Brasil ganhou sua primeira medalha de ouro nos Jogos Olímpicos. A honra coube à judoca Rafaela Silva, sargento da Marinha de Guerra. Parabéns entusiasmados. Mas, por favor, não vamos fazer o clássico circo da vitimização. A mídia adora montar o espetáculo comovente, tão ao gosto da sociedade brasileira. Lá vem o blá-blá-blá: ela é mulher, negra, nasceu na favela, foi subnutrida na infância. Exemplo de superação! Tudo muito bem, tudo muito bonito, mas com a devida vênia, isto não interessa. O importante é ver uma brasileira capaz de triunfar, representando sua gente com brilho, numa importantíssima competição esportiva. Por favor, sem vitimização. Parabéns sargento Rafaela Silva, que com sua determinação e capacidade nos encheu de orgulho. Congratulações às FFAA por darem guarida, na sua tropa, a brasileiros dispostos ao trabalho. Sem dúvida, os atletas-militares se fazem cidadãos melhores, quando passam pela vida castrense. De resto, continuamos num país mergulhado na corrupção, na traição e no abandono. A nossa luta cotidiana é enfrentar este mundo. Que a coragem e determinação da nossa atleta medalhada com ouro nos sirva de incentivo. Este exemplo é que deve ficar para a gente brasileira. Verás que um filho teu não foge à luta. O resto é glamurização do coitadismo brasileiro.
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
Brasil ganhou sua primeira medalha de ouro nos Jogos Olímpicos. A honra coube à judoca Rafaela Silva, sargento da Marinha de Guerra. Parabéns entusiasmados. Mas, por favor, não vamos fazer o clássico circo da vitimização. A mídia adora montar o espetáculo comovente, tão ao gosto da sociedade brasileira. Lá vem o blá-blá-blá: ela é mulher, negra, nasceu na favela, foi subnutrida na infância. Exemplo de superação! Tudo muito bem, tudo muito bonito, mas com a devida vênia, isto não interessa. O importante é ver uma brasileira capaz de triunfar, representando sua gente com brilho, numa importantíssima competição esportiva. Por favor, sem vitimização. Parabéns sargento Rafaela Silva, que com sua determinação e capacidade nos encheu de orgulho. Congratulações às FFAA por darem guarida, na sua tropa, a brasileiros dispostos ao trabalho. Sem dúvida, os atletas-militares se fazem cidadãos melhores, quando passam pela vida castrense. De resto, continuamos num país mergulhado na corrupção, na traição e no abandono. A nossa luta cotidiana é enfrentar este mundo. Que a coragem e determinação da nossa atleta medalhada com ouro nos sirva de incentivo. Este exemplo é que deve ficar para a gente brasileira. Verás que um filho teu não foge à luta. O resto é glamurização do coitadismo brasileiro.
sábado, 6 de agosto de 2016
Na minha infância em Porto Alegre, carroças circulavam em grande número na cidade. Faziam parte do cotidiano social e comercial da população. Através delas, chegavam verduras, leite e pão. Os cavalos, que as tracionavam, chamavam minha atenção, pois na cabeça, lateralmente aos olhos, assentavam-lhes viseiras. O guri não compreendia porquê. Até que veio a razão. Era para impossibilitar aos pobres animais desviar o olhar do caminho determinado, assim, permaneciam confinados nele. Sem as bitolas, poderiam, numa visão ampliada, desviarem-se do papel a eles destinado. Mutatis mutantes, há similitude com o debate político atual, pretensamente dividido entre esquerda e direita. O quê significa esta divisão? Tais conceitos surrados, parecem artificialidades ficcionais quando se mira no detalhe, e fica claro o trato igual dado aos fundamentos da vida civilizada. No alardeado antagonismo destas ideologias, nada há, na prática, que lhes difira na abordagem dada à educação do povo, às tradições culturais das nações, aos critérios utilizados para com o meio ambiente, à saúde das pessoas ou à liberdade do individuo. A palavra é distinta mas o hálito é o mesmo Esquerda-Direita, tratam-se de estratégias diferentes para estabelecer um projeto de poder de grupos da hora que almejam ganhos políticos e econômicos mesquinhos. O bem estar e felicidade das pessoas, danem-se. Sob uma visão fanatizada e medíocre, trabalham ensandecidos, para implantar uma agenda globalísta que lhes é desconhecida. Em formas diferentes, caminha a mesma intenção de controlar a civilização humana. Imperceptivelmente. Para sair do jogo é preciso arrancar as viseiras e, com conhecimento e responsabilidade, tomar as rédeas do próprio destino. Mesmo que doa. Governos representam a vontade dos governados, não a de grupos iluminados, encastelados em torres de marfim, definindo o que é bom ou ruim. Cavalos não tem dedos para arrancar viseiras, mas humanos possuem inteligência para desfazer enganos e ampliar atitudes.
terça-feira, 2 de agosto de 2016
Eleições , Democracia e Voto
Reina um silêncio
quase total, mas as eleições municipais no Brasil acontecerão em menos de dois
meses. A novidade é a falta de exposição de candidaturas. Muito lógico, pois
que não há partido ou candidato com atrevimento para mostrar-se à Ira popular
destinada à política partidária nestes tempos de lavagem de roupa suja.
Contudo, é inevitável o início midiático das campanhas. Aguardem, virão sempre
as vozes das boas intenções dizendo, valorize o seu voto, conheça o seu
candidato e outras expressões que tais. Palavras vãs, insignificantes
num sistema viciado onde partidos e candidatos não representam a sociedade
organizada. Os partidos, por esconderem suas razões e os candidatos pela
desqualificação, quase total, que segrega os capazes e bem intencionados. As
candidaturas elegidas ficam sob controle de dinastias políticas, capacidade
financeira ou demagogia barata. Vamos reconhecer, se de um lado, a
possibilidade das candidaturas está corrompida, também o eleitorado encontra-se desvalorizado. A bandeira da democracia
não consegue tremular livre se eleitores não dispõem de educação, formação política
e informação. Não há similitude entre a
democracia da antiga Grécia e a hodierna. Lá, no mundo helênico, a participação
nas decisões de Estado, estava restrita ao cidadão, título que o habitante da
polis só recebia se preenchesse vários requisitos. Participar das decisões
estratégicas era uma responsabilidade individual. A democracia atual verte de
outra origem, propaga que o Estado pode ser conduzido pelo número de votos
contados nas urnas, recheadas pelo sufrágio universal, igualando por baixo a
sociedade. As cédulas preenchidas sem critérios, num ambiente político obscuro,
levam à indução de modelos gestores caóticos. A realidade se nos mostra, enquanto
o voto não for um título de cidadania e o indivíduo não compreender o valor das
decisões estratégicas para o bem comum, não haverá democracia verdadeira. Viveremos
numa eterna dança de salão, onde os casais mudam, mas os participantes permanecem.
quinta-feira, 21 de julho de 2016
Olhar
sobre Porto Alegre
domingo, 17 de julho de 2016
Aprenda a sair da Matrix com Olavo de Carvalho
Observar o mundo e livrar-se da escravidão real e imperceptível à maioria, que o sistema globalista impõe à civilização hodierna. O professor Olavo de Carvalho nos incita ao auto-conhecimento. Conhece-te a tí mesmo e tua alma estará livre. Para aprender a ler é preciso conhecer o alfabeto.
quarta-feira, 13 de julho de 2016
O
Monte Olimpo e Brasília
Na quase centena de artigos, por mim escritos, e
publicados em jornais, sites e blog, jamais abordei assuntos focando-os sobre
pessoas ou instituições. Pareceria panfleto. Nunca. Ative-me, sempre, às
situações. Mas, sem dúvida, tudo tem limites. Quando me chega a notícia de que o
congresso Nacional apressa-se em votar leis, premido pelo recesso parlamentar que
se aproxima, a conduta pessoal de usar minha pena para exprimir reflexões
acerca de momentos históricos, teve de ser revista. Ah! Faz favor, nossos
legisladores estão despegados da realidade e vivem num mundo, talvez, mais
soberbo que os deuses do Olimpo na Grécia Antiga, lá pelo menos, havia Apolo, o
deus amigo da humanidade, com poder de ajuda-la. Nos tempos de hoje, os pouquíssimos
amigos da gente brasileira nas salas do poder, acabam por serem execrados. Todos veem e nada podem fazer contra os
mandos e desmandos de um Executivo e Legislativo, que elaboram e aprovam leis
para desarmar a população sem a mínima preocupação com a segurança da mesma,
impõem pedagogias de ensino despojadas da intenção de educar as gerações vindouras, interferem
nos comportamentos de trânsito veiculares penalizando duramente os condutores mas são incapazes de elevar o compromisso
social dos cidadãos e melhorar as condições de trafego, inventam legislação de
cotas raciais num país onde a miscigenação de raças é um pilar civilizatório, permitem
que a população consuma produtos alimentares de qualidade e consequências imprevisíveis,
criam conflitos de gênero ao invés de trabalhar com naturalidade o tema, estabelecem
desapropriações sem respeitar a propriedade privada usando o nome das
populações aborígenes do Brasil, suportam programas assistencialistas mas não
elevam o patamar de consciência das populações desvalidas, atacam as forças
policiais e protegem bandidos.Ufa! Vamos parar por aí, por falta de espaço e para
não abusar da paciência dos leitores. E, esta casta política segue em impávido colosso,
tiranizando e decidindo o que é bom ou ruim para uma gente em permanente sobressalto,
vivendo no medo dos escravos. Enclausurados
no Monte Olimpo, digo Brasília, se dizem donos do poder justo que eleições
democráticas lhes confere. A bem da
verdade, eleições fraudadas, desenhadas através dum eleitorado sem informação
até urnas suspeitas, passando por partidos políticos factoides. Eles não me
representam. Não representam a Nação Brasileira. Até quando os inimigos da
Pátria manterão seu projeto? Até desbaratá-la?
quinta-feira, 7 de julho de 2016
A
caixa de Pandora Brasileira
Acessar os meios de comunicação no Brasil é folhear
registros da realidade, tomar ciência do estado de barbaridades onde estamos mergulhados.
Diariamente, a convivência sem valores espirituais, estampa o mundo brasileiro.
São crimes contra à vida, corrupção de toda sorte, agressões à natureza,
doença, maldade, ignorância, abandono, tudo mixado num caudal assustador e
extremamente fertilizado na civilização brasileira. Não começou agora este
estado de coisas, cresce há muitas décadas. Mas vamos concordar, foram nestes tempos recentes que suas raízes
encontraram nutrientes poderosos para o desenvolvimento de tamanhas maldições assoladoras
da gente brasílica. O que é feito para acabar com tal tormento? Resposta, projetos
e leis disto e daquilo, elaborados debaixo do manto democrático e humanista. O
manancial da inteligência dos legisladores cria, incessantemente, leis cuja pauta
nunca atinge o foco dos problemas, e outras mesmo, geram novas dificuldades. De tal forma, que sob o
argumento de legalidade institucional (lei do desarmamento, maioridade penal,
leis de trânsito, homofobia, entre muitas), acabam gerando confusão e
injustiça. Letras de legalidade cuja resultante é atingir, para pior, a vida do
cidadão bem intencionado. Ah! E os projetos para auxiliar doentes, escolas,
velhos, desempregados, crianças. Ações que redundam em quase nada, manipulam o
emocional das pessoas, e de verdade, beneficiam àqueles que as instituem.
Estratégia para estabelecer critérios capazes de sustentar uma sociedade
equilibrada, possível de existir sem paliativos coitadistas, nem pensar! Não é
interessante para o poder dirigente. De fato, no Brasil nada é real, a não ser,
a própria insanidade que faz as coisas encontrarem função onde elas não seriam
necessárias. Enquanto o País Tropical não se der conta das suas mazelas, viverá
como o cachorro que tenta morder a própria cola. Em círculo vicioso. Existirá sob
intensos sobressaltos da insegurança, tragédias, solidão e desesperança. Ficará paralisado entre lágrimas e zum-zum-zum
indignado. Iludido com a farsa de eleições, onde o sufrágio universal é vendido como democracia (venda de gato por
lebre). Neste cenário republicano, persiste o discurso de que será possível construir
uma nação feliz, prospera e soberana. Enquanto isso, lágrimas e ranger de
dentes. Me engana que eu gosto.
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