segunda-feira, 26 de junho de 2023

 

Do Caos à Ordem


Os primitivos instintos da espécie humana clamam pela Ordem, pois só com ela o homem poderia prosperar no ambiente natural ameaçador, onde ele –o homem- surgiu. No código genético da humanidade fixa-se tal mandamento. Mandamento, que nos entrega a chave para entender razões e desiderato da situação caótica dos dias atuais. Caos, que cá entre nós, não parece tratar-se de inevitável fenômeno social, frente ao conhecimento disponível  no campo cientifico, tecnológico e filosófico da civilização humana, neste principio do século XXI. Muito pelo contrário, basta observar, com razoável critério, para percebê-lo conseqüência das manobras de um Sistema imbuído em fomentá-lo, no propósito de abrir caminho ao objetivo final, ainda não percebido, pela imensa parcela da multidão. O caos avança e se robustece através de narrativas falsas criadoras de conflitos raciais, rancores entre mulheres e homens, conflitos de gerações, somadas à doutrinação mentirosa nos bancos escolares, à disseminação de doenças, à perda de identificação de gênero, aos falsos pregadores religiosos, à dramatização hipócrita das questões ecológicas, à luta entre classes sociais,à aflição que subjuga o cidadão ao Estado, tudo fermentando num caldo nojento de corrupção e vício. Resulta daí, uma sociedade mentalmente exausta e omissa, descrente da justiça e empatia. Neste cenário, a humanidade é lançada num mergulho entrópico em direção à insanidade. Desaparecem, melancolicamente, os valores sublimes e solidários do Cristianismo-Helênico... Mas, isto não se manterá “ad eternum”. Não. Surgirá, indubitável, o momento, no qual, a poderosa e irremovível ânsia pela ordem virá à tona. Afinal, o clã precisa saber que existe comando e que sua sobrevivência está assegurada. Homens e mulheres caminharão, desnorteados e enraivecidos, exigindo Ordem. E, será quando, a solução final se apresenta, na forma duma Nova Ordem Mundial. O desespero a fará aceita, e, dela advirá o comando dum governo Uno - Global, Ditatorial, Tirânico.  Governo este, hipocritamente auto justificado,como necessário para garantir uma civilização estável e democrática. Então, haverá a paz dos vencidos, e o governo Uno, aceito tacitamente, triunfará sem oposição. O Sistema Plutocrático- Marxista, com sua rede de acólitos, reinará, talvez para sempre, sobre o Mundo..

José de Vilhena

terça-feira, 6 de junho de 2023

 


Como pôr abaixo a Tirania Globalista

Uma turba desordenada, atravessando uma ponte, não a faz oscilar, mas, sob o ritmo de pés compassados duma multidão em marcha, a estrutura de pedra e metal  oscila e acaba por ruir. Esta metáfora, bem pode servir de farol que ilumine o caminho à população brasileira, dando-lhe efetivamente, condições para enfrentar à tirania que assola o país. A tirania planejada pelo globalismo-comunista há muito tempo, e que nos dias de hoje encontra-se em fase final de implantação completa. Não precisa ser muito arguto para perceber que, aqui e agora, um grupo de pretensos iluminados se apossou da estrutura do Estado e o usa para impor suas vontades. As estruturas estatais, associadas à propaganda duma realidade manejada pelos meios de comunicação de massa subservientes, ameaçam e amedrontam a população. Desta forma , mais de 200 milhões de almas, temerosas de punição ou omissas , obedecem covardemente  a um punhado de gente  surgida de escusas manobras políticas.  Tais personagens, comprometidos com a agenda plutocrata-marxista, fazem e desfazem com o destino da Pátria. A reação da imensa população é olimpicamente ignorada, posto que tal oposição seja descoordenada, atomizada, sem linha de comando e sem doutrina amalgamadora.  Desta forma, todo o debate é conduzido pelo grupo encastelado no poder que esquizofrenicamente define o bem e o mal, induzindo a sociedade a se degladiar na área de problemas que nunca foram problemas, pelo menos no Brasil. A hipnomidia entra em ação fazendo com que todos comecem, de maneira odiosa e histérica a abordar os “problemas” do racismo, homofobia, gênero, populações aborígenes, meio-ambiente. Temas discutidos num meio onde 70% da  pessoas são analfabetas funcionais, não passa de lero-lero estéril. Por suposto. Além disso, há o bombardeio da corrupção endêmica. Resulta num caudal de desesperança, alienação e violência.  Por sua vez a reação contundente ao Sistema tirânico, permanece desagregada, dispersiva e infrutífera. É a turba desordenada, incapaz de ameaçar a estrutura do Sistema. Estrutura que só cairá diante dum esforço harmônico, compassado, sustentado por uma base filosófica, ideologicamente esclarecida e organizada politicamente. É dizer:  Urge, no Brasil, a criação dum partido conservador profundamente identificado com as tradições psicológicas e espirituais da gente brasileira, com capacidade para estabelecer círculos conservadores intelectualmente influentes nos espaços da cultura e órgãos da representação social. Portanto, para derrubar a ponte que o demônio ergueu, premente é  organizar e harmonizar a reação, partindo daí,  marchar em uníssono sob o som da consciência e dos bons propósitos.  Se assim não for, será muito improvável desfazer a obra macabra do Sistema.

José de Vilhena

quinta-feira, 1 de junho de 2023

 

O Esquerdismo brasileiro e o agronegócio. O Blefe.

Blefe! A jogada tantas vezes experimentada na História humana. Blefar para iludir outrem. Pois, tal jogada, a está utilizando Luís Inácio da Silva, presidente empossado no Brasil, para impressionar o agronegócio. Usa como arma uma pretensa defesa ecológica e segurança alimentar. Maneja a multidão através de sua habitual retórica de meias-verdades, sopradas a ele pelo entourage que o cerca. Idéias farsantes, mas, nunca cretinas. Na boca de um demagogo podem ser a pele de cordeiro que encobre o lobo. Ora, sabem todos que a produção agrícola é arrimo da economia brasileira, e mais além, o grande mercado para tais colheitas está na China. A China, locomotiva do sistema globalista-comunista. Portanto, das centenas de milhões de grãos produzidos nas latitudes e longitudes da terra brasílis, depende a estabilidade da sociedade comunista chinesa , e o comunismo Chinês norteia o estabelecimento  da Nova Ordem Mundial.  Via de conseqüência, a intensiva produção agrícola brasileira não pode nem deve  definhar. Pelo menos durante as próximas décadas, até quando a África  puder se estabelecer como fronteira agrícola. Assim, a confrontação, por parte do atual governo esquerdista do Brasil, com o agronegócio, não passa dum blefe, mas, servirá como semente para ativar ações do MST contra   produtores rurais , objetivo  causar desgaste. Criarão  um cenário de instabilidade, propicio à pretensa reforma agrária iniciadora de venda e desapropriações de áreas produtivas. A partir daí, sobem ao palco os interesses globalistas através de investimentos chineses, de forma a assumir os destinos estratégicos  da produção  das nossas terras. Chineses, que em algum momento poderiam, quem sabe, projetar uma linha  de imigração  massiva , transportando população asiática para ocupar regiões brasileiras. Já aconteceu no passado do Brasil tal fenômeno. Substituição étnica e cultural. Fim do Brasil, como o conhecemos.  Inacreditável ?  Ora, estamos vivendo o processo  de gestação dum novo mundo, onde nações e fronteiras desaparecem, servindo aos propósitos do governo mundial comandado pelo poder das finanças, negócios  e política tirânica. Restará à humanidade a miséria de sobreviver trabalhando, reproduzindo e consumindo o que for possível. Gloria mundi, sic transit.

José de Vilhena

sexta-feira, 26 de maio de 2023

 


A guerra na Ucrânia. Por quê?

Só um desequilibrado mental pode imaginar que a guerra é melhor do que a paz, que a guerra seja algo bom. Só um desequilibrado mental e degenerado emocional. Mas, infelizmente, há situações que a tornam inevitável. Impossível evitá-la. E, tal é o caso da guerra na Ucrânia invadida pelas tropas russas. O conflito foi o corolário do planejamento montado  pelos interesses da Nova Ordem Mundial. Quem conhece razoavelmente geopolítica sabe tratar-se a Rússia de país chave no processo de imposição da Governança Mundial,  idealizado pela plutocracia–marxista. EUA, Brasil, Israel, Japão e Rússia, cada qual com sua justificativa, precisam estar sob controle para que o Sistema se estabeleça, talvez, para sempre. O Sistema manejado  pela desalmada tirania globalista, resultante da equação composta pelo meta capitalismo e comunismo internacional comandado através do Partido Comunista Chinês. Putin se opõe a esta Nova Ordem que reserva à Rússia  um papel  de coadjuvante, mera fornecedora de insumos. A partir daí, ele   é um homem a ser destruído (tal qual vem acontecendo em outras longitudes do mundo). Desta forma, Zelenski - o fantoche das estepes frias- foi colocado na presidência da Ucrânia. Tal fantoche, trouxe consigo a aliança com a OTAN, o que significa posicionar nas fronteiras da Rússia um poder militar investido  de capacidade avassaladora, junto viria também à condição de  ferir a economia russa bloqueando o corredor de exportação de gás e minérios da Rússia à Europa, e somada a esta condição , o poder  Globalista  teria a capacidade de impedir o acesso dos navios russos às águas quentes de mares e oceano. A conclusão é de que o Governo Globalista de Zelenski, colocaria a Rússia numa posição de fragilidade e isolamento, econômico, militar e político. A Rússia , como a conhecemos, deixaria de existir. Ora , Putin, como era de se esperar, não aceitou tamanho desfecho. A guerra foi deflagrada. Não discuto os méritos do governo de Putin, mas, a guerra tornou-se inevitável. Agora, as peças se movimentam no tabuleiro dum jogo de Xadrez, onde Putin pode ser derrubado do comando presidencial russo, ou, a Rússia pode colocar a Ucrânia sob seu tacão, ou, ainda quem sabe,  o conflito levar  a uma negociação que procure preservar interesses nacionalistas russos e a independência ucraniana. Enquanto isso , restará para o povo sofrimento das mortes , da destruição,  da dificuldade ampliada para viver, da agressão ao ambiente natural. Horrores vindos com os ventos da guerra. Guerra, cujo desfecho nuclear paira como ameaça à humanidade. Ameaça que nunca se cumprirá,  pois nos planos do Sistema, o objetivo final é dominar o planeta, não, incinerá-lo. Enquanto isso, os mestres sombrios  tomam champanha.

 José de Vilhena

sexta-feira, 19 de maio de 2023

 

O Sistema e a Matrioskas


Quem não conhece aquele brinquedo da boneca  russa, feita em madeira, na forma de cilindros, composta por bonecas regularmente menores  colocadas umas dentro das outras. Matrioskas é o nome. Pois este brinquedo, ajusta-se como metáfora ao que acontece no mundo hodierno, onde vivemos. Mundo, no qual, é quase impossível enxergar todas as articulações que o fazem mover-se. Há sempre um elemento camuflado a ser encontrado, tal qual, o joguete russo, quando separamos a parte superior da inferior na bonequinha cilíndrica,.para ver surgir à nova personagem desconhecida. Ludicamente divertido descobrir outra boneca, outra e mais outra.  Na existência real, não é lúdico, é dramático, mas, acontece da mesma forma quando se procura entender os acontecimentos na nossa civilização. Há sempre um poder oculto por detrás das aparências óbvias. Invisível à mentes distraídas. Neste cenário, o Brasil é exemplo clássico para que se entenda a afirmação dum sistema oculto dirigindo o país. O atual presidente da república, supostamente eleito pelo sufrágio universal, representa bem a figura da primeira boneca, aquela mais visível, apresentada na prateleira para ser olhada e desejada pela multidão ansiosa. A primeira matrioska que ao abri-la nos revelará as próximas bonecas escondidas dentro dela. Neste caso,quando o fizermos,surgirá a segunda boneca, a plutocracia global controladora das finanças e negócios do mundo. Continuando o joguete, vem a próxima boneca, a terceira, e ela é o comunismo internacional com sua cara chinesa, impondo o controle do individuo. Na seqüência, a quarta boneca será representada pela mídia global, encarregada por propagandear hipnoticamente a mentira. Depois dela, surge a quinta boneca que materializa a estrutura do estado, representada pela organização política, judiciária e agentes civis e militares. E, finalmente, a sexta boneca, o crime organizado, responsável pelo caos social. Eis o presente que nos oferta o demônio, a matrioskas nada inocente, elaborada nas ofcinas da  Nova Ordem Mundial.  

José de Vilhena  

segunda-feira, 17 de abril de 2023

Ocaso duma nação

 

Ocaso duma nação

Nunca o Brasil em toda sua História  desde do achamento pelas naus portuguesas  de  Pedro Álvares , esteve tão ameaçado como nação e país,  quanto nestes tempos atuais. Nem nas invasões Calvinistas Francesas, nem nas invasões Holandesas da Companhia das Índias Ocidentais, tampouco nas guerras do Prata ou nas revoluções internas, e ainda quando da guerra contra o Paraguai.  Nunca. Todos estes enfrentamentos  contra tais formidáveis inimigos são incapazes de serem comparados ao perigo  que ronda, hodiernamente, a Pátria Mãe Gentil. Pois, apesar de haverem sido lutas épicas, o  Brasil ao vencê-las saiu  fortalecido como nação. A guerra que atualmente  nos assola é diferente, e para enfrentá-la  de nada valem as experiências bélicas que tivemos . Agora, é uma guerra traiçoeira, na qual o inimigo encontra-se entre nós, e ele é fantoche dum comando, imperceptível à multidão. Tal comando oculto, dirige as operações em gabinetes à portas fechadas.  Nas sombras desenvolve uma guerra cultural na intenção  de formatar nova sociedade global onde existirá a nova (des) humanidade. Tudo muito científico. Para tanto, a maquina de guerra empregada é insidiosa e eficiente, não utiliza exércitos convencionais, não procura eliminar fisicamente o inimigo e não se ocupa em conquistar territórios. Não. A estratégia é conquistar mentes. E isto é possível, transformando a mídia em órgão de propaganda - oficializando narrativas adequadas- , moldando à educação no sentido de condicionar crianças na mais tenra idade até jovens adultos em bancos universitários- , apropriando-se da estrutura estatal civil e militar, a fim de impor a ordem e obediência à autoridade, estabelecendo o medo como fator normal na convivência social, justificando desta forma a aliança tácita entre Estado e crime organizado no Brasil. A cereja deste bolo indigesto , para funcionar como válvula de escape das ansiedades da multidão há o entretenimento barato( futebol e carnaval) e a religiosidade mundana.  Nestas condições , o caos se avizinha, seguido será pelo ocaso da sociedade brasileira. Quem viver verá, ou não.

 

José de Vilhena

sexta-feira, 7 de abril de 2023

Tributo às vitimas do Mal, Lagrimas pela crianças

 Diante  da tragédia ocorrida em Blumenau não basta abraçar e acarinhar seus próprios filhos, agradecendo a Deus por não estarem ,eles, entre as sofridas vitimas do episódio horroroso. Não basta. É preciso entender, urgentemente, o que passa há anos com a violência, maldade e loucura crescente no Brasil e no mundo. Não é possível manter-se omisso diante do Mal. Na realidade,  trata-se  a psique humana  de uma casa onde coabitam  Luz e  Escuridão , aguardando à abertura da porta que poderá libertá-las para o mundo. E, nesse sentido, honestamente, reconheça-se  que  os  Princípios Cristãos, sem dúvida, apresentaram à humanidade valores sublimes indicando o caminho da Luz, amalgamando a filosofia Helênica e a religiosidade Judaica.  Contudo, não é difícil perceber, este caminho vem sendo sabotado durante toda sua história, mas, a partir do  inicio do século XX é evidente o esforço oculto para destruir completamente tais valores.  A ganância e sede de poder mergulham a civilização humana nas profundezas abissais das sombras. O Brasil é exemplar consequência deste processo. Existe uma onda de sofrimento assolando o país, há décadas. Crescente. Horror. Horror, que de fato, resulta duma sociedade alienada dos valores da educação,  da cultura, da empatia, da justiça, da ética, e permeada por maliciosos objetivos. Sob tais condições, o império da perversidade psicótica será incontrolável e assumirá o comando. Caso o povo brasileiro se mantiver omisso, refugiado no jardim de suas ilusões- futebol, novelas, carnaval, churrasco, drogas, sexismo e consumo de quinquilharias- , então, preparemo-nos, pois a barbárie em Blumenau é apenas um capitulo inicial da tragédia que virá. 

José de Vilhena