quinta-feira, 21 de maio de 2020

Só há uma conspiração.

Vista Lateral Empresários Fila Para Dispensador Água Escritório — Fotografia de Stock

Conspirações não existem, não no plural, existe sim, uma conspiração no singular. Mundial, total, absoluta. A conspiração urdida pela Nova Ordem Mundial. Creia, aquele que lê este breve texto, a pandemia do corona vírus é uma doença, mas, também, trata-se duma proveitosa jogada para implantar a nova realidade onde viverão homens e mulheres no futuro. O vírus, criado em laboratório, saído dos laboratórios da aliança gçpbalista-comunista trouxe,- além da morte-, o medo, o controle  invisível, o afastamento social e a consequente solidão, o rearranjo das atividades econômicas, a ampliação do comércio virtual gerando o não emprego, e, o terrível conformismo com a alteração  do  meio-ambiente físico-mental. O mecanismo usa o cientificismo para justificar as mudanças. As mídias são usadas  sub-repticiamente e insistentemente para impor comportamentos desejados.  Um novo normal é a concretização das intenções de transformar a humanidade num rebanho que nem precisará de pastor visível. Nesta perspectiva, virá  a impossibilidade da população ampliar o conhecimento, na obrigatoriedade de vacinações que, de fato, através da obrigatoriedade,  modularão o acesso às escolas e à mobilidade individual. Claro, que tais vacinações, poderão servir de portais para a entrada de sabe-se lá que vírus ou quais alterações orgânicas poderá causar. Cruel? impossível? Só ingênuos podem duvidar da  malicia  humana e o impossível é apenas a ante sala do possível. Centenas de milhares de mortes é apenas uma detalhe no projeto da Nova Ordem Mundial.A escravidão aproxima-se dos homens , silenciosamente implantada  e confortavelmente aceita.  A partir daí, vale lembrar que é mil vezes mais fácil aprisionar um homem livre do que libertar a alma de um escravo. Enquanto  isso, lave as mãps, ponha a máscara e fique em casa.                                                           

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Eu fotografei o Brasil


ALBUM DE FAMILIA - FOTOS ANTIGAS (FOTO VIDEO JOY) - YouTubeEu fotografei o Brasil

Se fosse possível fotografar o Brasil, no formato daqueles antigos retratos de família , onde se  a vê toda reunida e, entre alegria e uma quase lágrima, as pessoas exclamam: Olha o vovô! Aquela é mamãe! Este pequeno é o mano... Pois bem, quando ajuntamos os personagens do Brasil atual, para fazer a foto que será guardada nos arquivos históricos destinados às gerações futuras, identificamos nela um povo siderado e covarde, militares vacilantes e auto depreciados, Juízes aliados ao crime, financistas globais drenando as riquezas do País, imprensa mentirosa e comprometida unicamente com seus próprios interesses, políticos corruptos- idiotas desprovidos de  cultura e formação intelectual- mas plenos  de malicia e oportunismo. Olhando mais detalhadamente, enxergamos, sério e disfarçado, o movimento comunista inserido na máquina do Estado, Estado que abriga uma multidão de recalcados e invejosos, que alçados ao mecanismo da burocracia dominante, mantém o sorriso cínico e a postura subserviente daqueles cujo único Norte é obter vantagens pessoais. Claro, não podemos esquecer na foto, a classe artística sustentada pela máquina do sistema, sugando para seus príncipes, financiamentos de finalidades duvidosas. Ela, falsamente, faz uma expressão de indignação. Porém, existem também gente boa nesta família, e possível vê-los, lá atrás, quase imperceptíveis na foto. Sim, é possível ver patriotas e sinceros trabalhadores no grupo, se procurarmos bem.  Contudo, o que está plasmado na fotografia da família Brasil é o triunfo da maldade e covardia. O Mal sorri triunfalmente nas primeiras filas do retrato e os bem-intencionados, lá atrás, temem -por serem apagados da História. Pode ser que o quadro caia da parede.
JMR Vilhena

quinta-feira, 30 de abril de 2020

Corona vírus e o projeto para submeter à humanidade


Sombra Assustadora Pessoa Grita Segurando Faca Carne Azul — Fotografia de StockCorona vírus e o projeto para submeter à humanidade

Pois bem, o mundo está assolado por um vírus letal. Ele veio da China. Ao certo, não se sabe se veio dum laboratório ou do consumo alimentar exótico. A pandemia do corona vírus. De fato, sob dados estatísticos, ele tem baixo impacto de letalidade. Conheço bem, toda morte é sofrida, dolorida e esparge amargura por muita gente, mas, convenhamos, 200000 mortes (previstas) numa população de 7 bilhões de humanos, significa que o barqueiro da morte levará do convívio dos vivos 0,0003% da população mundial. O sentimento é grande, mas a ameaça de hecatombe é insignificante. O propósito, nestas linhas, não é esmiuçar biologicamente a doença. Mortandade, transição, estrutura de assistência médica, tudo já foi por demais referido. Minha pena debruçar-se-á sobre outro viés. Será a abordagem   para chamar à atenção das consequências econômicas e psicológicas desta pandemia na hodierna sociedade globalizada. E, tais efeitos, serão profundos com longo alcance. Os desdobramentos serão coletivos e individuais. Coletivos, já que o círculo virtuoso da economia se romperá, negócios desaparecerão, empresas irão à falência, países mergulharão em crises sociais pelo desemprego e o não emprego entre a população. A riqueza fluirá para bolsos privilegiados numa onda que levara maior capital a menos mãos. No viés individual, o medo instaurar-se-á nos corações e mentes, o impulso para isso virá dos meios de comunicação de massa (televisão, rádio, imprensa, internet). Terror de cima para baixo. Daí a resignação em obedecer à comandos de alcance global, emitidos por organismos controlados por desconhecidos burocratas. Ou alguém conhece o organograma da OMS ou o que realmente representa a ONU?  Há uma similitude da humanidade com um rebanho que não precisa de pastor. Segue o caminho que lhe foi ensinado a acreditar. Assim, a auto prisão domiciliar, o afastamento social que induz à solidão em meio à multidão, tornando a vida virtual cada vez mais normal. O “non sense “ avança, sendo aceito com naturalidade e o mundo se modifica, provavelmente, para sempre, pois aqueles que guardam as lembranças do mundo, serão cada vez mais raros e tenderão a desaparecer. O Grande Irmão e seus acólitos estabelecerão tranquilamente o reinado sombrio.   

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Política, Politicagem, Coronavírus


Resultado de imagem para fotos do congresso brasileiro
                           Política, Politicagem, Coronavírus   

Aristóteles definiu a política como a mais nobre das artes. A política afina o espirito humano, para praticá-la é necessário idealismo e altruísmo, pois só assim, é possível servir mais à sociedade do que a si mesmo. O mundo hodierno encontra-se muito distante desta definição e o Brasil encarna um exemplo cabal deste afastamento de princípios. Aqui, a prática é a politicagem. A politicagem, jogo de intriga, inveja, incapacidade, que muito bem rima com ladroagem, parolagem, afilhadagem., sacanagem. A epidemia do Coronavírus (vírus Chinês), mostra cristalinamente tal situação.  Politiqueiros de plantão usam a doença e a morte para se promover, alardeando histericamente o pânico, usufruem da macabra  contagem de vítimas (real?) para atacar o governo. Com sórdidas artimanhas, se fazem passar por justos beneméritos. Logo ali, arquitetam lançar o País no caos econômico e social. A mídia, por seu turno, encarrega-se de modelar mentalmente a população, envenenando-a cronicamente. O cidadão comum, cegado pela tática malvada, é incapaz de levantar os olhos para enxergar a verdade e perceber a mentira. A estrutura montada pelos farsantes, não objetiva salvar vidas ou mostrar a realidade, e toda propaganda é um artifício de falsidades. O trabalho é para gerar uma situação onde o resultado será de ganhos econômicos e políticos para grupos nacionais e internacionais. A população neste cenário é mero detalhe, mas que paga caro, com o sacrifício da própria vida. Portanto, se a gente brasileira não quiser ser levada à condição de rebanho – talvez para sempre-, deverá tirar a lição deste apreensivo momento, entendendo que política e politicagem não se confundem, não se parecem, não se relacionam uma com a outra. A política é a cura, a politicagem é a doença.  E conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará.

domingo, 5 de abril de 2020

Corona Vírus, e o mundo nunca mais será o mesmo

                          Mãe e filho com máscara facial e desinfetante para as mãos - Foto de stock de Máscara de proteção royalty-free  
Corona Vírus, e o mundo nunca mais será o mesmo 

Depois da pandemia do Corona Vírus o mundo nunca mais será o mesmo; Nunca mais; Não devido, meramente, às mortes e prejuízos econômicos causados pela doença. Não por isso, afinal a humanidade já enfrentou situações de disseminação de patologias bem piores e foi capaz de superá-las e continuar sua história. A desolação, a grande desolação, é que com esta pandemia ficou nítida a possibilidade de implantar, globalmente, a aflição na multidão, basta para isso, gerar uma ameaça, divulgá-la insistentemente através da mídia -escrita, falada, televisada. A burocracia central, estabelecida na ONU,oficializa o  cenário de horror e os procedimentos a serem seguidos por governos e indivíduos.  Daí:   “Presto “, os magos sombrios apresentam o terror. O terror que traz o medo, cuja consequência é a obediência da multidão, mesmo consciente de que a repressão seria impossível no caso duma desobediência civil. Não é a chibata que submete o escravo, é o medo.  E neste processo de submissão, aqui referido, haverá uma regressão na alma da raça humana.  O amor e a responsabilidade do grupo para com os mais fracos e mais velhos apagar-se-á do coração humano. Em seu lugar, uma nova base, com o sentimento pragmático de que indivíduos enfraquecidos pela idade ou por alguma deficiência orgânica são, naturalmente, destinados ao descarte, tal qual, zebras caçadas por leões nas savanas africanas. Rebanho indiferente. Retrocesso afetivo e social cruel. Mais um passo para dessacralizar a Vida no admirável mundo da Nova Ordem Mundial.  Tão admirável, que cada vez mais, as pessoas serão monitoradas pela tecnologia embalada em chips, reconhecimentos faciais, dinheiro virtual. Tudo justificado pela segurança sanitária, física e pecuniária. O medo levará à servidão consentida e, mais, desejada. O mundo maravilhoso, onde a burocracia cuida do bem-estar da população. É concordar ou desaparecer. Talvez...   

domingo, 29 de março de 2020

O vírus que conspira


O  vírus que conspira

 Há tempos, quase 1 século, o comunismo internacional trabalha para assumir o controle do Brasil. O movimento tem interferido em diversas frentes, onde são exemplos notáveis a intentona militar de 1935, articulação de golpe antes da intervenção militar de 1964 e o esquema de infiltração na estrutura Estatal. Contudo, vejo com clareza, que a mais devastadora ação aconteceu contra a inteligência nacional. Foi aí que o comunismo atingiu profundamente a nação brasileira, quando desconstruiu a formação educacional e intelectual do povo desta terra, confundindo e desorganizando o ensino no País e usando a televisão, rádio e jornais, para propagar uma nova ordem revolucionária. Desta forma, instaurou a sociedade na desinteligência. Cidadãos foram transformados em pagadores de impostos. Só.  Moldou a população no analfabetismo funcional e, via de consequência, a tornou prisioneira da demagogia e das operações midiáticas. Emergiram os políticos corruptos, os burocratas oportunistas e o crime organizado. O País tornou-se um antro, onde é proibido pensar e falar algo que o poder oculto não queira.  A sociedade do obedecer. Os meios de comunicação de massa informam o que existe ou não existe, o que é verdade ou não é.  Para demonstrar tal reflexão usemos a atual pandemia factoide, e, que segundo a mídia, assola o Brasil. Um cenário apocalíptico está montado pelo jornalismo servil ao comunismo e aproveitado por políticos inescrupulosos. A corona vírus é retratado como pior que as pragas do Egito, mas, nada se fala sobre a letalidade dele, condições de propagação, reais grupos de risco e probabilidades de cura. Não, nada disso é foco de análise nos meios de comunicação, apenas uma interminável ameaça de morte sobre a população e ordens vindas do aparelho estatal (município /Estado). Condicionar, amedrontar. O mecanismo comuno-globalista tenta criar uma situação de greve geral –ninguém trabalha ninguém sai de casa! Conseguem assim, criar rombos no cofre do governo Federal e gerar desemprego e desesperança. Covardes, não tem capacidade para mobilizar o povo, procuram, entretanto, manipulá-lo. E como ato final do manejo, preparam, se o vírus for controlado, apresentarem-se como heróis, pois teremos sido salvos pela aliança mídia-políticos oportunistas, caso contrário, o vírus ceifar milhares de vidas, então, a culpa é de um presidente insano. Até quando teremos de suportar estes farsantes sombrios?  
JR Vilhena

sábado, 14 de março de 2020

Benjamin Disraeli e o Coronavírus


Um casal namora protegido com máscaras em um parque em Pequim, China, em 25 de fevereiro.Benjamin Disraeli e o Coronavírus




Benjamin Disraelli – 1º Ministro da Grã-Bretanha em meados do século 19- , autor da novela Coningsby, nela escreveu: “ O mundo é dirigido por personagens muito diferentes daqueles imaginados pela multidão sem acesso aos bastidores”. A partir daí, atento a detalhes, faço uma análise sincera da situação mundial diante da pandemia do Coronavírus. Não sou médico ou biólogo, porém, este texto não deve ser reduzido ao modernoso chavão de “Achismo”.  Sob viés geopolítico e tático, há intenção sincera de levar à reflexão, desencobrindo verdades e mentiras, a servir como fio de Ariadne que possibilite encontrar a saída do labirinto onde tateia a humanidade.  Como sempre, epidemias, precursoras das pandemias, surgem na China. A China, comunista e locomotiva econômica do globalismo. Num país com 1,2 bilhão de habitantes é mais do que esperado que o vírus se espalhe rapidamente. Com o coronavírus não foi diferente. Registre-se: toda morte é sofrida e lamentável. Isto dito, vamos às estatísticas. A letalidade do coronavirus. Na China, vieram a óbito 4000 pessoas numa população de 1,2 bilhão. Na Europa e outras regiões da Ásia não passa de centenas.  Os números fornecidos pela OMS indicam que 84% dos infectados recuperam-se naturalmente, 14% são hospitalizados, 5% vão ao tratamento intensivo e destes 3,5% falecem. E as pessoas que morrem, 99% são idosos na faixa etária superior aos 80 anos com saúde já debilitada. A gripe e a pneumonia transitam nesta mesma letalidade. A mídia global, entretanto, pinta uma situação apocalítica, numa indução a rearranjos  financeiros  que favorecem e desfavorecem determinadas áreas de negócios. As Bolsas de Valores bem demonstram o fato. Interessante, não? Concomitantemente, a população é preparada à obediência dum comando global único -emitido através de fonte desconhecida- e afirmado pelos meios de comunicação de massa. Inclua-se nos objetivos da estratégia à  induçáo do fim da moeda sonante como meio pecuniário, afinal, já é dito que notas de dinheiro são o principal  propagador de vírus. Como “gran finale”, instaura o medo nos corações e mentes de homens e mulheres. O medo dos escravos.  Virá do mundo microbiótico a tremenda tragédia que irá reduzir a população humana, é preciso estar preparado, mas, devemos entender os planos sinistros que se movimentam nas sombras trabalhando para  dirigir a civilização humana.