sábado, 14 de setembro de 2019


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Controlados pelo poder da Hipocrisia


Só o homem possui virtudes e vicissitudes de alma. Diferente dos animais, -que não nutrem raiva, nem mentem, nem ambicionam-, o homem vai além da Natureza. O homem é meta físico. Neste jaez, a hipocrisia é marca da convivência humana. A História da civilização está repleta de mentiras e manejos, falsidades montadas para atender interesses não declarados. O objetivo oculto por detrás das atitudes visíveis. Os tempos hodiernos, com suas espetaculares tecnologias e formidáveis desafios, deram aos hipócritas, capacidade para atingir, rápida e definitivamente, corações e mentes da multidão. Em tal contexto, as demandas ambientais prestam-se muito aos debates e ideologias farsantes. O meta-capitalismo e o comunismo -, faces da mesma moeda-, sustentam a existência dum mundo de desejos materiais onde o capitalismo globalista financia e negocia, enquanto o comunismo disponibiliza mão de obra barata, destrói tradições e impõe subserviência das massas ao poder do Partido de comando absoluto. Desta sinergia sombria resulta uma doutrina assentada na filosofia montada por uma oligarquia plutocrática que instiga e patrocina uma intelectualidade comprometida em estabelecer o governo mundial. E, sob o argumento de Democracia e República, nascido na revolução Francesa, qualquer tática capaz de contribuir na implantação desta agenda é aceitável. Portanto, na chocante situação dos incêndios na floresta Amazônica há uma hipócrita política dúbia, que com uma mão necessita derrubar a floresta, pois há minérios imprescindíveis (bauxita, cassiterita, manganês, nióbio) ao desenvolvimento duma industrialização de escala global e, em paralelo, urge expandir fronteiras agrícolas capazes de produzir soja e carne a fim de alimentar a população da China -paradigma do comunismo bem sucedido-. Com a outra mão, financia organizações ambientalistas e humanitárias globais e, utilizando a mídia de massa, propagandeia suas “boas” intensões com relação a Hileia Amazônica. Os ingênuos idealistas, combatentes das causas que não conhecem, rapidamente são arregimentados. A juventude é levada na crença da luta contra um sistema opressor, que ela está programada para chamar de fascista. Os moços pensam defender a liberdade e preservação do planeta, sem perceber serem joguetes daqueles que de fato os controlam, usando a hipocrisia como instrumento.
  JR Vilhena

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

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A utopia do governo mundial –nascimento e caminho.

 A vontade de estabelecer o governo único à humanidade surgiu há muito tempo, diria muitos séculos atrás. Faz parte da loucura humana. Foi propósito de Alexandre Magno fundar um império mundial que orbitasse em torno do pensamento Cultural Helênico. Fracassou. Depois desta tentativa, Roma quis, com sua espada, impor a Pax dos guerreiros, imaginando o império global sob seu estandarte. Fracassou. O Império Romano ruiu mas manteve-se Constantinopla, a capital e fortaleza dos mercadores operadores dos negócios entre o Oriente e Ocidente. Essa condição foi a gênese da ideia duma civilização que apontava para o futuro, onde o Mercado e aqueles que o regulam, comandariam. Após o apogeu de Constantinopla, muitos séculos e acontecimentos foram escrevendo a História da civilização humana, fatos que, neste texto, não serão abordados até que chegue o ano de 1789, quando eclode Revolução Francesa, esta sim, pedra basilar da Nova Ordem Mundial, onde a capacidade do capital será afirmada. Em Paris irrompeu, sanguinolenta e radical, a revolução cujos acontecimentos se catalizaram no ano 1788 numa seca terrível sequenciada pelo congelante frio.  Tragédia ambiental que assolou a França do rei Luiz XVI. As consequências para a agricultura foram arrasadoras, em breve faltava pão à turba.  A França era a maior potência europeia, contudo, guerras contra a Inglaterra nas terras americanas, ocorridas no reinado de Luiz XV, haviam debilitado o tesouro real. Amargando tão desfavoráveis condições, Luiz XVI, não mais que adolescente, chega ao trono para enfrentar os tempos da revolução. Herdara a coroa pressionado pelas dificuldades econômicas, e cercado por uma aristocracia enfraquecida, perdida de valores. Ser rei foi missão difícil e mortal. No seio da sociedade francesa, existia, então, a base necessária e suficiente, para deflagrar um processo revolucionário: o pensamento filosófico (no caso, iluminista), a multidão carente e o capital concentrado nas mãos dos financistas. A revolução aconteceu, de cima para baixo, como é clássico nestas ocasiões. Em 1789, cai a Bastilha e, com sua demolição, transforma-se a monarquia em refém de políticos revolucionários e da alta burguesia. O rei é decapitado em 1793 e a Igreja Católica mergulha na desgraça total, afinal, o antigo regime é sustentado por cabeças coroadas e o Clero. Cristalina aparece a intenção revolucionária: dar cabo à monarquia, destruir a Igreja Católica e ser universal. Prova física deste projeto aparece na elaboração da carta dos direitos universais do homem. Liberdade, Fraternidade e Igualdade, grava o dístico revolucionário. Parece lógico e justo. Mas, como e quando serão usadas tais prerrogativas? Na verdade, é o primeiro passo para estabelecer materialmente a Nova Ordem Mundial. É histórico, em tempos pós-revolução há sempre um vazio de poder e disputa por ele. Na França não foi diferente, o país caiu na desordem, sem lei e assolado nas fronteiras por tropas estrangeiras -contra revolucionárias- somados  a levantes internos. Veio o pânico. Nesta altura, surge a figura militar de Napoleão Bonaparte. Jovem oficial de artilharia, cujas vitórias sobre os exércitos estrangeiros e revoltosos internos, que lutavam contra a revolução, o guindam à general e posteriormente ao comando do Exército Francês. Ora, uma sociedade desorientada, clama por um líder para conduzi-la à segurança. Aconteceu no fim da república Romana quando Júlio Caio César cruzou com suas legiões o Rubicão, e assumiu o poder. Os franceses, envolvidos na instabilidade apavorante, em 1796 clamavam: Queremos um rei! Napoleão, com seu prestigio militar, atende os anseios da população sendo conduzido à posição de Consul da República e, posteriormente, em 1804, se auto proclama Imperador. O povo o glorificou. Viria para ele outra missão, ainda mais importante, acabar com as monarquias absolutistas na Europa. Napoleão a realizou com seu gênio militar, através das campanhas de guerra sempre vitoriosas e só interrompidas na expedição de conquista da Rússia em 1814. A monarquia dos Czares se manteve intacta- a única na Europa de então. Depois da derrota nas estepes geladas da Rússia, chegou o fim para o imperador Francês. O término do absolutismo lançou o mundo numa nova realidade. Napoleão, politicamente, personificava o imperador fantoche da poderosa força que financiou a revolução Francesa e as campanhas militares comandadas por ele. A Nova Ordem Mundial preparava célere o futuro. Coincidentemente, ou não, nos estertores do século 18 e início do século 19, o regime monárquico absolutista estava substituído pela monarquia constitucionalista e a atividade agrícola cedera espaço às fábricas da era industrial. Na nova cena, aparecem as massas proletárias -urbanas, miseráveis e tuteladas pelo sistema produtivo da industrialização.  O mundo, agora, não depende de reis ou rainhas, funciona com patrões e operários. É a Nova Ordem. Nesse contexto, em 1848, é lançada, escrita por Karl Marx e Engels, a obra literária político-social - O Manifesto Comunista. A publicação clamava pela união do proletariado mundial contra a classe da burguesia Patronal. Na perspectiva de uma nova sociedade, as nações serão substituídas por um partido político, o Partido Comunista, única organização cujos interesses se superpõem ao Estado. Ditadura proletária. Proletários do mundo, uni-vos! Numa situação, provavelmente induzida, a doutrina veio a preencher filosoficamente a justificação da necessidade dum Governo Mundial.  O sentimento de Pátria desapareceria, substituído pela fidelidade aos ideais comunistas. Ideais que propugnavam uma sociedade calcada na igualdade e provisão do Estado comunista. Parece sedutor, não?  No fim do século 19 organizações secretas, homens de imensas fortunas e políticos poderosos, investiam em clubes e ligas que estavam encarregados de propagandear a doutrina socialista, também financiando a formação e facilitando a carreira de jovens, comprometidos neste ideário, para ocupar postos chaves nas áreas políticas, sociais e econômicas dos governos. Quando inicia o século 20 já havia uma estrutura, justamente montada para influenciar governos importantes e grandes corporações, de tal forma a abrir caminhos capacitados ao estabelecimento do governo Mundial. Com exceção da Rússia, nos anos 1900, inexistiam monarquias absolutas no continente europeu. O passo seguinte, seria acabar com os interesses nacionais, submetê-los a uma instância superior a ser criada.  A fim de alcançar tal desígnio se faz necessário rearranjar politicamente a Europa. Para tanto, urge um acontecimento amplo, dramático, radical. A guerra. A guerra total, espalhada por todo o mundo. Para deflagrá-la, bastou um fanático assassinar, o herdeiro e a esposa, da coroa do império Austro –Húngaro. A política dos tratados de aliança e proteção entre os países, acabou, num efeito dominó, lançando a Europa numa conflagração brutal cuja carnificina  que matou 20 milhões de pessoas durante 4 anos de batalhas. Confronto onde a Paz foi propositadamente postergada. Eis a 1ª Guerra Mundial. Ao terminar, haviam desaparecido o império Alemão, o Império Austro-Húngaro, o império Otomano e o Império Russo fora convertido em república comunista.  O modelo republicano substituiu, de fato, completamente, o regime monárquico. E, sobretudo, organizou-se a Liga das Nações, instituição que primeiro representou a instauração do governo mundial. O processo globalista avança. O ambiente belicista, contudo, não acabou quando o conflito chegou ao fim. A Alemanha derrotada foi preparada para ser o estopim do segundo ato da peça de sangue e fogo.  O país germânico, humilhado e brutalmente empobrecido, trilhava na direção duma previsível revolução comunista, que uma vez realizada, convulsionaria a Europa numa guerra. O Nazismo aconteceu como fator de imprevisibilidade. De qualquer forma, veio a guerra imaginada pela estratégia globalista. No ano de 1939, eclode a 2ª Guerra Mundial iniciada pela Alemanha. Barbaridades e 60 milhões de vidas perdidas neste conflito, cujos combates espalharam-se por todo o planeta. O ano de 1945 encerrou, com a derrota do eixo Alemanha- Itália- Japão. O resultado geopolítico transformou Polônia, Hungria, Iugoslávia, Romênia, Albânia, Bulgária e metade da Alemanha, em países sob domínio Comunista. No extremo Oriente, o Império Chinês caiu sob o controle do exército comunista de Mao Tsé Tung, situação que abre caminho para a doutrina comunista no Oriente profundo. Ao encerrar a Segunda Grande Guerra, metade da população mundial quedava a viver sob o regime comunista. Houve a criação da ONU, que a partir de então, funciona como Quartel General do Governo Mundial. Assim, ONU e imenso crescimento das fronteiras comunistas, são a resultante da II Grande Guerra. Mero acaso? Ou concretização de uma etapa do planejamento da Oligarquia Globalista? Para pensar. A humanidade passa a viver sob o signo da guerra fria, de um lado os EUA de outro a URSS. Revoltas e guerrilhas comunistas disseminam-se pelo planeta. Existe uma ilusória disputa entre capitalismo e comunismo, poucos percebem que as duas doutrinas são faces da mesma moeda e um novo conflito mundial está fora de perspectiva. Nos anos 1980, o império Soviético desaba.   Paradoxalmente a agenda globalista-marxista continua indo adiante. A estratégia permanece a tática muda. Não mais guerras revolucionárias, agora, é tempo da infiltração nas estruturas do Estado, dos advogados, das minorias outrora rebeldes sem causa, da alienação tecnológica, da família sem hierarquia, da mídia para esconder e propagandear. Sub-repticiamente a implantação do comunismo permanece, induzida pela oculta fraternidade Globalista que tem em suas mãos a mídia global e 70% do PIB mundial. Nos bastidores Banqueiros, Corporações Industriais, Fundações, Clubes e Organizações Secretas manipulam informações e definem políticas diversas através da ONU. Comunismo, lenta e legalmente implantado. Neste processo, a China servirá de cartaz propagandístico dum regime comunista organizado e progressista. Factoide ilusório de sucesso, que esconde não ser a China um país e sim um Partido. O partido Comunista guindado e mantido no poder para atender os interesses da Oligarquia Globalista. Controlar e vigiar as massas, fazendo-as felizes por terem acesso à quinquilharias de consumo, resignados ao trabalho e à obediência ao governo comunista. Será modelo ao mundo inteiro. Todas as diretrizes virão das insondáveis salas da ONU e comemoradas entre os inexpugnáveis senhores do mundo. Ao povo, restará acreditar nos políticos da cena, comunistas atuando como feitores da Nova Ordem Mundial. Perpassando séculos aproxima-se a conclusão do projeto da Oligarquia Plutocrática Globalista. Talvez estabelecido para sempre. Entretanto, ainda existem inimigos no caminho.,
JRVilhena

quarta-feira, 24 de julho de 2019

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A Ferrovia necessária.

O movimento de cargas e pessoas no território de um país é como o sangue que circula num corpo. Através dele – o movimento-, conectam-se cidades produtoras e consumidoras no tabuleiro econômico. Há diversos modais de transporte disponíveis para isso. Nesta ágil análise, concentro minha razão no modal ferroviário. O Brasil, na sua História, teve a dirigi-lo um imperador visionário e, por esse motivo, ao chegar o fim da monarquia, existiam no Brasil 11000 km de ferrovias operando e 9000 km projetados.  Na mesma estratégia, nos anos 1920, trens já rodavam numa malha de 22000km. O sistema ferroviário cresceu no país e apesar de deficiências na logística nacional, foi sem dúvida, fundamental no crescimento da economia e integração nacional. O tempo passa, e com ele veio o conceito rodoviário dos veículos automotores, trazendo vantagens e desvantagens. A ferrovia foi impactada e seu futuro, no Brasil, comprometido. A pressão da indústria automobilística introduzida no país, e a politização dos sindicatos ameaçando boicotes, levaram os governos do regime militar a deixar a Rede Ferroviária Federal no ostracismo, ainda que, no Governo do general Geisel tenha havido uma real tentativa de retomar o sistema ferroviário. Era tarde, interesses poderosos já estavam no jogo com capacidade de neutralizar a retomada dos trens. O modal ferroviário definhou, de tal forma que na década de 1990 não havia outra atitude senão privatizá-lo.Muito Bem. É inquestionável a ação, mas, a maneira de realizá-la foi constrangedora. O processo de privatização implementou-se por regiões e sem critérios firmes de adequação técnica, onde se inclui padrões de bitolas, revitalizações de equipamentos e operacionalizações das linhas. O resultado foi o sucateamento da malha, em total descaso ficaram troncos e ramais sem importância comercial para operadora da região. É dizer, o processo resultou em modernização pífia e fim do transporte de passageiros. A malha ferroviária brasileira, nos seus atuais 40000 km, só transporta soja, minérios e produtos petroquímicos. Quase trinta anos da privatização das ferrovias, um negócio que só alcançou maximizar lucros de megacorporações industriais. Eis um exemplo clássico de má gestão pública, onde o bem estar da população dá lugar aos objetivos negociais globalizas. Até quando?   

sexta-feira, 19 de julho de 2019

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 A corrupção não é causa, é consequência.

O homem jaz no maligno. A corrupção é marca da besta impregnada nas suas células, dela só escapam os indivíduos sob condições excepcionais. O Brasil sempre foi campo fértil à propagação do ilícito e, tal natureza, é quase um esporte nacional cujas mazelas medonhas ensandecem o nosso meio. O Brasil recente mergulhou por décadas nos golpes, trapaças e mentiras escondidas por uma mídia venal. Um dia, porém, a Verdade vem à tona, e as ações escandalosas agora chegam ao conhecimento da multidão, que instintivamente, disse um basta às condições intoleráveis de convivência. Entretanto, estamos diante do teatro que torna a corrupção foco de todas as coisas.  Desta forma, ela, que é consequência, passa a ser a notícia centralizadora dos interesses diários, trazendo consigo raiva e negação cognitiva. Poucos se importam em ir às causas e buscar os protagonismos no processo de degradação moral da sociedade brasileira. Espero, nestas rápidas linhas, alumiar o que se esconde nos bastidores, estabelecendo tal estado de coisas. O crime organizado, a patética representação política, a destruição ambiental, a ruina da educação e cultura no País,a proliferação da doença entre a população, a manipulação total da mídia. Este tremendo caos jamais seria possível sem que houvesse sido planejado e programado. Ora, não precisa ser muito arguto para perceber a importância do Brasil num projeto de governo mundial.  A riqueza Mineral, Vegetal e a imensa área agrícola disponíveis dentro destas fronteiras, justificam qualquer ação radical contra o País da Verdadeira Cruz. Até mesmo destruir, completamente, a Nação.  Os interesses da Nova Ordem Mundial apoiam-se, necessariamente, nesta perspectiva. A principal ferramenta do projeto é, através da filosofia marxista, impor o regime comunista entre nós. E, afinal, para onde for o Brasil irá a América Latina. O movimento devastador deve, entretanto, ser feito de forma legalista e silenciosa, eis porquê a democracia é incensada e a República divinizada. Debaixo destas condições, proclama-se uma constituição a fim de favorecer oportunistas e proteger o crime, modificam-se as atribuições dos poderes, ameaça-se e afasta-se o cidadão comum das decisões de sua própria vida. Tirania. Uma minoria, quase invisível, tudo delibera, tornando a população refém destes iluminados que preparam o palco para a próxima cena do totalitarismo comunista, instrumento do poder globalista, único e severo governo mundial que está porvir. Punir a corrupção? Sim, óbvio. Mas, sobretudo, entender a armadilha para livrar-se dela.     

terça-feira, 25 de junho de 2019

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As mulheres no Futebol

Mais uma vez a seleção feminina de futebol do Brasil, disputando uma Copa do Mundo, fracassa no objetivo de ser campeã. Ora, não estou contra mulheres jogarem futebol, muito pelo contrário, o esporte Bretão é lindo e as meninas e moças tem o direito de se divertir na sua prática. É bom para elas e bom para todos. Inclusive, a olhos vistos, a qualidade com que o fazem é cada vez maior e, é mesmo muito agradável, assisti-las jogando. Contudo, desconfio da insistência com que a estrutura de comando do futebol – no mundo e no Brasil-, através  das Confederações nacionais e Internacionais dispendem  poderosos esforços para estabelecer um mercado profissional feminino. Como de praxe, usam a mídia para embutir mentalmente na multidão importância no assunto e obrigam os clubes a formar equipes de mulheres. Quanto altruísmo pela igualdade e felicidade feminina. Que comovente. É preciso conhecer a Verdade para não cair na manipulação. A Verdade liberta. Entendamos alguns pontos obscuros: profissionalizar o futebol feminino criará um mercado negocial enorme, surgirão possibilidades de transações enriquecedoras de agentes  alguns diretores dos clubes e, talvez, lavagem de dinheiro, num processo multiplicador de concentração cada vez mais acentuado de capital. Uma arquitetura financeira onde o dinheiro flui dos recursos da turba em direção a poucos cofres. Por outro lado, servirá como ponto de apoio à catapulta da pretendida disputa de direitos entre entre os sexos (gênero ?). Conflito falso onde as mulheres serão alegadas vítimas do machismo  privilegiado. Ó crueldade machista! “Empoderem” as Mulheres, mais uma vez humilhadas! Bradarão as feministas cheias de rancor e outros sentimentos. Tudo transita perfeitamente dentro da estratégia Globalista de criar o problema, criando dificuldades e apresentando soluções , que via de regra, espalham corrupção e concentram riqueza. Tudo muito cientifico. Difícil de acreditar? Pense nisso. Já acabaram com o lúdico no Futebol Masculino e agora, hipocritamente, pretendem conduzir à cabresto o Futebol Feminino. Por favor, deixem as mulheres em paz, vamos todos ajudar a prática delas no esporte, mas que tudo aconteça naturalmente. Bom divertimento meninas.

terça-feira, 18 de junho de 2019

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O persistente ataque ao Governo Bolsonaro . Por quê ?

Chega, uma vez, para todo homem ou nação, a escolha entre o bem ou o lado do mal, entre a luz e as trevas. Neste instante, a Vida paralisa na encruzilhada do tempo e traça o destino. Com esta crença, asseguro: a gente brasileira encontrou tal momento no ano de 2013, quando ela, indignada, saiu às ruas. Nas ruas, inconformada com os rumos que o País tomava, lançado numa espiral descendente de desordem moral, econômica e social. Hoje, passados mais de 5 anos, há uma disputa insidiosa a permear cotidianamente a administração do governo federal. Por quê? Infelizmente, os meios de comunicação de massa induzem à grande parte da população-intelectual e culturalmente despreparada- na convicção de que vivemos mera disputa política, onde os interesses estão aprisionados no curral ideológico de direita e esquerda. Simplificação medíocre, que tudo reduz à punição de corruptos, falsidades, depreciação e violência. Fanatizada, na população poucos conseguem conceber a existência duma guerra titânica em torno de valores. Valores que definirão como viverá a humanidade e, especificamente, a nação brasileira.  O quê será de nós e o quê legaremos às gerações futuras. De um lado, a Força Política composta por partidos marxistas associados à agenda Globalista, de outro lado, grupos conservadores -não tão bem organizados- mas levantando bandeiras caras da tradição judaico-cristã. O Globalismo-Marxista intenta destruir nações, acabar com a liberdade individual, impedir a propriedade privada, substituir a ideia de família e Pátria por Estado e Partido e, finalmente, instaurar o Governo Mundial cujo comando estará nas mãos das finanças e será imposto pelos princípios comunistas. Até então, apresentar-se-ão como defensores dos fracos e oprimidos, bela pele de cordeiro.  Os conservadores, por seu turno, reafirmam a família, a liberdade e responsabilidade individual, a manutenção e aprimoramento das tradições históricas da nação, a redução da ingerência Estatal na sociedade. Muita coisa está em jogo. Por isso a persistência em agredir o governo recém-eleito. Atacar sem prurido, colocando os interesses de bem-estar e sustentabilidade do País como irrelevantes. Muito ainda irá se passar nesta luta entre a liberdade e a escravidão, entre a luz e as trevas, entre Deus e Satã.