sábado, 24 de fevereiro de 2018



Imagem relacionadaJair Bolsonaro, o inimigo do Grande Irmão

Creio que o livro 1984 deveria ser leitura obrigatória nos cursos escolares de segundo grau, formaríamos uma juventude muito mais saudável, com a mente sensível à realidade do mundo onde vive, com seus jogos de poder e interesse. A novela escrita, em 1948, por George Orwell, lançava uma visão sobre o então longínquo 1984. Num tempo quando o mundo caíra sob terrível regime totalitário, submetido ao comando de um supremo líder, o Grande Irmão, que tudo via e controlava. Para sustentar tal regime de opressão, era preciso criar inimigos externos, para tanto, havia dois impérios do mal a serem combatidos. E, claro, o inimigo interno, representado por um líder das forças traidoras. A mídia da Oceania, era esse o nome do império do Grande Irmão, apontava um sujeito cujo nome era Goldstein. Sobre ele caiam as mais infames acusações, e a multidão extasiava-se no ódio em frente das grandes telas de televisão espalhadas por toda parte.  Assim funcionam as tiranias, assim se faz o controle mental das massas. Pois as eleições de 2018, a serem realizadas no Brasil, lembram bem tal afirmativa. O poder, aqui nestas paragens, mantém-se invisível, não senta à mesa do tabuleiro, mas controla as jogadas. O inimigo externo é o fascismo, capitalismo e outros que tais. O interno, por razões óbvias, foi declarado o candidato Jair Bolsonaro. Ele, assim como o personagem Goldstein, nas páginas do livro citado, é acusado de todo tipo de maldade. A mídia controlada divulga-o como homo fóbico, racista, incitador de estupro e violência, defensor da tortura. A multidão, despojada de análise crítica, brada: malvado, louco! Mas, quando se pede as justificativas para tamanhas e tenebrosas acusações, esta gente indignada, ou não sabe dizer ou utiliza argumentos pueris. Diante disso, tira-se o exemplo cabal de mais uma história de controle mental em massa, com pessoas que se julgam modernas e informadas, assumindo acusações contra alguém que desconhecem e emitindo opiniões de almanaque sobre problemas complexos. Incapazes de reconhecer fatos, caminham como um rebanho que nem mais de pastor necessita. Gloria mundi, sic transit.              

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018


Educação, sozinha, não solucionará o desafio brasileiro

Resultado de imagem para imagens da escultura do pensador

Trata-se de consenso, o Brasil está mergulhado na impossibilidade. Sem estratégia de operacionalidade, sem paz, sem solidariedade, sem identidade. O País balança, perigosamente, à beira do precipício. Cientes da ameaça, muitas consciências clamam, como única saída, educação para os brasileiros. Estão certas, com a ressalva de que não basta unicamente educação quando se quer colocar a civilização brasileira nos trilhos que a conduzirão ao justo destino. Educar as gentes é pedra angular para erguer a nação, porém, concomitantemente, faz-se mister trabalhar, holisticamente, a base mental, física e espiritual dos filhos desta Pátria Mãe Gentil. Nesta linha, é necessário uma E conomia que funcione e se sustente, buscando este caminho, esforços devem ser invitados para construir uma infraestrutura de transporte e mobilidade capaz de atender as necessidades do fluxo de produção e riqueza, fato que não acontecerá sem um grande plano de integração, modernização e adequação dos modais rodoviário, ferroviário, hidroviário e aeroviário nestas terras brasileiras. Ainda considerando as necessidades do mundo físico pragmático, urge reordenar a capacidade da produção industrial, sem a qual, perderemos permanentemente, postos de trabalho e progresso tecnológico, transformando o Brasil numa mera fazenda que atende o mercado global com produtos agrícolas e  comodites (madeira, minérios, petróleo).  Bem, temos o pilar mental (educação), o pilar físico(economia), ajunta-se a eles o pilar do Espirito, desenvolvido pela Cultura e representado pela Vontade, com seus valores etéreos da  beleza, bondade, honra, solidariedade, altruísmo e idealismo. Assim, apoiada sobre três pilares: preparo mental, realidade material e força do Espírito, seremos capazes de reerguer uma nação digna dos tremendos esforços que nossos antepassados dispenderam para nos legar.


terça-feira, 16 de janeiro de 2018



Nos caminhos de Porto Alegre
Imagem relacionada  
Caminhar nas ruas de Porto Alegre, para mim, tem sido uma jornada surpreendente, depressiva e revoltante. Sim, sei muito bem do processo depauperador, iniciado nos anos 1970, das regiões urbanas no Brasil. A grande migração rural em direção às cidades, gerou a deterioração das relações sociais no meio urbano. Mas, convenhamos, é preciso reagir ao que vemos na nossa capital. Não me refiro a locais específicos de urbe pois seria injustiça apontar pontos de degradação, ainda que se assim fosse, mais fácil seria encontrar solução. Infelizmente, não. A situação é generalizada e em condições inacreditáveis e inaceitáveis, mostradas nas vias. Pasmem, existem acampamentos nas calçadas e canteiros, malocas em praças e debaixo de viadutos, alojamentos noturnos improvisados debaixo de marquises e até depósitos de lixo com centenas de quilos entulhados em canteiros centrais, até então, destinados a serem jardins. Lixo retirado de contêiners onde o entorno é área de imundices. O diagnóstico é de uma situação de agressão estética, humanitária e permanente risco à saúde pública. Claro, há os indefectíveis vendedores africanos e haitianos ocupando os passeios com quinquilharias contrabandeadas por máfias globalmente organizadas. A mobilidade e transporte, encontram dificuldades de fluidez por excessivo tráfego em pistas inadequadas, problema sobre o qual deveria haver uma intelligentsia técnica para pensar soluções. Mas, nada. A propósito, quando se discute o valor do IPTU, por que não é debatido a destinação deste recurso? Afinal, ele é um imposto para desenvolver a urbanidade ou uma taxação sobre à propriedade, cuja existência se destina em obter recursos a fim de pagar a máquina pública? O Município, enquanto força estatal, nos deve esclarecimentos e ação, mas o cidadão Porto-alegrense está em dívida com a cidade pois, tal qual um zumbi, permanece alheio ao meio que o cerca.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Temer, Dilma. Golpe contra quem?

Resultado de imagem para fotos de  michel temer e dilma rousseff juntosPor favor, não me imaginem um Conspiralouco. Não o sou. Conspirólogo, sim, parece boa definição. Creiam, conspirações existem, sobretudo há uma de dimensão giga, global e sombria, induzindo e tirando proveito, há séculos, dos movimentos da civilização humana. Faço este introito para principiar a reflexão sobre acontecimentos que ocorreram e ocorrem no Brasil desde 2014, o ano da Copa, marcou o início da mobilização popular contra o estado de coisas que assolava o país. Como era de se esperar, a figura alvo responsabilizada, foi a duble de presidente Dilma Rousseff, cujo processo de repúdio alcançou o ápice no seu impechment. Retirada do cargo a Rousseff, constitucionalmente, assume a presidência o vice presidente Michel Temer, antigo e fiel aliado. A indignação popular arrefece e a situação, aparentemente muda, mas, de fato, tudo permanece igual. O Partido do Trabalhadores e as organizações auxiliares, deflagram a reação, num movimento cuja palavra de ordem bradada: É Golpe! Sim, foi um golpe, mas não aquele que eles alardeavam, dizendo ter sido a presidenta deposta por uma trama sinistra que intentava retirar a esquerda do poder. Não! Parece mais ter acontecido um autogolpe, convenientemente armado. Estava claro, já no primeiro mandato de Dilma, que a gestão das alianças políticas, estabelecidas em 2003, claudicava, e o fracasso real era encoberto por uma mídia aliciada, artistas servis, políticos corruptos e a banca financeira oportunista. Estava evidente, no mundo político e econômico nacional, que reformas trabalhista, previdenciária, política e as privatizações de estatais, inexoravelmente, teriam de acontecer, caso contrário, o país cairia no caos. Um pouco de biografia. Ora, Dilma Rousseff foi escolhida para ser candidata do PT à presidência, em substituição a Lula da Silva, por sua óbvia incapacidade intelectual e nenhuma representatividade política na sociedade brasileira. A fantoche perfeita. A personagem da Geni, impotente diante da repulsa do povo, quando acontecesse.   Sua pessoa era a formatação perfeita para assegurar a imagem de Lula, como grande líder popular e salvador da Pátria, assim como, manter preservada a estrutura do processo socialista-comunista. Pois, aconteceu. Veio a indignação popular contra os mandos e desmandos de um governo ineficiente e descompromissado com os reais interesses da nação. Dilma foi deposta, tudo legal e constitucional. Damas e cavalheiros, Michel Temer está com a faixa. Jogada de mestre. Ele, político de gabinete, dum partido ideologicamente esquerdista e burocrático, seria o bode expiatório dos desmandos contra a população e futuro do Brasil -Nação e País. Entre as reformas já citadas, vem leis de imigração, venda a estrangeiros de território nacional, acobertamento da corrupção, proteção à campanhas contra a família e Forças Armadas, entre outras manobras. É presidente sem contato com as gentes, comunica-se com o povo através da mídia, num discurso forjado em mentiras de típico linguajar das ditaduras: o povo se alimenta melhor, a inflação está baixando, a colheita... Blá, Blá, Blá. A ditadura da democracia holográfica (tem forma, mas não tem conteúdo), O segundo movimento no tabuleiro, será a pirotecnia política a favor de Lula, em paralelo, o sistemático desgaste da verdadeira oposição. Até que cheguem as eleições de 2018, quando então, Temer será execrado e, pensam os artífices do golpe, Lula será eleito. Rei morto, rei posto, com toda a estrutura político- ideológica que vem destruindo e oprimido a civilização brasileira.   Pensem nisso e preparem-se.        





quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Imagem relacionadaDonald Trump e a embaixada em Jerusalém

A eleição de Donald Trump foi um alento para a humanidade, chegou à presidência dos Estados Unidos encarando campanhas sórdidas, acusadoras das mais abomináveis posturas. Racista, homofônico, detrator de mulheres, belicista, entre outras atrocidades. Enfrentou os globalistas e a mídia controlada por eles. Venceu tudo e todos.  Quem não está cego sentiu um sopro de energia na luta para deter as forças totalitárias que perseveram para instar a agenda globalista. Trump, marcou o primeiro ano de seu governo por compromissos de campanha e, apesar dos esforços em contrário, a situação interna do país vem melhorando. Seus inimigos, então, mudaram o raio de ação e passaram a mover as pedras fora das fronteiras norte-americanas. Iniciaram, imputando-lhe responsabilidade única na ameaça do aquecimento global, posteriormente, o puseram sob a tensão de guerra contra a Coréia do Norte. Ele tem lidado bem com tais desafios, mostrando não ser o demônio apocalíptico que lançará a humanidade na hecatombe.  Agora, contudo, penso que Donald Trump está prestes a cometer grave equívoco: estabelecer a embaixada Norte Americana em Jerusalém. Num mundo em turbulência, onde grande parte tem como força motriz o terrorismo islâmico, tal fato, será o sopro que impulsionará o terror. Jerusalém é uma cidade santa, as três religiões monoteístas a veneram, quanto mais ela se mantiver livre e acessível aos três cultos, mais paz teremos no mundo. É a capital espiritual dos judeus e de Israel, que assim seja, porém, é mister respeitar outras tradições a ela ligadas. Não há necessidade de transferência administrativa do Estado de Israel para lá. Presidente Trump, não acenda o estopim que fara o mundo mais instável, não caia na armadilha que isolará e nutrirá rancor contra Israel e Estados Unidos e, via de consequência, aprisionará todas as nações do mundo no ódio e insegurança. Não faça o jogo do globalismo cuja intenção é destruir o nacionalismo dos EUA e Israel, ato final para implantar uma ditadura global. 

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

   Brasil , desafios e soluções


Muito se discute a reforma trabalhista ocorrida recentemente no Brasil. Está bem, sem mudança na legislação laboral não há como movimentar a economia brasileira. Ponto pacifico. A eficiência da reforma e suas consequências, o tempo dirá. Aguardemos. Contudo, a sociedade parece estar míope, sem enxergar a premente questão que a assola. Por favor, 15 milhões de pessoas estão desempregadas. Se esta gente conseguir produzir e, via de consequência, consumir, o fluxo da economia rapidamente será acelerado. Para que tal aconteça existe um imenso espaço no trabalho para melhorar, com urgência, a infraestrutura de transporte e mobilidade do País. As deficiências ferroviárias, rodoviárias, hidroviárias e aeroportuárias urgem serem sanadas, a fim de otimizar os custos produtivos. Neste front, a necessidade de mão de obra é capaz de gerar milhões de empregos diretos e indiretos. Recuperar postos de trabalho, passa, também, pela restauração do parque industrial. Ora, num País que dispõe de matérias primas e Know-How é inaceitável a indústria têxtil, coureira, metalúrgica, siderúrgica e eletrônica estarem defasadas imensamente do seu potencial. Restabelecê-las desenvolverá tecnologias e criará postos que espraiar-se-ão em todas as esferas. Finalmente, para maximizar a ocupação produtiva é necessário desonerar e desburocratizar os investimentos no setor de serviços, cuja resposta seria a criação de numerosas micro e pequenas empresas. Claro, é patente a todos a limitada capacidade de investir do Estado brasileiro, para desfazer este nó Górdio, a solução plausível é a parceria com o Capital privado, nacional ou estrangeiro, não importa, contanto que haja melhorias à população e a nação brasileira esteja protegida. Se em paralelo, a gente brasílica for fortalecida com educação, segurança e saúde, ainda haverá futuro para nós. Caso contrário, gastaremos a energia vital da nossa civilização debatendo leis, corrupção, doença e contando vítimas de toda sorte. A ruína será inexorável.  

domingo, 12 de novembro de 2017

A tentativa de acabar com a ética


Tudo no mundo é pequeno, a existência se dá no campo individual, fora desta perspectiva, tudo é ilusão que se desfaz com a vida. Assim, a natural condição de meros animais só é rompida porque o homem percebe o mundo com ética e, ela, a ética, é um caminho surgido do mais verdadeiro sentimento do Universo: a intuição. Ela, com sua irmã a Razão, formam o Espirito que nos dá modelos para convivermos no meio. Por isso, pela intuição, negamos o incesto, a pedofilia, a autodestruição e zoofilia. Dentro desta Moral, natural e evolutiva, estamos caminhando no sentido de abominar o assassinato, a crueldade com animais, a destruição da natureza. Portanto, quando presenciamos a barbárie, que pretensamente se esconde atrás do escudo libertário da arte, pregar de forma sub-reptícia, o sexo com crianças, animais, a dessacralização do sublime, estamos diante de um ataque sombrio à ética. A intenção deste movimento é reduzir ao nada o clamor de divindade do ser humano, retirando do homem a força que constrói a Moral. Não o moralismo instituído socialmente, mas a Moral que o Cosmos nos autoriza a exercer como criaturas humanas. Então, se a realidade mostra que tudo é pequeno no mundo, a resultante do esforço para apagar valores instintivos fará com que o individuo perca a percepção do benigno e do maligno e, desta forma, mergulhará na mais terrível escravidão, naquela em que os escravos perderam todas as virtudes.