sábado, 31 de outubro de 2020

O que você precisa saber sobre a Guerra Farroupilha



A guerra na província Cisplatina, manobra dos interesses negociais ingleses, havia encontrado o fim em 1828 e acabara por criar o Uruguay, afastando, desta maneira, o Império brasileiro da foz do rio da Prata. Curso d’água, desde sempre, caminho natural ao coração rico -em prata e ouro- do continente sul americano. Os centauros do Pampa, com seus ponchos ao vento, espadas embainhadas e lanças em riste, cavalgavam pelas coxilhas do Rio Grande, ainda devotando lealdade aos seus caudilhos comandantes de guerra, Bento Gonçalves, Corte Real, Lima e Silva, Souza Neto, Onofre Pires, Lucas de Oliveira, Gomes Jardim e David Canabarro. As lutas impregnaram a terra com sangue gaúcho, contudo, não haveria paz para estes peleadores. Nova guerra era urdida entre paredes dos gabinetes da corte, na capital do País. De lá, sociedades secretas- Maçonaria e Carbonária- conspiravam a derrocada da Monarquia e Igreja Católica, que a acreditava. Tramavam, tal qual intenção surgida na Revolução Francesa e com idêntica estratégia de fazer o antigo regime ruir, de dentro para fora. Implosão econômica e social. Quando chegam os anos 1830, trazem consigo um tempo conturbado, tempo oportuno para deflagrar o movimento que pretendia derrubar a Monarquia através da fragmentação do Império, dividindo-o em repúblicas (republiquetas). Para isso, o primeiro passo seria afastar fisicamente a família Real das paragens do Brasil. Assim, D. João VI foi induzido, em 1820, ao retorno a Portugal, na missão de superar uma revolta liberal. Pedro, seu filho, ficou no País substituindo-o. O plano de embarcar a realeza para o regresso à Europa fora driblado. No ano de 1822, Pedro declara a independência do Brasil. Viva D. Pedro I! Único monarca no Novo Mundo. Rei guerreiro, benquisto e atrevido, bastião da Monarquia, difícil de ser deposto. Misteriosamente  D. João VI é envenenado em Portugal e, no ano de 1831, vem o segundo lance para afastar a linhagem real do mundo brasilis, Pedro I abdica, pois, se vê obrigado a partir para Lisboa, precisava enfrentar uma guerra civil no Portugal. O rei liberal contra as hostes de D. Miguel, o irmão usurpador que pretendia uma Coroa absolutista. Agora, por sua vez, no intuito de manter a Ordem Monárquica no Brasil, permanece a substituir o imperador Pedro I, seu primogênito, o Infante Pedro de Alcântara, futuro Pedro II. Tinha então 9 anos de idade. Diante de tal situação, fragilizou-se a Monarquia. Pedro era uma criança e em seu nome, ficou estabelecida uma regência provisória, formatada por três tutores escolhidos entre políticos e juristas. Posteriormente, a regência é tornada Una sob a investidura do conselheiro Feijó. Eis que, neste vácuo no comando de autoridade institucional historicamente reconhecida, aconteceu a infiltração de organizações secretas na administração do Estado brasileiro. A partir de então, através de intrigas, atitudes deletérias, desconsideração para com a realidade social e econômica do povo, os interesses destas organizações criaram um caudal de infelicidade cujo resultado não poderia ser outro senão o eclodir de revoltas e revoluções. Elementar, meu caro Watson. Como testemunho Histórico, eis uma relação dos conflitos com nome, período e local: Cabanagem -1835/1840- Pará; Balaiada-1839/1840-Maranhão; Sabinada-1837/1838- Bahia; Revolta dos Malês-1835-Bahia e revolução Farroupilha-1835/1845-  Rio Grande do Sul. Todos estes levantes, perpetrados por elemento humano distinto, regionalmente afastados, tinham, contudo, um ponto em comum, todos eram anti governo central, contestadores do regime monárquico. Coincidência? Acredite, se quiser. Neste pano político geral, retomemos a observação detalhada sobre a guerra Farroupilha, mote deste rápido texto. As causas da epopeia Farroupilha encontram-se nas articulações maliciosas no governo do Império, que decidiam medidas fomentadoras de insatisfação na província sul rio-grandense. Os líderes desta gente do sul, com seus gaúchos guerreiros, haviam sustentado um conflito  bélico  com sangue e coragem e, quando chegam os tempos de Paz, o governo central cria impostos sobre a propriedade da terra em que cultivavam  um pouco de trigo , castiga a atividade pecuária comprando charque do estrangeiro (Argentina e Uruguay ) e  taxando o gado em pé  que tropeiros levavam a São Paulo para abastecer os mercados do centro do País, imposto  denominado “Registro” cujos valores seriam passíveis de ressarcimento aos cofres da Província rio-grandense, mas, de fato, jamais realizados. Parece um cenário de total “ non sense”, entretanto, numa análise mais profunda é fácil perceber tratar-se duma estratégia bem elaborada para gerar insatisfação e revolta. O General Bento Gonçalves, maior liderança dos gaúchos, reiteradamente argumentava, através de cartas e presencialmente na Corte, contra tamanhos disparates. Homem de alma nobre, nunca pediu sua designação à presidência da Província, sustentava, tão somente, que tais atitudes para com o Rio Grande cessassem. Nunca foi atendido. Neste ambiente de intrigas, Bento conheceu a Maçonaria. A partir daí a revolução aconteceu, com suas penas e graças. As sociedades secretas tratavam de criar o problema e apresentar a solução. A revolução Farroupilha entrou definitivamente na agenda internacional da Nova Ordem republicana global. A primeira evidência é o nome que a designa, -Revolução FARROUPILHA. O termo Farroupilha (Farrapos), remonta à data de 1559, quando a Espanha de Felipe II-rei cristão- governava os Países Baixos, e designou sua meia-irmã Margarida de Parma, como princesa regente destes territórios. Houve um momento na linha histórica em que lideres Calvinistas, Maçônicos, Carbonários, da Holanda e Bélgica, solicitaram um encontro político com a regente, em Bruxelas, a fim de expor insatisfações das políticas estabelecidas por Felipe II para com eles. Nesta tensa reunião, um conselheiro da Regente, disse-lhe: “Não os receba, são uns farrapos” (farroupilhas). Os cavalheiros envolvidos no acontecimento tomaram politicamente para si o termo Farroupilha, que a partir daí, assume o significado, entre eles, de revolucionários combatentes contra o regime monárquico e a Igreja Católica.  Vem destes séculos longínquos o nome da Revolução deflagrada em 1835 na Província do Rio Grande do Sul. Não há nada oculto que não venha a ser revelado. Em 1832 já existia um partido político na capital do Império denominado Farroupilha. Os líderes rio-grandenses no período pré-eclosão da revolução já estavam cooptados pelas sociedades secretas internacionais, e, foi neste diapasão que a província mergulhou em agitação, cuja resultante desaguou no movimento de tropas revolucionárias, dia 20 de setembro de 1835 (data com significado dentro da Carbonária ),  que a partir da Azenha (então região periférica de Porto Alegre) marcharam sobre a capital da província.  A”intellegentia” Maçônica já conduzia a revolução farrapa. Portanto, a presença de muitos estrangeiros entre os revoltosos, não causa nenhuma surpresa. Havia italianos, irlandeses e até norte-americanos. Giuseppe Garibaldi - comandante militar- e Tito Lívio Zambicarri -ideólogo, braço direito de Bento Gonçalves-, bem testemunham este fato. Tal batalha, a tomada de Porto Alegre pelos Farroupilhas, deu início à primeira fase do movimento revolucionário.  Neste tempo ainda era uma revolta, com bandeiras revolucionárias. Os combates entre Farroupilhas e tropas imperiais espalharam-se pelo território, sem definição de vitória definitiva. Este ciclo durou um ano para assumir novo caráter. Ora, os farroupilhas sustentavam a guerra com recursos particulares dos seus líderes que perceberam ser importante receber apoio material de eventuais aliados. Por óbvio, o apoio mais provável teria de vir do vizinho Uruguay. Quando fizeram contato com Frutuoso Rivera- presidente caudilho uruguaio-, ele lhes respondeu  não poder ajuda-los porquanto tinha boas relações com o Império brasileiro e não se imiscuiria em assuntos internos do Brasil, mas, se o Rio Grande fosse um país independente poderia apoiá-los. A resposta de Rivera foi o estopim para transmutar a epopeia Farroupilha, de revolução em Guerra. Esta foi a razão pela qual o General Souza Neto, no dia 10 de setembro de 1836 na região do arroio do Seival ( Bagé) declarou a independência da República Rio-grandense ( republica do Piratini ) . Souza Neto   informou Bento Gonçalves e o chamou para comandar a batalha da independência. No caminho ao Seival, Bento Gonçalves foi feito prisioneiro do Império. A mão secreta que trabalhava para a fragmentação do Brasil atingia o objetivo de criar repúblicas no território brasileiro. Agora, era uma guerra entre países. Rivera não cumpriu a promessa de ajuda. Sem apoio do governo da República Uruguaia e sem um porto para estabelecer contato com o exterior já que as tropas Farroupilhas nunca conseguiram tomar Rio Grande, estavam isolados, sem poder importar ou exportar fosse o que fosse. Por isso a fantástica aventura guerreira para conquistar Laguna e declarar a república Juliana. Laguna seria o ponto de contato com o mundo, fazendo comércio e recebendo ajuda da Europa, a estrutura oculta poderia apoiar decisivamente a guerra à favor dos Farroupilhas. Não foi possível sustentar a posição diante do avanço das forças militares Imperiais. A guerra, dura e injusta, perpassou 10 anos, até que finalmente os farroupilhas, exauridos em seus recursos, acordaram um tratado de Paz com o Império do Brasil. Ainda que dividindo seus comandantes. Não houve vencidos nem vencedores. Houve sim, uma paz honrosa que reunificou o Brasil. Os interesses globalistas, sob o sangue dos bravos, foram frustrados, não obstante continuarem sempre trabalhando contra o Brasil, a usar diferentes organizações e métodos  tentando fazer com que a nação brasileira se degrade sob todos os aspectos, sejam eles morais ou materiais. O Brasil sempre foi peça chave para a implantação da Nova Ordem Mundial despontada na revolução Francesa.

 

JR Vilhena

terça-feira, 28 de julho de 2020

Globalismo-Comunista, Revolução Francesa e a Nova Ordem Mundial



O globalismo e o que ele esconde

Eu posso ver através das brumas do tempo. Olho o passado, há mais de 230 anos, e lá está a revolução Francesa, onde tudo o que hoje vivemos, começou. Miro o horizonte para decifrar o futuro, e vejo a silhueta aterradora duma ditadura tirânica, por fim estabelecida, pela estratégia comuno –globalista. Olhei o porvir e não gostei do que vi. No princípio foi a revolução, a Revolução Francesa cujo objetivo era derrubar a monarquia junto com sua fiadora moral, a Igreja Católica. Como toda revolução, foi montada de cima para baixo, lés enfant de lá Patrie ... É mera figura romântica, dum movimento arrimado na alta burguesia composta pelos negociantes do comércio e banqueiros financistas, nas ideias e filosofias iluministas (illuminatis?), na tragédia ambiental acontecida no ano de 1788 (seca e frio congelante, malogrando colheitas, lançando à fome o povo francês) e na condição dum Estado empobrecido, fragmentado por ambições e mal gerenciado.  A bandeira revolucionária anunciava -Liberdade, Igualdade e Fraternidade-, ideais que se deve entender como: Liberdade para pregar seus princípios sem censura; Igualdade, utopia com a qual a multidão se encanta e Fraternidade, autorização tácita para alastrar o movimento insurrecional através do mundo. A partir de 1789 – quando eclodiu-, a revolução lançou a sociedade francesa no caos. Para estabelecer a ordem no novo regime, o comando oculto alçou o destacado militar insurgente, oficial de artilharia, Napoleão Bonaparte, à posição de Consul e, posteriormente, a Imperador. O clamor da ocasião faz o Imperador. Napoleão viveu sua glória histórica de poder desde o ano de 1796 até a queda em 1816, quando já havia, ele, cumprido a implícita missão de acabar com as monarquias absolutistas na Europa, exceção, importante, da gélida Rússia dos czares. Na Europa, após as guerras Napoleônicas, o comando da Nova Ordem, - a alta burguesia que dispunha do dinheiro, da informação e organizações secretas-, buscava uma doutrina política que, se implantada, daria à multidão o sentimento da possibilidade de Igualdade e, a partir daí, tornar-se-ía mais fácil de dirigir. Tal oportunidade surgiu quando, em 1848, Karl Marx e Friedrich Engels (talvez financiados pelos interesses desta nova ordem) divulgaram o Manifesto Comunista. Agora sim, haverá uma irmandade poderosa entre a alta Finança e a organização política Comunista. Avançar no sentido de estabelecer a Nova Ordem Mundial torna-se questão de estratégia política e paciência. O passo seguinte, foi gestar a 1ª Guerra Mundial, cujo estopim acendeu-se num assassinato, convenientemente cometido por um fanático nacionalista, resultando como consequência inexorável a guerra. Acontece que havia uma rede de alianças diplomáticas de mútuas proteções entre países europeus quando deste fato. O conflito bélico agigantou-se, semelhante a uma brincadeira com peças de dominó, que alinhadas, ao cair uma, em sequência caem todas.  Não por coincidência, naquela época, fervilhavam, pela Europa e EUA, clubes e organizações socialistas, financiados por J. Cecil Rhodes e apoiados pelos clãs Rottchild, Rockfeller, entre outros, pregando o governo mundial. Este terrível conflito matou 20 milhões de pessoas, morticínio transformado em mera estatística no planejamento estratégico do globalismo- comunista. Nova Ordem Mundial, cruel e parcimoniosamente implantada. A resultante da carnificina, foi a criação da Liga das Nações, o fim dos grandes impérios Europeus e a derrocada da monarquia absolutista dos Romanov substituída pelo governo Bolchevique de Lenin.   Entre 1914 e 1918 aconteceu o 1ª round da luta para transformar a Europa das monarquias cristãs num império comunista.  O 2 º round ficou preparado, e chegou em 1939 quando da invasão Alemã à Polônia. O mundo entrou no segundo ciclo de guerra mundial. Na expectativa de lançar uma onda política de viés comunista na Europa era imperativo um novo conflito no continente, e ele deveria nascer no território alemão, ambiente propicio, já que a nação Alemã se encontrava, pelas condições impostas no armistício de rendição assinado em Versalhes, humilhada, desorientada, miserabilízada. Parece altamente provável que, em tal situação, os comunistas acabariam por chegar ao poder de comando, e, ao acontecer isso, aliar-se-iam à Rússia Bolchevique e se lançariam sobre as democracias francesa e britânica. O Nacional Socialismo, advindo da reação ao comunismo na Alemanha, alterou esta perspectiva. Contudo, a previsão da guerra cumpriu-se, ceifando a vida de 60 milhões de pessoas, acabando por impor ao seu final governos marxistas na Polônia, Tchecoslováquia, Hungria, Iugoslávia, Romênia, Bulgária, Albânia e parte duma Alemanha arrasada. Metade da Europa tornou-se comunista. No Extremo Oriente, no ano de 1948, favorecido por manobras do Deep State no governo Norte Americano, que boicotou a força Militar Nacionalista, o exército Vermelho de Mao Tsé Tung venceu as tropas nacionalistas de Chiang kai shek, implantando o comunismo num país com 1 bilhão de habitantes e preparando o terreno para as guerras comunistas na Ásia. No campo diplomático, houve o grande triunfo estratégico do projeto da governança mundial com a criação da ONU.  Em 1945, derrotadas as forças do Eixo (Alemanha, Japão, Itália), encerrou o ciclo das grandes guerras. O período do pós-guerra caracterizou-se pela época dos combates nos bastidores, a chamada Guerra Fria, espécie de tesoura onde as duas laminas se afastaram (meta-capitalismo de um lado, comunismo de outro) preparando o corte final, sem que fosse possível perceber serem as lâminas partes do mesmo mecanismo. O ambiente de tensão impulsionou o desenvolvimento tecnológico, -em grande parte tomado à ciência Nazista-, e o terror dum confronto nuclear assolou o mundo. Tudo jogo de cena, já que a agenda comuno-globalista não pretende incinerar o planeta e sim dominá-lo. Guerras pontuais, guerrilhas, golpes de estado se alastraram pelo mapa do mundo, fizeram parte da tentativa de estabelecer o sistema comunista através da luta armada. Não funcionou. E o comunismo mostrou-se um fracasso econômico.  No estertor do século XX, em 1989, cai o muro de Berlin, sinalizando o fim do Império Soviético, dando a entender que o comunismo havia sido derrotado. Ledo engano. Iniciava-se um novo ciclo do movimento comuno-globalista. No campo político, a China permanecia comunista. O capital e tecnologia, -sob propriedade dos grupos globalistas da indústria e da finança-, migram para lá, numa aliança dissimulada que bem demonstra as laminas da tesoura se fechando. O Partido Comunista Chinês comanda com mão de ferro o Estado Chinês, sendo-lhe fácil obter obediência da massa trabalhadora, utilizada como mão de obra semiescrava na produção industrial destinada a abastecer um mercado global cujo fluxo é regulado através da influência e relações mantidas dentro da esfera do meta-capitalismo. A engrenagem comuno- globalista mantém sob seu domínio dinheiro, meios de comunicação de massa, tecnologia e capacidade de produzir e distribuir commoditties. A China, o dragão amarelo, locomotiva do meta-capitalismo globalista é transformada em superpotência (é dizer: potência econômica, militar e política) alardeada pela mídia como exemplo de Estado social e econômico bem-sucedido. A China não é mais um país, a China é o partido Comunista, modelo a ser seguido na civilização humana. Aproxima-se a hora de instituir no mundo uma Nova Ordem Mundial comunista. Entretanto, espalhar a toda parte o governo comunista obediente aos desígnios da ONU é tarefa difícil. Sob à força das armas, impossível. A estratégia mais eficiente é seguir a tática Gramscista, infiltração metódica de elementos e ideias comunistas na estrutura do Estado e, desta forma, fazer ruir os valores conservadores (sejam eles quais forem), a única História cabível é a crença marxista de um mundo igualitário (claro, omitindo o fato de que haverá uns mais iguais do que outros). Drástico, inumano. Mas, será nesta fé, e sobre esta plataforma que erigir-se-á o admirável mundo da Nova Ordem.  Comunismo para o povo, regalias para os membros do Partido e vida principesca aos donos do ouro e dos negócios. Subserviência aos comandos da ONU -a fortaleza dos burocratas legisladores globais-. Objetivo de tal envergadura não é fácil atingir, por isso, também, é mister arrasar a realidade tradicional. A ONU prega democracia e república (Palavras usadas em 1789, coincidência, por suposto), e é com estas palavras que correntes políticas comunistas martelam a cabeça do homem das ruas. Nesta cantilena confundem democracia de cidadão com democracia de urna e República (fé pública) com desejos e intenções de grupos. A república de detrás das portas suntuosas. Neste cenário, elegem socialistas Fabianos que vão fazendo avançar o comunismo através de legislações e alterações de costumes, cercando e imobilizando àqueles a quem computam como inimigos. A corrente revolucionária radical, pretensamente auto denominada progressista e humanista, entre hordas oligofrênicas, cinicamente, levanta a bandeira de liberdade e direitos, sutil maneira de domínio canalizado pelo caos. O indivíduo e a sociedade perdem as referências, lançados que são às drogas, ao fictício conflito de gerações, confrontos  raciais, sexismo, pretensas opressões de gênero e perspectivas ecológicas antagônicas. Manipulação sórdida. Caudal de desentendimentos somados à deseducação reinante e premência por sobreviver. A população não percebe o último ciclo da agenda globalista-comunista, uma guerra sem armas sem soldados uniformizados. Não. Agora é a hora final onde a disputa está no plano do Espirito e da Cultura, a guerra que não se limitará a matar seres humanos senão que transformá-los para sempre. Mudará o homem e mudará a Terra.

quinta-feira, 11 de junho de 2020

Os pedidos de impeachment no TSE e os objetivos profundos


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A revolução Globalista-Comunista continua célere na sua marcha para impor a Nova Ordem Mundial. Certo, tropeços e dificuldades são sempre esperados. Agora mesmo, abaixo da linha do Equador, surgiu um obstáculo, o povo brasileiro elegeu Jair Bolsonaro. Imediatamente, a irmandade sombria, constituída por suas organizações imperceptíveis ao homem das calçadas, entrou em ação. Mídias, instituições de Estado, empresas, sindicatos, políticos patifes, crime organizado, ONG’s, entre outros grupos, prontamente foram postos em ação a fim de perpetrar um golpe branco para derrubar o presidente eleito. Tentaram e tentam de tudo. E, é neste tentam de tudo, que partidos de oposição (esquerdistas) buscam, através do TSE, impichar a candidatura Jair Bolsonaro/ Mourão Filho.  Os pretensos crimes eleitorais, alegados para o impeachment podem parecer inconsistentes, porém, servem de munição de reserva para pressionar, no momento oportuno. Ora, não precisa ser muito perspicaz para perceber que a urna eletrônica é instrumento necessário e fundamental no mantenimento da politica globalista –comunista, controlando a multidão sob a égide do “estado democrático de direito “. Tudo muito cientifico e correto. Dá para entender? Ah! Mas há uma pedra no meio do caminho e, ela se chama Jair Bolsonaro. Pasmem, ele afirmou que houve fraude na eleição que o guindou à presidência, ele teria vencido no 1º turno. E, tem mais, Jair Bolsonaro promete acabar com a supremacia incontestável da urna de botões. Tim-Tim. Ponto pacífico, as eleições, em última instância, são responsabilidade do TSE - recursos humanos e materiais, organização, utilização de equipamentos. É inexorável, se paira desconfiança sobre a lisura das apurações dos votos, chegará o momento em que a metodologia e tecnologia das eleições será posta em cheque. Nesta ocasião, sem dúvidas, teremos o presidente Bolsonaro de um lado e o TSE de outro. Aí então, os pedidos de impeachment estarão na manga do TSE que poderá utilizá-los como carta-coringa capaz de pressionar o presidente. Diante de fatos totalmente sob controle das salas do Tribunal, o presidente cederá, resultando no mantenimento do status quo. Nada de novo no quartel de Abrantes. Claro, tudo isso são devaneios e qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

quinta-feira, 21 de maio de 2020

Só há uma conspiração.

Vista Lateral Empresários Fila Para Dispensador Água Escritório — Fotografia de Stock

Conspirações não existem, não no plural, existe sim, uma conspiração no singular. Mundial, total, absoluta. A conspiração urdida pela Nova Ordem Mundial. Creia, aquele que lê este breve texto, a pandemia do corona vírus é uma doença, mas, também, trata-se duma proveitosa jogada para implantar a nova realidade onde viverão homens e mulheres no futuro. O vírus, criado em laboratório, saído dos laboratórios da aliança gçpbalista-comunista trouxe,- além da morte-, o medo, o controle  invisível, o afastamento social e a consequente solidão, o rearranjo das atividades econômicas, a ampliação do comércio virtual gerando o não emprego, e, o terrível conformismo com a alteração  do  meio-ambiente físico-mental. O mecanismo usa o cientificismo para justificar as mudanças. As mídias são usadas  sub-repticiamente e insistentemente para impor comportamentos desejados.  Um novo normal é a concretização das intenções de transformar a humanidade num rebanho que nem precisará de pastor visível. Nesta perspectiva, virá  a impossibilidade da população ampliar o conhecimento, na obrigatoriedade de vacinações que, de fato, através da obrigatoriedade,  modularão o acesso às escolas e à mobilidade individual. Claro, que tais vacinações, poderão servir de portais para a entrada de sabe-se lá que vírus ou quais alterações orgânicas poderá causar. Cruel? impossível? Só ingênuos podem duvidar da  malicia  humana e o impossível é apenas a ante sala do possível. Centenas de milhares de mortes é apenas uma detalhe no projeto da Nova Ordem Mundial.A escravidão aproxima-se dos homens , silenciosamente implantada  e confortavelmente aceita.  A partir daí, vale lembrar que é mil vezes mais fácil aprisionar um homem livre do que libertar a alma de um escravo. Enquanto  isso, lave as mãps, ponha a máscara e fique em casa.                                                           

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Eu fotografei o Brasil


ALBUM DE FAMILIA - FOTOS ANTIGAS (FOTO VIDEO JOY) - YouTubeEu fotografei o Brasil

Se fosse possível fotografar o Brasil, no formato daqueles antigos retratos de família , onde se  a vê toda reunida e, entre alegria e uma quase lágrima, as pessoas exclamam: Olha o vovô! Aquela é mamãe! Este pequeno é o mano... Pois bem, quando ajuntamos os personagens do Brasil atual, para fazer a foto que será guardada nos arquivos históricos destinados às gerações futuras, identificamos nela um povo siderado e covarde, militares vacilantes e auto depreciados, Juízes aliados ao crime, financistas globais drenando as riquezas do País, imprensa mentirosa e comprometida unicamente com seus próprios interesses, políticos corruptos- idiotas desprovidos de  cultura e formação intelectual- mas plenos  de malicia e oportunismo. Olhando mais detalhadamente, enxergamos, sério e disfarçado, o movimento comunista inserido na máquina do Estado, Estado que abriga uma multidão de recalcados e invejosos, que alçados ao mecanismo da burocracia dominante, mantém o sorriso cínico e a postura subserviente daqueles cujo único Norte é obter vantagens pessoais. Claro, não podemos esquecer na foto, a classe artística sustentada pela máquina do sistema, sugando para seus príncipes, financiamentos de finalidades duvidosas. Ela, falsamente, faz uma expressão de indignação. Porém, existem também gente boa nesta família, e possível vê-los, lá atrás, quase imperceptíveis na foto. Sim, é possível ver patriotas e sinceros trabalhadores no grupo, se procurarmos bem.  Contudo, o que está plasmado na fotografia da família Brasil é o triunfo da maldade e covardia. O Mal sorri triunfalmente nas primeiras filas do retrato e os bem-intencionados, lá atrás, temem -por serem apagados da História. Pode ser que o quadro caia da parede.
JMR Vilhena

quinta-feira, 30 de abril de 2020

Corona vírus e o projeto para submeter à humanidade


Sombra Assustadora Pessoa Grita Segurando Faca Carne Azul — Fotografia de StockCorona vírus e o projeto para submeter à humanidade

Pois bem, o mundo está assolado por um vírus letal. Ele veio da China. Ao certo, não se sabe se veio dum laboratório ou do consumo alimentar exótico. A pandemia do corona vírus. De fato, sob dados estatísticos, ele tem baixo impacto de letalidade. Conheço bem, toda morte é sofrida, dolorida e esparge amargura por muita gente, mas, convenhamos, 200000 mortes (previstas) numa população de 7 bilhões de humanos, significa que o barqueiro da morte levará do convívio dos vivos 0,0003% da população mundial. O sentimento é grande, mas a ameaça de hecatombe é insignificante. O propósito, nestas linhas, não é esmiuçar biologicamente a doença. Mortandade, transição, estrutura de assistência médica, tudo já foi por demais referido. Minha pena debruçar-se-á sobre outro viés. Será a abordagem   para chamar à atenção das consequências econômicas e psicológicas desta pandemia na hodierna sociedade globalizada. E, tais efeitos, serão profundos com longo alcance. Os desdobramentos serão coletivos e individuais. Coletivos, já que o círculo virtuoso da economia se romperá, negócios desaparecerão, empresas irão à falência, países mergulharão em crises sociais pelo desemprego e o não emprego entre a população. A riqueza fluirá para bolsos privilegiados numa onda que levara maior capital a menos mãos. No viés individual, o medo instaurar-se-á nos corações e mentes, o impulso para isso virá dos meios de comunicação de massa (televisão, rádio, imprensa, internet). Terror de cima para baixo. Daí a resignação em obedecer à comandos de alcance global, emitidos por organismos controlados por desconhecidos burocratas. Ou alguém conhece o organograma da OMS ou o que realmente representa a ONU?  Há uma similitude da humanidade com um rebanho que não precisa de pastor. Segue o caminho que lhe foi ensinado a acreditar. Assim, a auto prisão domiciliar, o afastamento social que induz à solidão em meio à multidão, tornando a vida virtual cada vez mais normal. O “non sense “ avança, sendo aceito com naturalidade e o mundo se modifica, provavelmente, para sempre, pois aqueles que guardam as lembranças do mundo, serão cada vez mais raros e tenderão a desaparecer. O Grande Irmão e seus acólitos estabelecerão tranquilamente o reinado sombrio.   

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Política, Politicagem, Coronavírus


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                           Política, Politicagem, Coronavírus   

Aristóteles definiu a política como a mais nobre das artes. A política afina o espirito humano, para praticá-la é necessário idealismo e altruísmo, pois só assim, é possível servir mais à sociedade do que a si mesmo. O mundo hodierno encontra-se muito distante desta definição e o Brasil encarna um exemplo cabal deste afastamento de princípios. Aqui, a prática é a politicagem. A politicagem, jogo de intriga, inveja, incapacidade, que muito bem rima com ladroagem, parolagem, afilhadagem., sacanagem. A epidemia do Coronavírus (vírus Chinês), mostra cristalinamente tal situação.  Politiqueiros de plantão usam a doença e a morte para se promover, alardeando histericamente o pânico, usufruem da macabra  contagem de vítimas (real?) para atacar o governo. Com sórdidas artimanhas, se fazem passar por justos beneméritos. Logo ali, arquitetam lançar o País no caos econômico e social. A mídia, por seu turno, encarrega-se de modelar mentalmente a população, envenenando-a cronicamente. O cidadão comum, cegado pela tática malvada, é incapaz de levantar os olhos para enxergar a verdade e perceber a mentira. A estrutura montada pelos farsantes, não objetiva salvar vidas ou mostrar a realidade, e toda propaganda é um artifício de falsidades. O trabalho é para gerar uma situação onde o resultado será de ganhos econômicos e políticos para grupos nacionais e internacionais. A população neste cenário é mero detalhe, mas que paga caro, com o sacrifício da própria vida. Portanto, se a gente brasileira não quiser ser levada à condição de rebanho – talvez para sempre-, deverá tirar a lição deste apreensivo momento, entendendo que política e politicagem não se confundem, não se parecem, não se relacionam uma com a outra. A política é a cura, a politicagem é a doença.  E conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará.