A revolução
Globalista-Comunista continua célere na sua marcha para impor a Nova Ordem
Mundial. Certo, tropeços e dificuldades são sempre esperados. Agora mesmo,
abaixo da linha do Equador, surgiu um obstáculo, o povo brasileiro elegeu Jair
Bolsonaro. Imediatamente, a irmandade sombria, constituída por suas
organizações imperceptíveis ao homem das calçadas, entrou em ação. Mídias,
instituições de Estado, empresas, sindicatos, políticos patifes, crime
organizado, ONG’s, entre outros grupos, prontamente foram postos em ação a fim
de perpetrar um golpe branco para derrubar o presidente eleito. Tentaram e
tentam de tudo. E, é neste tentam de tudo, que partidos de oposição
(esquerdistas) buscam, através do TSE, impichar a candidatura Jair Bolsonaro/
Mourão Filho. Os pretensos crimes
eleitorais, alegados para o impeachment podem parecer inconsistentes, porém,
servem de munição de reserva para pressionar, no momento oportuno. Ora, não
precisa ser muito perspicaz para perceber que a urna eletrônica é instrumento
necessário e fundamental no mantenimento da politica globalista –comunista,
controlando a multidão sob a égide do “estado democrático de direito “. Tudo
muito cientifico e correto. Dá para entender? Ah! Mas há uma pedra no meio do
caminho e, ela se chama Jair Bolsonaro. Pasmem, ele afirmou que houve fraude na
eleição que o guindou à presidência, ele teria vencido no 1º turno. E, tem mais,
Jair Bolsonaro promete acabar com a supremacia incontestável da urna de botões.
Tim-Tim. Ponto pacífico, as eleições, em última instância, são responsabilidade
do TSE - recursos humanos e materiais, organização, utilização de equipamentos.
É inexorável, se paira desconfiança sobre a lisura das apurações dos votos,
chegará o momento em que a metodologia e tecnologia das eleições será posta em
cheque. Nesta ocasião, sem dúvidas, teremos o presidente Bolsonaro de um lado e
o TSE de outro. Aí então, os pedidos de impeachment estarão na manga do TSE que
poderá utilizá-los como carta-coringa capaz de pressionar o presidente. Diante
de fatos totalmente sob controle das salas do Tribunal, o presidente cederá,
resultando no mantenimento do status quo. Nada de novo no quartel de Abrantes.
Claro, tudo isso são devaneios e qualquer semelhança com a realidade é mera
coincidência.
quinta-feira, 11 de junho de 2020
quinta-feira, 21 de maio de 2020
Só há uma conspiração.
sexta-feira, 8 de maio de 2020
Eu fotografei o Brasil
Se fosse possível fotografar o Brasil, no
formato daqueles antigos retratos de família , onde se a vê toda reunida e, entre alegria e uma quase
lágrima, as pessoas exclamam: Olha o vovô! Aquela é mamãe! Este pequeno é o
mano... Pois bem, quando ajuntamos os personagens do Brasil atual, para fazer a
foto que será guardada nos arquivos históricos destinados às gerações futuras, identificamos
nela um povo siderado e covarde, militares vacilantes e auto depreciados,
Juízes aliados ao crime, financistas globais drenando as riquezas do País,
imprensa mentirosa e comprometida unicamente com seus próprios interesses, políticos
corruptos- idiotas desprovidos de
cultura e formação intelectual- mas plenos de malicia e oportunismo. Olhando mais
detalhadamente, enxergamos, sério e disfarçado, o movimento comunista inserido
na máquina do Estado, Estado que abriga uma multidão de recalcados e invejosos,
que alçados ao mecanismo da burocracia dominante, mantém o sorriso cínico e a
postura subserviente daqueles cujo único Norte é obter vantagens pessoais.
Claro, não podemos esquecer na foto, a classe artística sustentada pela máquina
do sistema, sugando para seus príncipes, financiamentos de finalidades duvidosas.
Ela, falsamente, faz uma expressão de indignação. Porém, existem também gente
boa nesta família, e possível vê-los, lá atrás, quase imperceptíveis na foto.
Sim, é possível ver patriotas e sinceros trabalhadores no grupo, se procurarmos
bem. Contudo, o que está plasmado na fotografia
da família Brasil é o triunfo da maldade e covardia. O Mal sorri triunfalmente
nas primeiras filas do retrato e os bem-intencionados, lá atrás, temem -por
serem apagados da História. Pode ser que o quadro caia da parede.
JMR Vilhena
quinta-feira, 30 de abril de 2020
Corona vírus e o projeto para submeter à humanidade
Pois bem, o mundo está assolado por um
vírus letal. Ele veio da China. Ao certo, não se sabe se veio dum laboratório
ou do consumo alimentar exótico. A pandemia do corona vírus. De fato, sob dados
estatísticos, ele tem baixo impacto de letalidade. Conheço bem, toda morte é
sofrida, dolorida e esparge amargura por muita gente, mas, convenhamos, 200000
mortes (previstas) numa população de 7 bilhões de humanos, significa que o
barqueiro da morte levará do convívio dos vivos 0,0003% da população mundial. O
sentimento é grande, mas a ameaça de hecatombe é insignificante. O propósito,
nestas linhas, não é esmiuçar biologicamente a doença. Mortandade, transição,
estrutura de assistência médica, tudo já foi por demais referido. Minha pena
debruçar-se-á sobre outro viés. Será a abordagem para chamar à atenção das consequências econômicas
e psicológicas desta pandemia na hodierna sociedade globalizada. E, tais
efeitos, serão profundos com longo alcance. Os desdobramentos serão coletivos e
individuais. Coletivos, já que o círculo virtuoso da economia se romperá,
negócios desaparecerão, empresas irão à falência, países mergulharão em crises
sociais pelo desemprego e o não emprego entre a população. A riqueza fluirá
para bolsos privilegiados numa onda que levara maior capital a menos mãos. No viés
individual, o medo instaurar-se-á nos corações e mentes, o impulso para isso
virá dos meios de comunicação de massa (televisão, rádio, imprensa, internet).
Terror de cima para baixo. Daí a resignação em obedecer à comandos de alcance
global, emitidos por organismos controlados por desconhecidos burocratas. Ou
alguém conhece o organograma da OMS ou o que realmente representa a ONU? Há uma similitude da humanidade com um rebanho
que não precisa de pastor. Segue o caminho que lhe foi ensinado a acreditar.
Assim, a auto prisão domiciliar, o afastamento social que induz à solidão em
meio à multidão, tornando a vida virtual cada vez mais normal. O “non sense “ avança, sendo aceito com
naturalidade e o mundo se modifica, provavelmente, para sempre, pois aqueles
que guardam as lembranças do mundo, serão cada vez mais raros e tenderão a
desaparecer. O Grande Irmão e seus acólitos estabelecerão tranquilamente o
reinado sombrio.
quinta-feira, 9 de abril de 2020
Política, Politicagem, Coronavírus
Aristóteles
definiu a política como a mais nobre das artes. A política afina o espirito
humano, para praticá-la é necessário idealismo e altruísmo, pois só assim, é
possível servir mais à sociedade do que a si mesmo. O mundo hodierno encontra-se
muito distante desta definição e o Brasil encarna um exemplo cabal deste afastamento
de princípios. Aqui, a prática é a politicagem. A politicagem, jogo de intriga,
inveja, incapacidade, que muito bem rima com ladroagem, parolagem, afilhadagem.,
sacanagem. A epidemia do Coronavírus (vírus Chinês), mostra cristalinamente tal
situação. Politiqueiros de plantão usam
a doença e a morte para se promover, alardeando histericamente o pânico, usufruem
da macabra contagem de vítimas (real?) para
atacar o governo. Com sórdidas artimanhas, se fazem passar por justos
beneméritos. Logo ali, arquitetam lançar o País no caos econômico e social. A mídia,
por seu turno, encarrega-se de modelar mentalmente a população, envenenando-a cronicamente.
O cidadão comum, cegado pela tática malvada, é incapaz de levantar os olhos
para enxergar a verdade e perceber a mentira. A estrutura montada pelos
farsantes, não objetiva salvar vidas ou mostrar a realidade, e toda propaganda
é um artifício de falsidades. O trabalho é para gerar uma situação onde o
resultado será de ganhos econômicos e políticos para grupos nacionais e internacionais.
A população neste cenário é mero detalhe, mas que paga caro, com o sacrifício
da própria vida. Portanto, se a gente brasileira não quiser ser levada à
condição de rebanho – talvez para sempre-, deverá tirar a lição deste
apreensivo momento, entendendo que política e politicagem não se confundem, não
se parecem, não se relacionam uma com a outra. A política é a cura, a politicagem
é a doença. E conhecereis a Verdade e a
Verdade vos libertará.
domingo, 5 de abril de 2020
Corona Vírus, e o mundo nunca mais será o mesmo
Corona Vírus, e o mundo nunca mais será o mesmo
Depois da pandemia do Corona Vírus o mundo nunca mais será o mesmo; Nunca mais; Não devido, meramente, às mortes e prejuízos econômicos causados pela doença. Não por isso, afinal a humanidade já enfrentou situações de disseminação de patologias bem piores e foi capaz de superá-las e continuar sua história. A desolação, a grande desolação, é que com esta pandemia ficou nítida a possibilidade de implantar, globalmente, a aflição na multidão, basta para isso, gerar uma ameaça, divulgá-la insistentemente através da mídia -escrita, falada, televisada. A burocracia central, estabelecida na ONU,oficializa o cenário de horror e os procedimentos a serem seguidos por governos e indivíduos. Daí: “Presto “, os magos sombrios apresentam o terror. O terror que traz o medo, cuja consequência é a obediência da multidão, mesmo consciente de que a repressão seria impossível no caso duma desobediência civil. Não é a chibata que submete o escravo, é o medo. E neste processo de submissão, aqui referido, haverá uma regressão na alma da raça humana. O amor e a responsabilidade do grupo para com os mais fracos e mais velhos apagar-se-á do coração humano. Em seu lugar, uma nova base, com o sentimento pragmático de que indivíduos enfraquecidos pela idade ou por alguma deficiência orgânica são, naturalmente, destinados ao descarte, tal qual, zebras caçadas por leões nas savanas africanas. Rebanho indiferente. Retrocesso afetivo e social cruel. Mais um passo para dessacralizar a Vida no admirável mundo da Nova Ordem Mundial. Tão admirável, que cada vez mais, as pessoas serão monitoradas pela tecnologia embalada em chips, reconhecimentos faciais, dinheiro virtual. Tudo justificado pela segurança sanitária, física e pecuniária. O medo levará à servidão consentida e, mais, desejada. O mundo maravilhoso, onde a burocracia cuida do bem-estar da população. É concordar ou desaparecer. Talvez...
domingo, 29 de março de 2020
O vírus que conspira
O
vírus que conspira
Há tempos, quase 1 século, o comunismo
internacional trabalha para assumir o controle do Brasil. O movimento tem interferido
em diversas frentes, onde são exemplos notáveis a intentona militar de 1935, articulação
de golpe antes da intervenção militar de 1964 e o esquema de infiltração na
estrutura Estatal. Contudo, vejo com clareza, que a mais devastadora ação
aconteceu contra a inteligência nacional. Foi aí que o comunismo atingiu
profundamente a nação brasileira, quando desconstruiu a formação educacional e
intelectual do povo desta terra, confundindo e desorganizando o ensino no País
e usando a televisão, rádio e jornais, para propagar uma nova ordem
revolucionária. Desta forma, instaurou a sociedade na desinteligência. Cidadãos
foram transformados em pagadores de impostos. Só. Moldou a população no analfabetismo funcional
e, via de consequência, a tornou prisioneira da demagogia e das operações midiáticas.
Emergiram os políticos corruptos, os burocratas oportunistas e o crime
organizado. O País tornou-se um antro, onde é proibido pensar e falar algo que
o poder oculto não queira. A sociedade
do obedecer. Os meios de comunicação de massa informam o que existe ou não
existe, o que é verdade ou não é. Para
demonstrar tal reflexão usemos a atual pandemia factoide, e, que segundo a
mídia, assola o Brasil. Um cenário apocalíptico está montado pelo jornalismo
servil ao comunismo e aproveitado por políticos inescrupulosos. A corona vírus
é retratado como pior que as pragas do Egito, mas, nada se fala sobre a
letalidade dele, condições de propagação, reais grupos de risco e
probabilidades de cura. Não, nada disso é foco de análise nos meios de
comunicação, apenas uma interminável ameaça de morte sobre a população e ordens
vindas do aparelho estatal (município /Estado). Condicionar, amedrontar. O
mecanismo comuno-globalista tenta criar uma situação de greve geral –ninguém trabalha
ninguém sai de casa! Conseguem assim, criar rombos no cofre do governo Federal
e gerar desemprego e desesperança. Covardes, não tem capacidade para mobilizar o
povo, procuram, entretanto, manipulá-lo. E como ato final do manejo, preparam,
se o vírus for controlado, apresentarem-se como heróis, pois teremos sido
salvos pela aliança mídia-políticos oportunistas, caso contrário, o vírus ceifar
milhares de vidas, então, a culpa é de um presidente insano. Até quando teremos
de suportar estes farsantes sombrios?
JR Vilhena
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