implantação do comunismo permanece, induzida pela oculta fraternidade Globalista que tem em suas mãos a mídia global e 70% do PIB mundial. Nos bastidores Banqueiros, Corporações Industriais, Fundações, Clubes e Organizações Secretas manipulam informações e definem políticas diversas através da ONU. Comunismo, lenta e legalmente implantado. Neste processo, a China servirá de cartaz propagandístico dum regime comunista organizado e progressista. Factoide ilusório de sucesso, que esconde não ser a China um país e sim um Partido. O partido Comunista guindado e mantido no poder para atender os interesses da Oligarquia Globalista. Controlar e vigiar as massas, fazendo-as felizes por terem acesso à quinquilharias de consumo, resignados ao trabalho e à obediência ao governo comunista. Será modelo ao mundo inteiro. Todas as diretrizes virão das insondáveis salas da ONU e comemoradas entre os inexpugnáveis senhores do mundo. Ao povo, restará acreditar nos políticos da cena, comunistas atuando como feitores da Nova Ordem Mundial. Perpassando séculos aproxima-se a conclusão do projeto da Oligarquia Plutocrática Globalista. Talvez estabelecido para sempre. Entretanto, ainda existem inimigos no caminho.,
JRVilhena