quarta-feira, 18 de abril de 2018

Aristóteles, a busca da Felicidade e a política.
Entre os livros de Aristóteles existe um cujo título é: A Ética de Nicômaco, nestas páginas, o filósofo da antiga Grécia, distingue o Ser humano dos outros animais numa singularidade, diz ele: O homem é o único animal que busca a felicidade. Sim, de fato, todos animais conhecem o sobreviver, reproduzir e prosperar como espécie. Mas, o desejo de ser feliz, só ao homem foi concedido. A angustia que vem deste sentimento, a humanidade aplaca de três formas: a primeira, através das coisas externas, é dizer, chega-lhe através da posse, a segunda, encontra no universo sensorial do próprio corpo e a terceira maneira vem com os valores intangíveis que enriquecem a alma. Aristóteles, assinala ser a felicidade mais profunda e perene, a felicidade da alma. E, a partir daí, assevera que a política é a mais nobre das artes, pois, da mesma maneira como um médico cuida do conhecimento e bem estar do corpo, a política deve dedicar-se ao bem estar da alma. Através da política, se constrói uma ética virtuosa das relações interpessoais e ambientais numa sociedade. Assim, com honra, justiça e segurança de valores, a felicidade individual e o bem estar do grupo estarão assegurados. Ora, se o espirito político for exercido objetivando ganhos pessoais, de poder e material, a política corrompe o tecido social, afasta o homem do caminho feliz e lança-o numa espiral de infelicidade, que ao perturbar o indivíduo, causa um cataclismo social, destruindo a vida humana nos padrões conhecidos e desejados. Grave é portanto, quando mãos trevosas assumem a modelagem duma civilização através de leis insidiosas, elaboradas por políticos corruptos, encobertos por uma mídia controlada. O destino final será o caos, e o caos levará à tirania. E, chegará o momento no qual, a infelicidade terá se espargido por todos os espíritos humanos. Neste tempo, será necessária uma Nova Ordem Mundial e, com ela virá, o fim dos anseios humanos de felicidade.Resultado de imagem para fotos da nova ordem mundial

sábado, 14 de abril de 2018


Fase Final: Destruir a Síria

A Síria é herdeira de uma civilização antiga. Sua capital, Damasco, podemos dizê-la a mais ancestral cidade da História Ocidental. Mas, a Síria, por acaso político, localiza-se, nos tempos atuais, numa posição geográfica estratégica para poderosos interesses globais e regionais.  Neste sentido, arrolemos estes fatos: As corporações  petrolíferas transnacionais precisam passar oleodutos por seu território,  a fim de reduzir custos no transporte do ouro negro, retirado do Iraque, para a Europa ( Dá para entender porque Grã Bretanha e França estão envolvidas em operações de guerra?);os russos, por sua vez, necessitam de uma base marítima no território sírio, estabelecendo assim posição no mar Mediterrâneo; as colinas de Golan, na fronteira com Israel, são estratégicas para este país , pois nelas estão as nascentes de água  tão necessárias ao território hebreu, além de representar posição militar estratégica na defesa deste ; o  governo sírio dá guarida ao grupo iraniano paramilitar do Hezbollah, inimigo radical de Israel e Estados Unidos. Como se não bastasse, emaranhada nesta rede de intrigas, a Síria tem a presidi-la a segunda geração de uma ditadura cujo poder é exercido, desde 2000, por Bashar al Assad. Neste caudal explosivo, deve ter sido custoso financeiramente, mas não difícil, arregimentar revoltosos internamente, e criar um exército terrorista estrangeiro para atacar a Síria(ISIS). Medonhos planos estão elaborados para destruir esta pequeno, pobre e estratégico país. Estados Unidos, França, Reino Unido, Rússia, Israel, Isis, as tropas de Bashar al Assad e Irã lutam, com terríveis armas, na intenção de cumprir suas intenções. A grande vítima é o povo sírio diante de tanta violência e atrocidades, em paralelo, sofre toda a humanidade, perdendo valores éticos frente a incerteza e a barbárie.  Destruir a Síria é mais um passo para aprisionar a humanidade.   

quarta-feira, 11 de abril de 2018


Aquecimento global, Mudanças Climáticas e a Verdade em rápidas palavras

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Os dias encalorados do mês de abril em Porto Alegre, trouxeram-me à memória nostálgicas lembranças dos outonos de algumas décadas passadas. Havia, então, um céu azulíssimo e um frio seco sobre a cidade. O clima mudou. Este foi o gatilho que me pôs a usar minha pena para escrever, mais uma vez, sobre o enigmático assunto das mudanças climáticas. Não sou climatologista, mas acompanho o assunto por mais de 25 anos. Estudando, pesquisando, observando e refletindo. Isto posto, vamos à polêmica, que de fato não é real, apesar dos meios de comunicação de massa esforçarem-se para fazê-la parecer assim. Ora, na comunidade cientifica, 98% das opiniões afirmam, categoricamente, que a atmosfera do planeta está aquecendo e, as modificações climáticas são a consequência deste acontecimento planetário. Ao pesquisar medições dos últimos 150 anos, é possível verificar acréscimo de aproximadamente 1° C na temperatura da biosfera terrestre e, através do mapeamento das características climáticas, constatam-se regiões marcadas por alterações, sazonais ou permanentes. São evidências, não ideias. Dirão, os 2% de analistas opositores à existência do fenômeno: A Terra passa por transformações periódicas naturais do clima. Sim, realmente acontece, mas a ocorrência sucede por ação de forças astronômicas, tais como, -alteração no eixo de rotação ou excentricidade de rotação do planeta (eras glaciais), -atividade da energia solar ou -ação de forças geotérmicas do planeta (erupções vulcânicas).  Contudo, entre o que está acontecendo agora e as situações relacionadas, existem diferenças de amplitude e tempo de influência. Tratam-se pois, de realidades distintas. O clima em alteração é a resposta ecológica a nossa civilização. A forma de vida consumista, indiferente, erosiva da atual humanidade, vem desequilibrando o compasso Natural do Planeta. São os gases de óxidos de nitrogênio, óxidos de carbono, metano e vapor d’água, -os gases de efeito estufa, que vem criando uma barreira à dissipação adequada do calor recebido através da energia solar. Calor este que, ao elevar a temperatura atmosférica, interfere no equilíbrio termodinâmico, mantido pelo movimento das correntes oceânicas e o regime dos ventos. A resultante destas modificações não pode ser avaliada com confiança.  O indiscutível é que os veículos de combustão interna de hidrocarbonetos, o gigantesco parque industrial, a geração de energia através do carvão ou óleo e a intensa criação de gado para abate, são responsáveis em deflagrar este atemorizante processo. Já está disponível tecnologia e conhecimento ético para resolver todos estes desafios, mas, a aliança sombria entre o Estado, a Banca Financista internacional e as corporações transnacionais, não empregarão as soluções já disponíveis , enquanto não tiver fim a última gota de petróleo, o último cm3 de gás e a última pedra de carvão. Ao invés, tentarão criar mais impostos sobre às sociedades. Demonstração disto, é a tese de instituir os créditos de carbono, que ao fim e ao cabo, é uma estratégia para negociar o ar. Daí virão, dificuldades para a industrialização de países emergentes e autorização, tácita, à tais países, para derrubar florestas. Tudo financiado por taxas embutidas em impostos pagos pelos cidadãos da sociedade global (chamados pagadores de impostos). Desta forma, nós que pagamos impostos pela casa em que moramos, pela cidade onde vivemos, pelo automóvel que possuímos, pela comida que ingerimos, pela agua que bebemos, pagaremos, pasmem, pelo ar que respiramos. O planeta se deteriora, a vida do homem fica mais difícil e a mídia embota os raciocínios  com propagandas de sustentabilidade. Ah! Faz favor.

sexta-feira, 23 de março de 2018


O STF expõe o simulacro à multidão.Resultado de imagem para foto da praça dos tres poderes

Por favor não me entendam mal, mas somente a ingenuidade das pessoas, resultado da superficialidade de suas existências, pode explicar a surpresa diante das decisões advindas das estruturas sociais que balizam o mundo brasileiro. Refiro-me, em especifico, à ordenação política do Estado brasileiro, razão pela qual é possível explicar a decisão do STF para conceder habeas corpus preventivo ao ex-presidente Lula da Silva. O homem das ruas tende a acreditar que os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, são constituídos por homens e mulheres probos e dedicados ao bem comum. Desta forma, apregoa o modelo republicano democrático. Bem, assim apreenderam através da escola e da mídia. Nada mais fora da verdade. O mais submisso escravo é aquele que não se julga escravo. Ora, o Executivo e o Legislativo são definidos, periodicamente, através do voto. Mas, qual é a qualidade deste voto? A grande maioria do eleitores não dispõe de cultura política e, mais, são analfabetos funcionais incapazes de compreender o que lhes é exposto, resultado: parlamentos constituídos por ineptos e inaptos, a miúde, corruptos soberbos. O Executivo, em geral, acaba na mão de oportunistas e demagogos cegos no desejo de poder. O Poder Judiciário, no seu nível supremo, é montado através de indicações provenientes do executivo e legislativo. Assim, sob pano de fundo da democracia e com princípios republicanos, monta-se uma civilização afastada dos bons princípios, comandada por poderes interligados, não na busca do bem comum, mas, em forças que procuram amoldar a sociedade a seus próprios interesses de manter regalias e comandos. Irmãos siameses. Portanto, há um mundo nesta esfera, auto imaginada como divina, e outra, onde transita a multidão que obedece resignada. De quando em vez, o esforço de um indivíduo expõe o banheiro da estrutura. Foi o que a Operação Lava Jato fez. O grande ganho desta operação foi mostrar que os deuses tem pés de barro. Cabe, agora , ao povo brasileiro, decidir entre a escravidão manicomial e a liberdade desafiadora. Povo que não tem virtude acaba por ser escravo.   

sexta-feira, 16 de março de 2018



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Marielle Franco, a morte que se soma à estatística sombria

O assassinato da vereadora Marielle Franco, do Psol no Rio de Janeiro, impactou   à sociedade brasileira. Não poderia ser diferente, ainda que a gente do Brasil conviva diuturnamente com a barbárie da violência sem sentido. É uma tristeza. Porém, a mim, soma-se o choque de perceber a indiferença humana com que as pessoas tratam o fato. Interesses políticos, articulam-se, para transformar a desgraça num ato ideológico e, sobre o corpo da vereadora, despejam argumentos de cartilha: era mulher, era negra, era de origem humilde, defendia os direitos humanos e outros que tais. Esquecem que uma vida humana foi ceifada, deixando dor e abandono entre amigos e familiares. Querem uma bandeira ensanguentada para levantar, pouco importa o ser humano. Os gritos de revolta soam falsos e oportunistas. Prova disto, é que  estas mesmas vozes desconsideram a outra vítima, o motorista da vereadora. Pior, não se sensibilizam com a morte, anual, de milhares de brasileiros desaparecidos sob a ação da mão assassina. Mortos covardemente,- pais, mães, crianças, jovens-, destruindo famílias e retirando da sociedade pessoas produtivas e altamente necessárias para todos. Isto é irrelevante para os corações sombrios dos fanáticos crentes dum programa revolucionário. Para evitar o eclipse das emoções entre nós, aqueles que se opõem a tais grupos de interesse, devem fazer o esforço para não serem contaminados com a indiferença, evitando desconstruir o indivíduo, depois que sobre ele, a morte se tenha abatido O respeito e a consideração é a postura esperada em caráteres honrados. Desta forma, triunfa o Espirito sobre a mesquinhez da luta cotidiana. Cessem todas as disputas sobre o cadáver e, em tributo às vítimas martirizadas numa sociedade desequilibrada, descubram os culpados e estabeleçam leis rigorosas para crimes que vem demolindo a nossa civilização.

sexta-feira, 9 de março de 2018

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A tática de atemorizar com os extremos

Estranhos são os caminhos de Deus, eu aprendi na Vida. Aprendi, também, que são difíceis de perceber os caminhos usados pela conspiração globalista, - cujos mestres julgam-se deuses-, para continuar manipulando os cordéis do mundo tirânico projetado para submeter corações e mentes da multidão aturdida. Pois bem, o ano de 2018 assinala eleições majoritárias e proporcionais de nível nacional e estadual. O poder global, aqui no Brasil, havia estabelecido uma estratégia de controlar a nação e o indivíduo através dum governo socialista.  Nesta intenção, aproveitou conceitualmente a democracia para colocar no comando político do País, partidos e governantes despojados de qualquer sentimento de bem comum e Pátria. De fato, estas organizações e seus quadros são estrutura de capatazia, a qual, a pseudodemocracia ( sustentada pelo dinheiro, propaganda e políticas de prosaico agrado popular) , deu a fachada de  serem justas e representativas. Hipocrisia. Pois este plano foi desvelado e os antigos deuses mostraram seus pés de barro.  A partir daí, foi preciso colocar o plano B em ação. O plano que trata de desacreditar os militares, afinal as Forças Armadas são organizações comprometidas com a Pátria e a Honra. UuuHhh! Podem causar grandes problemas às intenções globalistas. Na sequência, é necessário cuidar dos votos, afinal vivemos numa democracia.  Significa criar o perigo dos extremos. Colar a imagem de temor, principalmente, no candidato das teses nacionalistas e conservadoras. O extremo da esquerda dissolveu-se na maldade e incompetência e, cá entre nós, sempre serviu aos planos da ordem globalísta. O terror, senhoras e senhores, vem da extrema direita, ainda que poucos saibam o que significa. Desta forma, criam o fantasma do extremismo e podem apresentar candidatos muito corteses, pausados, sensatos e, submissos. Debaixo do medo, sem compreender perfeitamente o que está em jogo, a população será lançada a decidir por algum manjado personagem insípido.  E aí, bye,bye Brasil. Nossa resposta, a encontramos na Bíblia: Não és quente nem és frio, És morno. E por serdes morno, eu te cuspo. O Brasil não precisa de cordialidade conformista, precisa de determinação e coragem.    

sexta-feira, 2 de março de 2018

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A privatização do Dmae precisa ser justificada

A água é a base da Vida, diz a Ciência que conhecemos. Daí, quem controlar os destinos deste precioso líquido na Terra, possuirá a chave que abastece a Vida no planeta. Tal é a razão pela qual uso minha pena contra o intento de privatizar o DMAE (Departamento Municipal de Água e Esgoto) de Porto Alegre.  Privatizar o abastecimento da agua é movimento global, está claro a quem observa. Ah! E por favor, não politizemos a questão em direita e esquerda. É ridículo. Penso que existem empresas estatais que devam ser privatizadas, outras fechadas e, mesmo ainda, dadas. Mas, cá entre nós, empresas cujo objetivo final é o abastecimento hídrico, não podem ser entregues à iniciativa privada sem justa argumentação. É o que falta no caso do DMAE, que trata-se duma autarquia e funciona bem, há anos superavitária, inclusive emprestando dinheiro à prefeitura municipal e financiando projetos de outras secretarias.  Ora, não se encontra propósito plausível na venda do referido departamento.  Quando uma estrutura corresponde a sua função, sobre ela devem incidir ações no sentido de aprimorar os já bons serviços prestados. Pensando assim, é preciso investir na análise e tratamento dos esgotos lançados nas águas que suprem a cidade, separar as redes de esgotamento pluvial ( DEP) e domiciliar, montando uma rede de esgoto absoluto, agregar ao tratamento da água que abastece a capital, capacidade para monitorar a poluição e contaminação química e bioquímica. Isto é qualificar a vida do habitante de cidade. Neste momento histórico, onde a administração pública tem causado tanto mal à civilização brasileira, parece fácil propor privatizações, indiscriminadamente, como forma de encontrar todas as soluções. As empresas privadas tem suas estratégias e seus interesses, portanto, privatizar sem critérios pode envenenar ao invés de curar.