quarta-feira, 4 de dezembro de 2019


 A Avaliação da escola brasileira e perigo que nos ronda

Vivemos numa sociedade distraída, onde só quem pode exprimir opinião são os especialistas. Eu não sou especialista em educação, mas estou alerta ao que acontece no meu entorno. É fácil perceber os veículos da mídia, insistentemente, criando factoides ou potencializando fatos no objetivo de manter a multidão envolvida em medos, angustias, ansiedades e outros sentimentos estressantes. O Brasil, como é simples perceber, trata-se dum País laboratório. Todas as tendências agendadas pela Nova Ordem Mundial são aqui previamente testadas. O povo brasileiro vive alheio a tudo que é importante e o cerca e, tal como o sapo na panela, acaba cozido sem pular dela. Agora mesmo, as páginas dos jornais e redes sociais registram um dado alarmante. Na periódica avaliação realizada pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), nossos alunos do nível fundamental apresentam avaliações constrangedoras nas áreas de matemática, ciências e leitura. Uau! E ninguém sabe, ninguém viu. No concerto de 80 países estamos entre os 20 últimos (imagine-se que na década de 1910, os alunos terminavam o cientifico aqui e eram aceitos nas universidades alemãs). Tal resultado acontece do dia para noite? Claro que não,  ele é o resultado de 30 anos de pedagogia maquiavelicamente preparada e aplicada para desmontar a escola brasileira. Uma estratégia que visa reduzir a capacidade cognitiva da população, um degrau fundamental para destruir uma nação e induzir valores de cunho globalista e socialistas. A educação é pilar central de suporte duma sociedade, quando a gente que a compõe, perde, através do analfabetismo funcional, a percepção de realidade, resulta tornar-se indefesa diante de manejos exógenos. O indivíduo estará só e disponível a novos paradigmas. Então, o ambiente formatar-se-á para auto- destruição. A população sofrerá as consequências desta situação, até que seja montado um outro cenário onde as pessoas apreenderão a matemática, a ciência e a leitura, suficientemente condicionadas a obediência cega  a um sistema totalitário, a China bem demonstra este estágio. Acordem antes que seja tarde.

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Imagem relacionada
 1988, o ano em que iniciou a tragédia brasileira

O texto é breve, mas reflexivo, pensemos sobre a vida e o Brasil. Poucas linhas para referir um grande erro, um erro Crasso. O erro crítico que uma sociedade alienada não se apercebe e cujas consequências tornam–se desastrosas. Refíro-me à promulgação da Constituição brasileira de 1988, a constituição cidadã que desorganizou a sociedade destes trópicos verde-amarelo. A razão disso é que ela afrontou o princípio estratégico de que não se escreve uma nova constituição imediatamente ao fim de um regime institucional. Por razões obviamente esperadas, o documento virá carregado de revanchismo, oportunismo, regalias e punições  indevidas. O antigo adágio Latino diz: a História é mestra da vida. Assim, bastava olhar o passado recente do País para perceber que logo após a revolução de 1930, Getúlio Vargas, enfrentado poderosas forças políticas e econômicas, recusou-se a elaborar uma nova constituição. A razão não era outra senão evitar a ascensão de interesses escusos preparados para controlar a situação de momento e o futuro do País. Como consequência desta atitude, teve de enfrentar e derrotar a revolução Paulista de 1932. O confronto, entretanto, resultou na constituição de 1934 que procurou acomodar a situação. Daí por diante, veio a intentona comunista em 1935 e o levante integralista em 1937. A instabilidade levou à carta Magna autoritária de 1937. Em 1945, Getúlio foi deposto sob à pecha de ditador, o resto é História. O ano de 1988 iniciou a tragédia anunciada que vivemos. Eis o motivo pelo qual existimos num Brasil sem pé nem cabeça, para onde fomos levados por uma constituição temporalmente mal  realizada. É o Brasil e é difícil.

quarta-feira, 6 de novembro de 2019



 1988, o ano em que iniciou a tragédia brasileira

O texto é breve, mas reflexivo, pensemos sobre a vida e o Brasil. Poucas linhas para referir um grande erro, um erro Crasso. O erro crítico que uma sociedade alienada não se apercebe e cujas consequências tornam–se desastrosas. Refiro-me à promulgação da Constituição brasileira de 1988, a constituição cidadã que desorganizou a sociedade destes trópicos verde-amarelo. A razão disso é que ela afrontou o princípio estratégico de que não se deve escrever uma nova constituição imediatamente ao fim de um regime institucional. Por razões obviamente esperadas, o documento virá carregado de revanchismo, oportunismo, regalias e punições indevidas. O antigo adágio latino diz: a História é mestra da vida. Assim, bastava olhar o passado recente do País para perceber que logo após a revolução de 1930, Getúlio Vargas, enfrentado poderosas forças políticas e econômicas, recusou-se a elaborar uma nova constituição. O motivo não era outro senão evitar a ascensão de interesses escusos preparados para controlar a situação de momento e o futuro do País. Como consequência desta atitude, teve de enfrentar e derrotar a revolução Paulista de 1932. O confronto, entretanto, resultou na constituição de 1934 que procurou acomodar a situação. Daí por diante, veio a intentona comunista em 1935 e o levante integralista em 1937. A instabilidade levou à carta Magna autoritária de 1937 (a Polaca). Em 1945, Getúlio foi deposto sob à pecha de ditador. Depois, é o quê conhecemos. Quem não estuda as lições da história repete erros.  Por isso o ano de 1988 iniciou a tragédia anunciada que vivemos. Eis o motivo pelo qual existimos num Brasil sem pé nem cabeça, para onde fomos levados por uma constituição temporalmente mal realizada. É o Brasil e é difícil..
Jpsé Maria Rodrigues de Vilhena
engenheiro e consultor

segunda-feira, 21 de outubro de 2019


Acontecimentos no Chile, A verdade está lá foraPoliciais chilenos disparam bombas de gás lacrimogêneo em Santiago.

Santiago está em chamas, nos quer fazer crer a mídia mundial. Redes de televisão e rádio, revistas e jornais, se encarregam de propagandear uma situação de revolta popular no Chile. Quanta distância da realidade. O Chile é o mais estável, organizado e de população socialmente mais bem-sucedida na América do Sul. Ora, acreditar que um aumento no valor da passagem do metrô na Capital, possa ser justificativa para o vandalismo teatral nas ruas de Santiago, é pueril. Nenhuma revolta acontece sem planejamento, e esta, é mais uma que obedece este axioma, no escopo dela estão previstas etapas para replicá-la em outros países do continente. Quem elaborou o plano? Não precisa ser muito arguto para perceber tratar-se dum movimento do poder globalísta e dos seus feitores comunistas. A irmandade sombria, que desde o início do século 20, atormenta à humanidade com conflitos sangrentos e destruidores. Esconde-se atrás de palavras cativantes como justiça social, paz e liberdade, e, enquanto iludem os ingênuos úteis, tratam de montar a estrutura capaz de controlar governos e manejar a multidão. Convictos nos seus objetivos, intentam impor uma agenda que levará ao reconhecimento de um governo Mundial.  Contudo, tal agenda encontrou uma pedra no caminho – como disse o poeta-, as recentes eleições de governos conservadores no Brasil, Argentina, Peru, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, num rebote das linhas nacionalistas à tentativa da implantação do socialismo no continente. Não tenhamos dúvidas, o constante fustigar, na intenção de desgastar os governos conservadores sul americanos continuará, em cada país encontrará um mote, pode ser a floresta no Brasil, os índios no Equador, passagem de metrô no Chile. O espetáculo deve continuar, os meios de comunicação de massa o narrarão de forma superlativa e, ele será financiado mundialmente e avalizado por políticas humanitárias da Igreja Católica. Para enfrentar esta onda infame, urge desmascarar as reais nefastas intenções dos grupos envolvidos nos acontecimentos e reprimir os mal feitos com energia decisiva. A César o que é de Cesar.

quarta-feira, 16 de outubro de 2019


Resultado de imagem para foto de escola no Brasil

Dia do professor, algumas reflexões acerca da educação brasileira

No dia 15 de outubro comemora-se, no Brasil, o dia do professor. Poderia ser o dia da Educação. Mas o que tem acontecido com a educação brasileira? Pais e pessoas de bem encontram-se perplexos diante dos fatos refletidos pelas escolas. Baixo nível de ensino, violência, desrespeito, anarquia e desinteresse. Por que isto acontece? Já foi muito diferente, a formação de nossa gente desfrutou, outrora, de respeito internacional.  Bem, antes de qualquer palavra, é preciso ter claro que numa sociedade tecnológica e global, quem controlar a educação controlará a civilização, posto que as éticas serão conduzidas de forma a serem incontestadas. Uma Nova Ordem Mundial se aproxima. E, o Brasil é um país laboratório para esta Nova Ordem, esta sim, a verdadeira planificadora da escola brasileira, do maternal ao universitário. Deste planejamento, vem a formação de professores doutrinadores, a situação de um ambiente escolar indisciplinado e anárquico, uma educação voltada ao comportamento social desejado ao invés do desenvolvimento cognitivo e intelectual dos alunos. Obedecer uma ética desejada e impedir o conhecimento que liberta o indivíduo. Para desmoronar os valores antigos, desacredita a estrutura familiar. Deste contexto, advirão hordas de analfabetos funcionais, controlados por acionamentos do stablesment, e eles serão ferrenhos defensores dum “status quo’ que, na ignorância de quem são e como foram formados, jamais terão capacidade de contestar. Esta multidão viverá envolta em não problemas,  transformados em problemas - racismo, gênero, homofobia e outros que tais- , usados como frentes diversionistas para manter a sociedade absorta nas crenças sociais que lhes foram incutidas. A humanidade manejada como gado. Esta educação doutrinária não podemos aceitar, pois é mil vezes mais fácil aprisionar um homem livre do que libertar a alma de um escravo. O povo brasileiro está sendo usado como ratinho de laboratório. Para mudar o Brasil é mister mudar a educação que forma os brasileiros.  

segunda-feira, 14 de outubro de 2019


Resultado de imagem para Fotos do planeta TerraPara entender a Questão Ambiental

Se há um tema que as ideologias, ditas de direita, não sabem lidar nestes tempos de modernidade, é o do meio-ambiente. A esquerda não se importa com a questão ambiental, mas, a maneja convenientemente conforme seus próprios interesses.  Neste mundo de ignorância e hipocrisia, a complexidade ecológica do planeta, apesar das aparências em contrário, permanece desconhecida à multidão. Contudo, o desafio de manter o ambiente equilibrado é uma das mais centrais questões da nossa civilização.  Como pedra filosofal para enfrenta-lo, as locomotivas da atual civilização global- Força do Mercado e o Estado-, divulgam o conceito da sustentabilidade, ainda que, este conceito esteja, para eles, atrelado aos usufrutos da Natureza e não à conservação estável da mesma. É dizer; uma atividade é sustentável quando é capaz de servir à exploração de uma riqueza natural indefinidamente. O valor intrínseco da Natureza, que é manter o fluxo da Vida em harmonia, pouco importa. O fundamental é manter a engrenagem financeira-agroindustrial duma sociedade de consumo intenso. Claro, é dentro deste contexto, onde a civilização se submete ao projeto duma oligarquia, as questões ambientais serão legisladas pela burocracia institucionalizada na ONU, e tudo se reduzirá à leis e manuais de procedimentos das agendas normativas. A burocracia a tudo controla. A perspectiva de uma humanidade educada, honrada com suas reponsabilidades para com a Vida no planeta é parca e puerilmente abordada. Tudo está armado para aprisionar o homem nos seus medos, submetendo-o assim às demagogias politicas financiadas por grupos de interesse. Desta forma, preparem-se, virão mais impostos para tributar a agua, energia, alimentação, e até mesmo o ar que respiramos (créditos de carbono).  O descontrole ambiental justificando o controle da população mundial. Um teatro bem montado de dificuldades, sem real esforço para superá-las, porém, com capacidade de alterar as relações de existência no planeta. Acontecerá, como sempre há sido, de forma desapercebida pela humanidade, que mergulhada em angustias, permanece distraída nas pequenas necessidades. Só o conhecimento e a consciência, nos fará enxergar o mundo de mentiras que nos envolve.
JR Vilhena

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Resultado de imagem para fotos de professores comunistas
A revolução quase imperceptível
Como se define uma revolução? A resposta rápida e segura é: a troca da razão e dos modelos duma sociedade. Muda o meio e muda o indivíduo. Ela pode acontecer de maneira abrupta ou compassada. Rápida, torna-se difícil mantê-la. Quando lenta e gradual, é difícil percebê-la. A revolução que não se percebe, desarticula a reação. Saibam todos, o Brasil vive imerso num processo revolucionário comunista há décadas, processo aprofundado nos últimos 30 anos.  Quem imagina a disputa partidária como o único elemento definidor do mundo político brasileiro, a superestima.  O embate político partidário pode ser considerado o cavalo de Troia que traz nas suas entranhas as armas da estratégia de dominação. Os partidos políticos de esquerda prometem dar o que não possuem e acenam com promessas que não pretendem cumprir. Mas se elegem, porquanto a demagogia, num ambiente de carência, é arma poderosa. De posse do comando político, trabalham sub-repticiamente nos planos previstos para realizar a revolução comunista. E o planejamento, nas terras brasileiras, estabeleceu-se sobre dois pilares: controle da formação educacional e propaganda. A exigência da graduação em pedagogia, mestrados e doutorados, cujos programas são definidos pelo Estado, é requisito obrigatório para lecionar no nível fundamental até o universitário, desta forma cinzelando critérios educacionais através da doutrina marxista. O -Princípio da Autoridade- dará aos especialistas e “operadores da educação” o instrumento capaz de conduzir multidões estudantis sob signo socialista. Se o mestre diz, então deve ser verdade. Aqueles que discordam, são absorvidos pelo medo de serem diferentes (ninguém quer ser o Joãozinho-do- passo-certo). As gerações vão sendo filosoficamente condicionadas para sustentar o futuro da Nova Ordem. O outro pilar, a propaganda, instiga o conformismo à população. Os meios de comunicação de massa –televisivos, radiofônicos e jornalísticos- divulgam notícias, informações e pareceres, segundo a linha de interesses que os controlam. A programação destas mídias apresenta e propaga inéditos comportamentos, enquanto se esforça para apagar ou modificar tradições. A população, incapaz para avaliar a realidade, submete-se. Lavagem cerebral e alienação, está tudo dominado. Será?