sexta-feira, 16 de novembro de 2018

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Ernesto Araújo, Habemos Chanceler

 Agora é a hora de observar a formação da equipe de ministros do presidente Jair Bolsonaro. Dentre os nomes, que aos poucos vão aparecendo na mídia, confesso, há alguns que prefiro esperar para poder avaliar, outros são pessoas admiráveis e existe até mesmo indicações que manifestei-me contra. Nada pessoal, mas votei e trabalhei na candidatura do capitão e dou-me tal direito, sempre buscando a Verdade através do amor. Este introito, faço-o para mostrar minha opinião sobre um ministro cujo trabalho desconhecia, trata-se do nosso futuro Chanceler. Ernesto Araújo, quedei fortemente impressionado pela sua clarividência e proposta de trabalho. O diplomata Ernesto Araújo mostrou conhecer o momento da realidade histórica pela qual navega atualmente a civilização humana, apontou o poder globalista como grande mentor do futuro –seja ele qual for- da humanidade e, deixou claro, que estes interesses trabalham pela implantação do socialismo real, cujo modelo será o comunismo Chinês. Quando chegar ao final o projeto, virá uma lei severa para submeter os povos. E todo poder emanará de um único governo mundial, burocraticamente articulado na ONU. Enxerga, cristalinamente neste contexto, a revolução cultural levada a cabo pelos ditos partidos de esquerda no Brasil, cujo objetivo é destruir instituições e desmontar a nação criada sob à égide dos valores judaico-cristãos.  Intenção explicita e implícita nas ações deletérias destas organizações. A proposta do homem que representará o Brasil no concerto das nações é lutar com Amor e Coragem para defender Interesses nacionais. Brasil soberano. Que grande e feliz surpresa, ver alguém com este conhecimento, inteligência e coragem, alcançar tão importante posto. Habemos Chanceler!

José Maria Rodrigues de Vilhena


terça-feira, 30 de outubro de 2018

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Merece a República ser louvada?

    
Era madrugada quando aos 17 de novembro de 1889, embarcava rumo a Portugal, Pedro II, Imperador do Brasil, acompanhavam-no família e colaboradores próximos.  Forçado a sair do Palácio na calada da noite, como forma de evitar ser saudado pelo povo e, talvez, impedido de deixar o País. A República fora proclamada na tarde do dia 15. Substituía-se a Monarquia -republicana e parlamentarista-, pela República -centralista e caudilhista. Que mal fez o imperador a merecer tal sorte? É pergunta que nunca calou. Mas, há pistas a apontar responsáveis: os banqueiros ingleses reconhecem de pronto e oferecem empréstimos ao novo regime, sociedades secretas e filosofias revolucionárias conspiravam pela república, militares insatisfeitos com a morosidade das carreiras, abolição da escravatura e a sucessão do Imperador. A sinergia destes fatores derrubou a Coroa. Incruenta nasce a República, pois Pedro II, na contumaz dignidade, desautorizou à reação. Nasce, também, velha e vacilante. Velha, ao manter erros antigos, a eles agregando novos vícios. Vacilante, pois não possuía apoio popular, abrindo espaço à disputa do poder, numa onda de interesses pugnados na violência das armas e na tirania. A República foi estabelecida sobre a tese da democracia, falsa bandeira jamais desfraldada de fato. Ao longo da História republicana o embate político desestabilizou o Brasil. Revoltas e revoluções arrazoaram-se no combate à ditaduras e corrupção. E de tal forma decaiu o Brasil nesta nova ordem, que germinou uma sociedade sem valores espirituais, numa fraqueza moral que permitiu cair o comando do País nas mãos de organizações espúrias cuja intenção final é demolir o Estado brasileiro. Portanto, não se justifica louvar a proclamação da república, antes disso, retrata melhor a realidade os versos consagrados pelo povo, após a despedida de D. Pedro. Diz assim: Partiu Pedro II/ Para o reino de Lisboa/ Acabou a monarquia/ E o Brasil ficou à toa.
J R de Vilhena


segunda-feira, 1 de outubro de 2018

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Brasil, eleição ou insurreição ?

O Brasil é país sui generis, com capacidade para ser gigante não consegue sair da infância. Uma razão fundamental para tal anomalia é o desconhecimento de sua História por parte da maioria esmagadora da gente brasileira. Agora mesmo, vivemos um momento crucial que encerra a mais importante eleição presidencial já transcorrida nos tempos da República. E pasmem, de fato só há um candidato ao posto de presidente, refiro-me a Jair Messias Bolsonaro. Não há adversários, tudo reduz-se à Bolsonaristas e os anti-bolsonaros. Por que?  A resposta é simples, a disputa é entre o Establisment e um líder que o desafia. O establisment não tem candidato e nem é capaz de explicar com lisura a própria existência, chegando ao cúmulo de seus movimentos serem orquestrados de dentro duma prisão federal. Não é sui generis?  Pela coragem e determinação, o líder anti establisment arrebata multidões deitado na cama de um hospital onde busca recuperar-se de atentado homicida, vítima duma ação, até então, inédita nos anais da política brasileira. Enquanto isso, o establisment assume a posição, não de situação, mas, de oposição ao candidato que o enfrenta. Para isso, deflagra tática de criar problema em cima do não problema e, a partir daí, criar factoides lançando-os contra à pessoa de Jair Bolsonaro. A ação através do não problema envolve misoginia, como se isso fosse possível ao ser humano normal já que ele é nascido de uma mulher. Mulher não é problema, é solução; Racismo, num país miscigenado que só foi possível existir graças a este fato? Homofobia, numa sociedade imensamente democrática com relação ao sexualidade. Em cima destes que tais e, usando pessoas que por algum insignificante ganho, incapacidade intelectual ou despreparo ético, dispõem-se a atacar freneticamente o cidadão Jair Bolsonaro. Os reais problemas da Nação e as perspectivas de futuro, passam ao largo. Enquanto isso, um grupo de homens e mulheres, decididos à luta, orientados na certeza de quem, pode não ter a solução mas sabe perfeitamente o que não quer, enfrenta todo o tipo de artimanha para ser desmobilizado. Senhoras e senhores, não estamos diante duma eleição, estamos diante duma insurreição.

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

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A estrutura Globalista- comunista, uma ideia de opressão.

Talvez você não acredite, talvez pareça impossível de ser real, mas, mesmo assim, saiba que é verdadeiro. Existe, sim, um movimento para implantar uma Nova Ordem controlada por um governo mundial. O palco desta peça começou a ser montado ainda na revolução Francesa em 1789, quando a alta burguesia mercantilista comandou o processo que iria pôr fim ao sistema monárquico e enfraquecer a Igreja Católica que o acreditava na Europa. Napoleão Bonaparte, numa segunda etapa do processo, entre os anos de 1796 e 1816, a manu militari, depôs as monarquias hereditárias na Europa. E, no ano de 1845, Karl Marx lança o manifesto comunista, conclusão de um trabalho financiado por alguns banqueiros e previsto para ser a base doutrinária duma nova sociedade onde o Estado a tudo determina, controla e provê, compensando o autoritarismo com a promessa de igualar a todos. O regime comunista, deus e demônio, entre os homens reinaria. Para isso, é fundamental eliminar interesses nacionais. O pretendido governo mundial exige o fim dos impérios regionais nacionalistas e, não foi outra a razão de haver sido deflagrada a 1ª Guerra Mundial (1915- 1919). Quando este conflito termina, 20 milhões de pessoas haviam morrido e com elas desapareceram o Império Alemão, o Império Austro-Húngaro, o Império Otomano, o Império Russo.  A Rússia, no final da guerra, estava convertida numa república socialista arrastando consigo outros pequenos países, forjando a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Oportunamente, desta carnificina, emergiu a criação da Liga das Nações. O objetivo estava a caminho e dentro de breve tempo o epilogo estratégico previsto para a 1ª Guerra, surge na forma de uma 2 ª Grande Guerra Mundial (1939-1945). Encerrada a segunda Guerra, sessenta milhões de pessoas haviam morrido e a metade da Europa ocidental foi submetida ao regime comunista, exausto o Império Britânico desabou. No extremo Oriente, a China envolveu-se numa guerra interna que a levou ao comunismo em 1948 e o Império Japonês sucumbira. O mundo mudou rapidamente após 1945, quase 50% da população do planeta passou a viver sob regime comunista, as tecnologias disponíveis desenvolveram-se espetacularmente e a ONU, cujo embrião foi a Liga das Nações, nasceu. Neste novo cenário, a Organização das Nações Unidas dá a última palavra em todas as questões geopolíticas, a tecnologia alcança a capacidade de tornar o planeta uma aldeia e o comunismo governa metade da população mundial, Surge uma Guerra Fria entre Capitalismo e Comunismo, na verdade a chave de segurança para não falhar o plano pretendido de implantar o Marxismo como base da sociedade global. A sociedade de economia comunista é inviável, teria de ruir. E ruiu. Contudo, é possível mantê-la operando num mundo com um único comando onde os meios de produção sejam fiscalizados pelo Estado e o Estado sirva a interesses e negócios meta capitalistas dirigidos pelo poder Globalista (Banca financeira Internacional, Corporações transnacionais e fundações globais de diversos matizes). Bem, estabelecer uma civilização que iguala os desiguais, desconsiderando talentos e esforços, só é possível sob um regime de força. É para isso que servem governos comunistas. Impor obediência a uma ditadura Global. A China hodierna é exemplo cabal desta estratégia. A Era de guerras entre pretensos interesses capitalistas e comunistas, acabou. Agora há a bandeira da democracia e república. É o que todos respeitam e almejam. As diretrizes são elaboradas nos gabinetes da ONU.  Tudo perfeito e maravilhoso. Os governos dos países são eleitos democraticamente e obedecem com fervor às decisões emanadas do parlamento mundial. Porém, há um detalhe nunca referido: Que representatividade  há nestes governos? São eleitos num sistema onde a população é mantida sem educação, informação, cultura e formação honrada dos cidadão e cidadãs. Consideradas nestas condições, a república e a democracia são farsas cujo desiderato é entregar o poder de conduzir sociedades nas mãos de oportunistas organizados. Dentro desta linha de raciocinio, as organizações comunistas infiltram-se no Estado, na mídia, no convívio social, nas instituições religiosas e, paulatinamente, assumem o controle da civilização que o marxismo promete, já que neste processo de busca do poder, todas as tradições são destruídas. Família, pátria, propriedade privada, interesses nacionais, história e cultura, tudo é retificado e reapresentado pela Nova Ordem imposta através de políticas de Estado. E quem estabelece as políticas de Estado? Os políticos. E quem compra e vende políticos? Homens e corporações poderosas. Assim, tudo girará em torno da vontade única que financia o empreendimento e ,daí, virá o governo mundial, constituído por uma oligarquia globalista . O regime político comunista irá impor as decisões do governo Globalista, num papel de feitor cuja recompensa é a boa vida. Ao povo, restará a condição de escravo resignado. Será possível fazer um corte vertical na civilização humana global e visualizar no topo os divinos de onde vem dinheiro e ideias, abaixo deles os feitores comunistas e na base desta estrutura os zumbis. Talvez para sempre.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

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A importante decisão de não caçar Baleias

Tudo realmente importante, no Brasil, não merece destaque, não motiva ou envolve a população. Aqui, só o Futebol determina debate e veemência.  Assim, a História vai sendo escrita sem que as pessoas compreendam a importância da gestão pública e artimanhas políticas, sem entender o valor perdido no incêndio dum museu, sem tomar conhecimento da decadência e manipulação da educação. Independente do desinteresse, as coisas acontecem.  E ocorreu em Florianópolis , dia 14 de setembro, uma decisão de nível global, cujas consequências refletir-se-ão de maneira muito importante na ecologia planetária e, mesmo, influenciando mentalmente à humanidade, porque instiga valores de justiça e respeito. Para jubilo das consciências sensíveis e vivificantes, a Comissão Baleeira Internacional não liberou a caça comercial das baleias.  Caçada esta, proibida há 32 anos e que o Japão burla com o argumento de matar para a pesquisa cientifica. O País do Sol Nascente, vítima da brutal devastação de 2 bombas atômicas, solicita o fim da proibição à matança destes mamíferos marítimos que possuem a segunda capacidade cognitiva do planeta e cuja linguagem de comunicação utiliza 2000 sons. Uma espécie martirizada e ameaçada de extinção pela poluição dos mares e navegação tecnológica dos humanos.  O impressionante gigante entre os animais, tem como feroz predador, os interesses comerciais do Japão e outros países, que o querem matar, devorar sua carne e usar seus predicados biológicos. É criminoso. E digo mais, a fauna dos oceanos precisa duma moratória de pesca, pois a população de animais marínhos –cuja imensa parcela vive na plataforma continental´-  vem diminuindo significativamente. As consequências deste fato serão duramente sentidas. Estamos ameaçando a nós mesmos. Por enquanto, é uma importante vitória ajudar os cetáceos a sobreviver às iniquidades do bicho homem.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

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Atentado contra Bolsonaro, a Providência Divina intercedeu pelo Brasil

Eu acredito em Deus. Foi a intervenção Divina que salvou Jair Bolsonaro da morte. Na História, muitas vezes, este poder intercedeu pelo Brasil e agora, creiam, impediu a concretização do sinistro plano conduzido pelos interesses que conspiram contra o candidato Bolsonaro porque pretendem manter a condução do País sob sua sombria ordem. Não sou leviano, mas também não sou tolo, poderia fazer acusações apontando o dedo para quem, tenho certeza, arquitetou a intriga. Por não dispor de provas, não o farei. Mas, cá entre nós, acreditar que um mero desequilibrado mental que odeia políticos - assumindo papel de brasileiro indignado-, possa perpetrar tamanho ato, é desconsiderar a inteligência nacional. Por favor, a peça foi montada usando um deficiente cognitivo, incapaz de avaliar as consequências que lhe adviriam realizado o assassinato. Mero peão cuja cabeça nada vale. Senhoras e senhores, contra Bolsonaro houve uma conspiração que visava matá-lo e ato continuo deflagrar um linchamento. O temível candidato anti-establisment  seria eliminado fisicamente e o linchamento poria por terra as bandeiras defendidas por ele. Perfeito, não? Qualquer proposição confrontadora da Ordem Mafiosa dominante no Brasil estaria sepultada por décadas. Mas, Deus não permitiu. Agora, aos inimigos do capitão, resta uma única possibilidade para derrotá-lo, contudo sem a capacidade de aniquilar seus ideais, refiro-me à fraude nas urnas eletrônicas- a última cartada do círculo das sombras-.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

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O inaceitável incêndio do Museu Nacional

História magistra vitae est. A História é a mestra da Vida. E os museus são os fiéis depositários da História. Eu nasci na cidade de Bagé onde hoje é o museu Diogo de Souza, à época do meu nascimento era local do Hospital Gaffré.Por gostar e estudar profundamente História, já visitei e fiz consultas em  inúmeros e fabulosos museus através do mundo. Entre tantos destes lugares, guardei na alma sempre um carinho muito especial pelo Museu Nacional no Rio de Janeiro, onde  na curiosidade e inocência dos meus 10 anos fiquei inesquecivelmente impressionado ao ver um meteorito e o sarcófago de uma múmia egípcia. Narrado este resumido currículo de frequentador de museus, imagine-se o meu espanto e horror ao tomar conhecimento do incêndio que consumiu  acervo e estrutura do museu de 200 anos dia 2 de setembro. O nosso Museu Nacional. Perplexo, pergunto-me: Como o Brasil chegou a tal estágio de deterioração sociocultural capaz de permitir tamanha tragédia ? Trata-se da demonstração exemplar de baixa autoestima, onde a população, siderada, torna-se  indiferente ao seu passado, sobrevivente no presente e sem concepção de futuro. Voltamos à pré-História. Pelos deuses, que estratégias malignas foram e são usadas para imbecilizar o povo e fazê-lo desprezar cultura e educação?  Estamos frente não à estupidez, o que já seria grave, estamos frente à perfídia insidiosa e malévola. O sinistro no Museu Nacional não se justifica na gestão incompetente, vai muito além. Não quero ser leviano, mas uma catástrofe desta monta só acontece se for, no mínimo, facilitada. Por favor, não diga tratar-se de concepção conspiracionista, olhe ao redor e constate, há um metódico trabalho sendo desenvolvido por organizações políticas, midiáticas, financeiras, sindicais e grupos secretos, no intento de  destruir os valores e a memória da civilização brasileira. É no campo ético e estético. Eis a razão pela qual ruas e obras de arte são desfiguradas, a infância e a família atacadas, a discórdia disseminada e o passado apagado para ser reescrito. Assim ardem os museus. Sem memória e sem conhecimento, haverá apenas uma manada conduzida pela utópica bandeira duma nova ordem, que por fim, lançará a todos numa igualdade de escravos vivendo sob a tutela sombria dos Globalistas.