quarta-feira, 24 de julho de 2019

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A Ferrovia necessária.

O movimento de cargas e pessoas no território de um país é como o sangue que circula num corpo. Através dele – o movimento-, conectam-se cidades produtoras e consumidoras no tabuleiro econômico. Há diversos modais de transporte disponíveis para isso. Nesta ágil análise, concentro minha razão no modal ferroviário. O Brasil, na sua História, teve a dirigi-lo um imperador visionário e, por esse motivo, ao chegar o fim da monarquia, existiam no Brasil 11000 km de ferrovias operando e 9000 km projetados.  Na mesma estratégia, nos anos 1920, trens já rodavam numa malha de 22000km. O sistema ferroviário cresceu no país e apesar de deficiências na logística nacional, foi sem dúvida, fundamental no crescimento da economia e integração nacional. O tempo passa, e com ele veio o conceito rodoviário dos veículos automotores, trazendo vantagens e desvantagens. A ferrovia foi impactada e seu futuro, no Brasil, comprometido. A pressão da indústria automobilística introduzida no país, e a politização dos sindicatos ameaçando boicotes, levaram os governos do regime militar a deixar a Rede Ferroviária Federal no ostracismo, ainda que, no Governo do general Geisel tenha havido uma real tentativa de retomar o sistema ferroviário. Era tarde, interesses poderosos já estavam no jogo com capacidade de neutralizar a retomada dos trens. O modal ferroviário definhou, de tal forma que na década de 1990 não havia outra atitude senão privatizá-lo.Muito Bem. É inquestionável a ação, mas, a maneira de realizá-la foi constrangedora. O processo de privatização implementou-se por regiões e sem critérios firmes de adequação técnica, onde se inclui padrões de bitolas, revitalizações de equipamentos e operacionalizações das linhas. O resultado foi o sucateamento da malha, em total descaso ficaram troncos e ramais sem importância comercial para operadora da região. É dizer, o processo resultou em modernização pífia e fim do transporte de passageiros. A malha ferroviária brasileira, nos seus atuais 40000 km, só transporta soja, minérios e produtos petroquímicos. Quase trinta anos da privatização das ferrovias, um negócio que só alcançou maximizar lucros de megacorporações industriais. Eis um exemplo clássico de má gestão pública, onde o bem estar da população dá lugar aos objetivos negociais globalizas. Até quando?   

sexta-feira, 19 de julho de 2019

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 A corrupção não é causa, é consequência.

O homem jaz no maligno. A corrupção é marca da besta impregnada nas suas células, dela só escapam os indivíduos sob condições excepcionais. O Brasil sempre foi campo fértil à propagação do ilícito e, tal natureza, é quase um esporte nacional cujas mazelas medonhas ensandecem o nosso meio. O Brasil recente mergulhou por décadas nos golpes, trapaças e mentiras escondidas por uma mídia venal. Um dia, porém, a Verdade vem à tona, e as ações escandalosas agora chegam ao conhecimento da multidão, que instintivamente, disse um basta às condições intoleráveis de convivência. Entretanto, estamos diante do teatro que torna a corrupção foco de todas as coisas.  Desta forma, ela, que é consequência, passa a ser a notícia centralizadora dos interesses diários, trazendo consigo raiva e negação cognitiva. Poucos se importam em ir às causas e buscar os protagonismos no processo de degradação moral da sociedade brasileira. Espero, nestas rápidas linhas, alumiar o que se esconde nos bastidores, estabelecendo tal estado de coisas. O crime organizado, a patética representação política, a destruição ambiental, a ruina da educação e cultura no País,a proliferação da doença entre a população, a manipulação total da mídia. Este tremendo caos jamais seria possível sem que houvesse sido planejado e programado. Ora, não precisa ser muito arguto para perceber a importância do Brasil num projeto de governo mundial.  A riqueza Mineral, Vegetal e a imensa área agrícola disponíveis dentro destas fronteiras, justificam qualquer ação radical contra o País da Verdadeira Cruz. Até mesmo destruir, completamente, a Nação.  Os interesses da Nova Ordem Mundial apoiam-se, necessariamente, nesta perspectiva. A principal ferramenta do projeto é, através da filosofia marxista, impor o regime comunista entre nós. E, afinal, para onde for o Brasil irá a América Latina. O movimento devastador deve, entretanto, ser feito de forma legalista e silenciosa, eis porquê a democracia é incensada e a República divinizada. Debaixo destas condições, proclama-se uma constituição a fim de favorecer oportunistas e proteger o crime, modificam-se as atribuições dos poderes, ameaça-se e afasta-se o cidadão comum das decisões de sua própria vida. Tirania. Uma minoria, quase invisível, tudo delibera, tornando a população refém destes iluminados que preparam o palco para a próxima cena do totalitarismo comunista, instrumento do poder globalista, único e severo governo mundial que está porvir. Punir a corrupção? Sim, óbvio. Mas, sobretudo, entender a armadilha para livrar-se dela.     

terça-feira, 25 de junho de 2019

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As mulheres no Futebol

Mais uma vez a seleção feminina de futebol do Brasil, disputando uma Copa do Mundo, fracassa no objetivo de ser campeã. Ora, não estou contra mulheres jogarem futebol, muito pelo contrário, o esporte Bretão é lindo e as meninas e moças tem o direito de se divertir na sua prática. É bom para elas e bom para todos. Inclusive, a olhos vistos, a qualidade com que o fazem é cada vez maior e, é mesmo muito agradável, assisti-las jogando. Contudo, desconfio da insistência com que a estrutura de comando do futebol – no mundo e no Brasil-, através  das Confederações nacionais e Internacionais dispendem  poderosos esforços para estabelecer um mercado profissional feminino. Como de praxe, usam a mídia para embutir mentalmente na multidão importância no assunto e obrigam os clubes a formar equipes de mulheres. Quanto altruísmo pela igualdade e felicidade feminina. Que comovente. É preciso conhecer a Verdade para não cair na manipulação. A Verdade liberta. Entendamos alguns pontos obscuros: profissionalizar o futebol feminino criará um mercado negocial enorme, surgirão possibilidades de transações enriquecedoras de agentes  alguns diretores dos clubes e, talvez, lavagem de dinheiro, num processo multiplicador de concentração cada vez mais acentuado de capital. Uma arquitetura financeira onde o dinheiro flui dos recursos da turba em direção a poucos cofres. Por outro lado, servirá como ponto de apoio à catapulta da pretendida disputa de direitos entre entre os sexos (gênero ?). Conflito falso onde as mulheres serão alegadas vítimas do machismo  privilegiado. Ó crueldade machista! “Empoderem” as Mulheres, mais uma vez humilhadas! Bradarão as feministas cheias de rancor e outros sentimentos. Tudo transita perfeitamente dentro da estratégia Globalista de criar o problema, criando dificuldades e apresentando soluções , que via de regra, espalham corrupção e concentram riqueza. Tudo muito cientifico. Difícil de acreditar? Pense nisso. Já acabaram com o lúdico no Futebol Masculino e agora, hipocritamente, pretendem conduzir à cabresto o Futebol Feminino. Por favor, deixem as mulheres em paz, vamos todos ajudar a prática delas no esporte, mas que tudo aconteça naturalmente. Bom divertimento meninas.

terça-feira, 18 de junho de 2019

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O persistente ataque ao Governo Bolsonaro . Por quê ?

Chega, uma vez, para todo homem ou nação, a escolha entre o bem ou o lado do mal, entre a luz e as trevas. Neste instante, a Vida paralisa na encruzilhada do tempo e traça o destino. Com esta crença, asseguro: a gente brasileira encontrou tal momento no ano de 2013, quando ela, indignada, saiu às ruas. Nas ruas, inconformada com os rumos que o País tomava, lançado numa espiral descendente de desordem moral, econômica e social. Hoje, passados mais de 5 anos, há uma disputa insidiosa a permear cotidianamente a administração do governo federal. Por quê? Infelizmente, os meios de comunicação de massa induzem à grande parte da população-intelectual e culturalmente despreparada- na convicção de que vivemos mera disputa política, onde os interesses estão aprisionados no curral ideológico de direita e esquerda. Simplificação medíocre, que tudo reduz à punição de corruptos, falsidades, depreciação e violência. Fanatizada, na população poucos conseguem conceber a existência duma guerra titânica em torno de valores. Valores que definirão como viverá a humanidade e, especificamente, a nação brasileira.  O quê será de nós e o quê legaremos às gerações futuras. De um lado, a Força Política composta por partidos marxistas associados à agenda Globalista, de outro lado, grupos conservadores -não tão bem organizados- mas levantando bandeiras caras da tradição judaico-cristã. O Globalismo-Marxista intenta destruir nações, acabar com a liberdade individual, impedir a propriedade privada, substituir a ideia de família e Pátria por Estado e Partido e, finalmente, instaurar o Governo Mundial cujo comando estará nas mãos das finanças e será imposto pelos princípios comunistas. Até então, apresentar-se-ão como defensores dos fracos e oprimidos, bela pele de cordeiro.  Os conservadores, por seu turno, reafirmam a família, a liberdade e responsabilidade individual, a manutenção e aprimoramento das tradições históricas da nação, a redução da ingerência Estatal na sociedade. Muita coisa está em jogo. Por isso a persistência em agredir o governo recém-eleito. Atacar sem prurido, colocando os interesses de bem-estar e sustentabilidade do País como irrelevantes. Muito ainda irá se passar nesta luta entre a liberdade e a escravidão, entre a luz e as trevas, entre Deus e Satã.

quinta-feira, 23 de maio de 2019



A utopia do governo mundial –nascimento e caminho.Imagem relacionada                  

 A vontade de estabelecer o governo único à humanidade surgiu há muito tempo, diria muitos séculos atrás. Faz parte da loucura humana. Foi propósito de Alexandre Magno fundar um império mundial que orbitasse em torno do pensamento Cultural Helênico. Fracassou. Depois desta tentativa, Roma quis, com sua espada, impor a Pax dos guerreiros, imaginando o império global sob seu estandarte. Fracassou. Por razões diversas, as duas intentadas encontraram a derrocada. O pretendido governo mundial, amalgamado através do pensamento Helênico ou das leis Romanas, não frutificou. Porém, a utopia permaneceu. O próximo tentame coube ao círculo de poder, que se desenvolve e cresce, após a queda da Roma Imperial, força que ergue, enriquece e mantém Constantinopla, a capital e fortaleza dos mercadores operadores  dos negócios entre o Oriente e Ocidente. Essa condição estabeleceu a gênese da ideia duma civilização que apontava para o futuro, onde o Mercado e àqueles que o regulam, comandariam. Após o apogeu de Constantinopla, muitos séculos e acontecimentos foram escrevendo a História da sociedade humana, fatos que, neste texto, não serão abordados até que chegue o ano de 1789, quando eclode Revolução Francesa, pedra basilar da Nova Ordem Mundial, onde a capacidade do capital será afirmada. Em Paris irrompeu, sanguinolenta e radical, a revolução cujos acontecimentos se originaram no ano 1788 numa seca terrível sequenciada pelo congelante frio.  Tragédia ambiental que assolou a França do rei Luiz XVI. As consequências para a agricultura foram arrasadoras, em breve faltava pão à turba.  A França era a maior potência europeia, contudo, guerras contra a Inglaterra nas terras americanas, ocorridas no reinado de Luiz XV, haviam debilitado o tesouro real. Amargando tão desfavoráveis condições, Luiz XVI, não mais que adolescente, chega ao trono para enfrentar os tempos da revolução. Herdara a coroa pressionado pelas dificuldades econômicas, e cercado por uma aristocracia enfraquecida, perdida de valores. Ser rei foi missão difícil e mortal. No seio da sociedade francesa, existia, então, a base necessária e suficiente, para deflagrar um processo revolucionário: o pensamento filosófico (no caso, iluminista), a multidão carente e o capital concentrado nas mãos dos financistas. A revolução aconteceu, de cima para baixo, como é clássico nestas ocasiões. Em 1789, cai a Bastilha e, com sua demolição, transforma-se a monarquia em refém de políticos revolucionários e da alta burguesia. O rei é decapitado em 1793 e a Igreja Católica mergulha na desgraça total, afinal, o antigo regime é sustentado por cabeças coroadas e o Clero. Cristalina aparece a intenção revolucionária: dar cabo à monarquia, destruir a Igreja Católica e ser universal. Prova física deste projeto aparece na elaboração da carta dos direitos universais do homem. Liberdade, Fraternidade e Igualdade, grava o dístico revolucionário. Parece lógico e justo. Mas, como e quando serão usadas tais prerrogativas? Na verdade, é o primeiro passo para estabelecer materialmente a Nova Ordem Mundial. É histórico, em tempos pós-revolução há sempre um vazio de poder e disputa por ele. Na França não foi diferente, o país caiu na desordem, sem lei e assolado nas fronteiras  por tropas estrangeiras -contra revolucionárias-  somados  a levantes internos. Veio o pânico. Nesta altura, surge a figura militar de Napoleão Bonaparte. Jovem oficial de artilharia, cujas vitórias sobre os exércitos estrangeiros e revoltosos internos, que lutavam contra a revolução, o guindam à general e posteriormente ao comando do Exército Francês. Ora, uma sociedade desorientada, clama por um líder para conduzi-la à segurança. Aconteceu no fim da república Romana quando Júlio Caio César cruzou com suas legiões o Rubicão, e assumiu o poder. Os franceses, envolvidos na instabilidade apavorante, em 1796 clamavam: Queremos um rei! Napoleão, com seu prestigio militar, atende os anseios da população sendo conduzido à posição de Consul da República e, posteriormente, em 1804, se auto proclama Imperador. O povo o glorificou. Viria para ele outra missão, ainda mais importante, acabar com as monarquias absolutistas na Europa. Napoleão a realizou com seu gênio militar, através das campanhas de guerra sempre vitoriosas e só interrompidas na expedição de conquista da Rússia em 1814. A monarquia dos Czares se manteve intacta- a única na Europa de então. Depois da derrota nas estepes geladas da Rússia, chegou o fim para o imperador Francês. O término do absolutismo lançou o mundo numa nova realidade. Napoleão, politicamente, personificava o imperador fantoche da poderosa força que financiou a revolução Francesa e as campanhas militares comandadas por ele. A Nova Ordem Mundial preparava célere o futuro. Coincidentemente, ou não, nos estertores do século 18 e início do século 19, o regime monárquico absolutista estava substituído pela monarquia constitucionalista e a atividade agrícola cedera espaço às fábricas da era industrial. Na nova cena, aparecem as massas proletárias -urbanas, miseráveis e tutelado pelo sistema produtivo da industrialização.  O mundo, agora, não depende de reis ou rainhas, funciona com patrões e operários. É a Nova Ordem. Nesse contexto, em 1848, é lançada, escrita por Karl Marx e Engels, a obra literária político-social - O Manifesto Comunista. A publicação clamava pela união do proletariado mundial contra a classe da burguesia Patronal. Na perspectiva de uma nova sociedade, as nações serão substituídas por um partido político, o Partido Comunista, única organização cujos interesses se superpõem ao Estado. Ditadura proletária. Proletários do mundo, uni-vos! Numa situação, provavelmente induzida, a doutrina veio a preencher filosoficamente a justificação da necessidade dum Governo Mundial.  O sentimento de Pátria desapareceria, substituído pela fidelidade aos ideais comunistas. Ideais que propugnavam uma sociedade calcada na igualdade e provisão do Estado comunista. Parece sedutor, não?  No fim do século 19 organizações secretas, homens de imensas fortunas e políticos poderosos, investiam em clubes e ligas que estavam encarregados de propagandear a doutrina socialista, também financiando a formação e facilitando a carreira de jovens, comprometidos neste ideário, para ocupar postos chaves nas áreas políticas, sociais e econômicas dos governos. Quando inicia o século 20 já havia uma estrutura, estrategicamente montada para influenciar governos importantes e grandes corporações, de tal forma a abrir caminhos capacitados ao estabelecimento do governo Mundial. Com exceção da Rússia, nos anos 1900, inexistiam monarquias absolutas no continente europeu. O passo seguinte seria acabar com os interesses nacionais, submetê-los a uma instância superior a ser criada.  A fim de alcançar tal desígnio se faz necessário rearranjar politicamente a Europa. Para tanto, urge um acontecimento amplo, dramático, radical. A guerra. A guerra total, espalhada por todo o mundo. Para deflagrá-la, bastou um fanático assassinar, o herdeiro e a esposa, da coroa do império Austro –Húngaro. A politica dos tratados de aliança e proteção entre os países, acabou, num efeito dominó, lançando a Europa numa conflagração brutal cuja carnificina matou 20 milhões de pessoas, durante 4 anos de batalhas. Confronto onde a Paz foi propositadamente postergada. Eis a 1ª Guerra Mundial. Ao terminar, haviam desaparecido o império Alemão, o Império Austro-Húngaro, o império Otomano e o Império Russo fora convertido em república comunista.  O modelo republicano substituiu, de fato, completamente, o regime monárquico. E, sobretudo, organizou-se a Liga das Nações, instituição que primeiro representou a instauração do governo mundial. O processo globalista avança. O ambiente belicista, contudo, não acabou quando o conflito chegou ao fim. A Alemanha derrotada foi preparada para ser o estopim do segundo ato da peça de sangue e fogo.  O país germânico, humilhado e brutalmente empobrecido, trilhava na direção duma previsível revolução comunista, que uma vez realizada, convulsionaria a Europa numa guerra. O Nazismo aconteceu como fator de imprevisibilidade. De qualquer forma, veio a guerra imaginada pela estratégia globalista. No ano de 1939, eclode a 2ª Guerra Mundial iniciada pela Alemanha. Barbaridades e 60 milhões de vidas perdidas neste conflito, cujas batalhas espalharam-se por todo o planeta. O ano de 1945 encerrou, com a derrota do eixo Alemanha- Itália- Japão. O resultado geopolítico transformou Polônia, Hungria, Iugoslávia, Romênia, Albânia, Bulgária e metade da Alemanha, em países sob domínio Comunista. No extremo Oriente, o Império Chinês caiu sob o controle do exército comunista de Mao Tsé Tung, situação que abre caminho para a doutrina comunista no Oriente profundo. Ao encerrar a Segunda Grande Guerra, metade da população mundial quedava a viver sob o regime comunista. Houve a criação da ONU, que a partir de então, funciona como Quartel General do Governo Mundial. Assim, ONU e imenso crescimento das fronteiras comunistas, são a resultante da II Grande Guerra. Mero acaso? Ou concretização de uma etapa do planejamento da Oligarquia Globalista? Para pensar. A humanidade passa a viver sob o signo da guerra fria, de um lado os EUA de outro a URSS. Revoltas e guerrilhas comunistas disseminam-se pelo planeta. Existe uma ilusória disputa entre capitalismo e comunismo, poucos percebem que as duas doutrinas são faces da mesma moeda e um novo conflito mundial está fora de perspectiva. Nos anos 1980, o império Soviético desaba.   Paradoxalmente a estratégia globalista-marxista continua indo adiante. A estratégia permanece a tática muda. Não mais guerras revolucionárias, agora, é tempo da infiltração nas estruturas do Estado, dos advogados, das minorias outrora rebeldes sem causa, da alienação tecnológica, da família sem hierarquia, da mídia para esconder e propagandear. Sub-repticiamente a implantação do comunismo permanece, induzida pela oculta fraternidade Globalista que tem em suas mãos a mídia global e 70% do PIB mundial. Atrás das cortinas Banqueiros, Corporações Industriais, Fundações, Clubes e Organizações Secretas manipulam informações e definem políticas diversas através da ONU. Comunismo lenta e legalmente implantado. Neste processo, a China servirá de cartaz propagandístico dum regime comunista organizado e progressista. Factoide ilusório de sucesso, que esconde não ser a China um país e sim um Partído. O partido Comunista guindado e mantido no poder para atender os interesses da Oligarquia Globalista. Controlar e vigiar as massas, fazendo-as felizes por terem acesso à quinquilharias de consumo, resignados ao trabalho e à obediência ao governo comunista. Será modelo ao mundo inteiro. Todas as diretrizes virão das insondáveis salas da ONU e comemoradas entre os inexpugnáveis senhores do mundo. Ao povo, restará acreditar nos políticos da cena, comunistas atuando como feitores da Nova Ordem Mundial. Perpassando séculos aproxima-se a conclusão do projeto da Oligarquia Plutocrática Globalista. Talvez estabelecido para sempre. Entretanto, ainda existem inimigos no caminho.
JRVilhena

quarta-feira, 8 de maio de 2019

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O Brasil, os Generais e Olavo de Carvalho

Enquanto nas redes sociais discute-se as lagostas e  vinhos dos banquetes do STF deixando o homem da rua  espantado -ou não- com este deboche oficial, fatos decisivos vão acontecendo na estrutura do governo Federal, fatos estes, que pouco a pouco, refreiam as mudanças prometidas e desejadas para o Brasil. Sub-repticiamente, forças político partidárias, altas instâncias do Judiciário e Mídia, trabalham para paralisar, e desta forma desacreditar, o governo Bolsonaro. Pretendem alcançar o objetivo no prazo de um ano. A tal plano insidioso destas organizações, encaixam-se, ainda que sem intenção, militares de alta patente que estão no governo. Sinto-me à cavaleira, pois antes das eleições, recomendei que o então candidato Jair Bolsonaro estabelecesse em torno de sí, um círculo Militar e Civil, que na condição de conselheiros e informantes, pudessem deflagrar uma poderosa onda de mudanças necessárias à sociedade brasileira. Não por minha influência, assim foi feito. Infelizmente, tem havido turbulência entre generais e civis. Neste ponto há que esclarecer os porquês. Ora, o militar é homem de cultura profissional e é, para ele, difícil compreender as artimanhas da política, ainda mais considerando-se o cenário no Brasil. O perfil do homem de armas no Brasil está profundamente formatado pela doutrina positivista, assim, ele crê na fé da missão sublime a ser cumprida com técnica , honesto e dedicado trabalho para encontrar o bem estar  do homem. Mas, esta configuração mental está muito distante do mundo político. Muito distante. Com  a perspectiva idealizada por Comte, generais do alto escalão de governo, dão declarações antagônicas ao complexo processo de estabelecer o  governo conservador, recém eleito. E, ainda impregnados dum complexo de culpa, incutido nas Forças Armadas após o Regime Militar, sentem-se completamente submetidos às instituições constitucionais – elaboradas com revanchismo e oportunismo-, de tal forma que são incapazes de dizer um ai sobre atitudes do Judiciário ou Legislativo. Querem ter postura cavalheiresca, não estando entre cavalheiros.  Por enquanto, não perceberam que o inimigo é esperto, fluido e invisível. E , mais, entraram em conflito contra um filosofo, que com seu trabalho levantou  a Nação brasileira contra o Golpe Jacobino-Globalista preparado na intenção de impor o comunismo no Brasil. Nestes dias, vivemos uma revolução contra o antigo regime e uma revolução se faz com filosofia, intelecto e espirito. Eis a gênese organizadora do movimento conservador, nacionalista e anti-globalista, cujo líder inconteste é Olavo de Carvalho. Se os generais não compreendem isso estão perdidos na batalha, tentando servir a dois senhores. Ágora, é a hora da humildade, procurar entender o que não está entendido, recolher as vaidades e alinhar as forças para lutar contra as hostes vermelhas dos capatazes fanáticas, incumbidos pela Nova Ordem dos Oligarcas Globalistas para implantar suas inconfessáveis intenções.
 JR Vilhena

sexta-feira, 3 de maio de 2019

      
O presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia de posse do ministro da Educação, Abraham Weintraub, no Palácio do Planalto — Foto: Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo Farsantes não devem ser levados a sério

 Quem não usa de má fé percebe, facilmente, a persistente campanha, por parte da mídia e deserdados intelectuais do regime esquerdista prevalente no Brasil pelos últimos 25 anos, contra todas as ações desenvolvidas através do recém eleito governo Jair Bolsonaro.  O tema, no topo da onda, é acerca do novíssimo Ministro da Educação, que declarou pretender colocar outro viés de investimento nos cursos da área social, em última instância significa reduzir vagas nos cursos de sociologia e filosofia. Ah! O mundo veio abaixo, o Ministro foi adjetivado dos mais detratores adjetivos. E, eu me pergunto, onde estavam estes cultos e patrióticos críticos quando um ex-ministro da educação- candidato à presidência da república nas eleições de 2018- distribuiu cartilha gay nas escolas do ensino fundamental e médio, e pretendia instalar máquinas fornecedoras de camisa de Venus nelas? Onde estavam tais pessoas quando o regime esquerdista transformou as universidades em fábricas de diplomas? Onde estavam quando num processo de engenharia mental, eufemisticamente passaram a chamar o nível universitário de 3º grau?  Onde estavam quando foi implantado a formação universitária por correspondência? Onde estavam quando o sistema educacional brasileiro transformou-se num dos piores do mundo, produzindo legiões de analfabetos funcionais? Onde estavam?
Muito bem faz o Ministro da Educação. Nenhuma falta nos fará estes cursos de araque. Repito: araque. O importante e estratégico ,agora, é valorizar e priorizar cursos na área tecnológica, criando massa crítica  capaz de sustentar o real desenvolvimento e independência do Brasil.
JR Vilhena