sábado, 14 de setembro de 2024

 


Malicia  e hipocrisia queimam  o Brasil.

Ah! Então fica claro, com os acontecimentos de assédio no ministério de direitos humanos do atual governo, de que a hipocrisia é pratica usual. Nada surpreendente, pois se trata duma linha de conduta comunista. Eis porque, diante de tal fato absurdo, nenhum gesto de indignação vinda de organizações feministas ou de direitos humanos aconteceu. E referindo hipocrisia abordo à pauta dos incêndios nas matas brasileiras. No governo anterior -2018 / 2022-, a máquina de propaganda da mídia nacional e internacional, propalava a todas as latitudes e longitudes da terra, que a hiléia Amazônica estava sendo incinerada. Por suposto, sob auspícios dum regime fascista sem consideração ecológica. Pura narrativa insidiosa, aproveitando a condição de ignorância da multidão com o fato de que numa floresta tropical úmida é impossível o fogo se propagar, pela singela razão de tratar-se dum bioma saturado de água na forma liquida e gasosa, e, sob quase diárias precipitações pluviométricas intensas. Não é razoável acreditar em floresta tropical úmida ardendo em chamas. Contudo, a denúncia da nossa mata Amazônica estar sofrendo um processo de desbaratamento é verdadeiro. Processo resultado da abertura de estradas formadoras dos caminhos que dão acesso à derrubada das árvores. Donde se conclui ser atitude de extrema estupidez econômica queimar matas que representam bilhões de dólares em madeira, para substituir por incertas pastagens. Não. A ameaça à floresta vem da moto-serra, não do fogo.  Os incêndios colossais que corrompem a ecologia a nível nacional vêm do fogo no cerrado. O bioma do Pantanal, na época de estiagem, propicia condição para atear fogo à vegetação, transformando a paisagem pampiana numa área apropriada a criação de pastagens e culturas agrícolas. Trata-se dum hediondo crime ecológico que deve cessar imediatamente. Nesses dias atuais prendem fogo  no cerrado e em culturas agrícolas nesta região, e não aparecem  ONGs , nem governos estrangeiros, nem artistas, nem mídia, para relatar a verdade. Sabem que aqueles que denunciavam  pretensos incêndios na Amazônia, provavelmente, estejam envolvidos nos acontecimentos pirotécnicos que destroem os biomas do cerrado  e áreas de floresta subtropical. O poder do mal manipula através da hipocrisia psicótica a população alienada.

José de Vilhena

sábado, 17 de agosto de 2024

 

A palavra e os sentimentos.


Aristóteles, na Grécia Helênica, quem  disse: A palavra cão não morde. Verdade, mas traz consigo o temor de ser mordido.  Assim é o modelo mental humano, e, como não há nada de novo sob o sol, a palavra, através dos séculos, continua infundida do poder da idéia. Ainda que claramente seja Ilusão. Eis a chave para manejar a multidão. Sic transit. gloria mundi.  E é neste diapasão que uma psicótica tirania global se estabelece, utilizando a palavra Democracia. Democracia, cujo significado literal se traduz poder do povo. Mas, nos dias de hoje, não é sinônimo de liberdade e respeito à decisão da maioria. Democracia transformou-se na palavra hipnótica que conduz as gentes conformadas no sentido da tirania planejada por oligarcas psicopatas. Eles, os membros da oligarquia enlouquecida, auto nomeados guardiões infalíveis da mesma. Eles, que à portas fechadas, articulam a cruel ditadura global, cujo processo de instauração se esconde sob o manto convencedor da palavra democracia. Com tal argumento, é possível prender, censurar, fraudar, matar, e tais praticas serem aceitas pela população confortavelmente submissa. Com as instituições dominadas, a Nova Ordem fixa suas bases, tudo debaixo duma narrativa democrática, por suposto. O homem das calçadas, iludido pela maquina de propaganda, cava sua própria sepultura sem perceber, sempre na crença de que é justo obedecer, afinal estamos lutando pela democracia.  Eis como o poder da palavra pode gerar mentiras capazes de criar realidades atrozes. A palavra cão não morde, da mesma forma, a palavra democracia não assegura liberdade. Cuidado com as miragens que a mente humana realiza.

José de Vilhena

sábado, 20 de julho de 2024

 

Donald Trump ainda vive.


Donald Trump ainda vive, o atentado contra sua vida fracassou. Quase por milagre, ainda vive. Salvo dos braços da Morte pela interferência do Espírito Santo. Fica cada vez mais evidente a existência dum sistema sombrio, conduzido pelos mentores duma Ordem Negra, que não vacilará no uso de métodos escabrosos contra qualquer que interfira nos planos traçados para impor a Ordem anti-Cristã à civilização humana. O ato contra Trump é cabal demonstração desta escalada. Ele, Trump, é o comandante da reação contra o movimento revolucionário do anti-Cristo, e, a este líder, as hordas do mal, enfurecidas pela malicia, agirão sem pudor algum. Eliminar, através da morte, torna-se trivial. Método aplicado contra Trump e Bolsonaro. Lideranças surgidas da angustia popular, homens marcados para morrer. A idéia por detrás dos dois atentados é esta, não precisa ser muito arguto para perceber. Então, quando ordenamos e analisamos ambos atentados chegamos à conclusão de que são movimentos duma mesma jogada no tabuleiro do poder. Atos cruéis preparados metodicamente para que pareçam tragédias resultadas de loucuras pessoais. De tal forma a parecerem acontecimentos aleatórios. Mas, há uma verdade oculta quase imperceptível à multidão desatenta. Olhemos com mais apuro estes acontecimentos, e iremos perceber que a ação final- o assassinato- inicia com a costura da criação do personagem “Lobo Solitário”, ele não possui ligações e muito menos se trata de assassino profissional. Não. É um louco ensandecido por idealismo juvenil, um auto reconhecido  antifa, comprometido em evitar o fim da democracia, e, portanto, dentro duma personalidade fragilizada, um herói da humanidade. Este tolo , depois de cometer o crime, será convenientemente eliminado , linchado ou morto pela policia, afinal, morto não fala. Importante, ele  não foi escolhido, ele foi induzido por uma máquina de propaganda. A mídia serviçal se encarregará de dar credibilidade à estória do revoltado social com sonhos de heroísmo.  Se algo der errado, sempre haverá o Estado com seus juízes e leis, policia e indefectíveis políticos oportunistas, para fazer tudo acabar em pizza.  Conspiração? Que conspiração? Tudo calmo, nada de novo no Front.

José de Vilhena

quarta-feira, 3 de julho de 2024

A Planejada burrice brasileira


Todas as tiranias estabelecidas sobre leis, armas ou poder econômico encontrarão algum dia o seu fim. É sempre questão de tempo. Contudo, olhando a sociedade brasileira, aterrorizado, dou-me conta de que aqui, ao longo do tempo, vem sendo sub-repticiamente, construída a mais formidável estrutura de Tirania. A Tirania ,na qual, a multidão é estupidificada. A redução da capacidade cognitiva da população, num processo nebuloso que transmuta o homem no seu primo macaco. Tal processo rouba a inteligência, impossibilitando o raciocínio capaz de desenvolver o necessário autoconhecimento e a devida percepção do ambiente. O Brasil, segundo dados de 2022, revela a alarmante informação de que o QI (Quoeficiente de Inteligência) médio da gente brasílica gira entorno de 80,  numa tendência de queda. Ora, com 70 pts a pessoa é considerada oligofreniaca (mentalmente retardada), donde se conclui que 50% da população encontra-se no patamar do retardamento mental. A consequencia de tal fato redundará na formatação duma civilização sem capacidade para entender o mínimo duma razão cientifica e  existencial. Incapaz de compreender as matemáticas, a físico-quimica , a biologia, e sem condições de organizar o pensamento  a fim de expressá-lo numa linguagem inteligível. Nesta perspectiva, o individuo  será levado à falta de ética, à violência gratuita, à crenças ingênuas, carência material  e espiritual. Viverá com medo e recompensado pela euforia advinda de entretenimentos banais. Nau dos insensatos. O Brasil chegou a tal ponto resultado duma má alimentação, da desestruturação familiar, da falta de idealismo na formação pessoal, da escola sem sentido de ensino, de meios de comunicação transformados em hipnomidia trabalhando para os mentores sombrios. Há no projeto transformar a população brasileira num rebanho obediente que fará tudo que seu mestre mandar. A horrenda idéia duma tirania estabelecida, talvez, para sempre.

José de Vilhena


terça-feira, 4 de junho de 2024

 

As carroças de Porto Alegre e o mundo da Esquerda-direita


Na Cidade de Porto Alegre, quando da minha infância, produtos necessários à sobrevivência diária da população, vinham itinerantes pelas ruas em carroças de verdureiros, leiteiros e padeiros, tracionadas por cavalos. Lateralmente aos olhos dos pobres animais, punham-se sobre-olhos, de forma a bitolar a visão dos mesmos, proporcionando mais fácil condução aos carroceiros mercadores. Cruelmente bem pensado. O tempo passou, o menino já não existe mais, mas o homem calejado percebeu a mesma prática sendo utilizada na multidão humana, numa estratégia condutora das pequenas consciências , limitado-lhes a percepção do real.  A bitola para os humanos não é física feita em couro, para estes, ela é virtual, quase imperceptível, vem através da mídia, estreitando o mundo mental das pessoas. Os desorientados , cada vez mais numerosos, só enxergam o mundo através do prisma político que reduz  tudo à esquerda ou direita.  A sociedade dos simplórios que quanto menos conhecem mais tem certeza de que estão certos. Simples assim. Temas como ecologia, educação, sexualidade, criminalidade, bem estar social... Tudo que se possa definir é de esquerda ou de direita. Bitolados.  Nesta neblina intelectual, a multidão aguarda o que, provavelmente, jamais se realizará. Nem paraíso, nem Messias, nem apocalipse. A massa não percebe estar à humanidade numa guerra condutora à Nova Ordem Mundial, preparada para o reinado sombrio dos mentores mamonitas e guardada, a Ferro e Fogo, por capatazes comunistas. Enquanto a multidão brada, por este ou àquele, o teatro da III guerra mundial se expande, cometendo atrocidades escondidas sob a lengalenga de democracia, e neste diapasão impõe leis, regras e procedimentos. De tal forma a transformar a humanidade num rebanho controlado por tribunais psicóticos e desopilada pela euforia da droga e do jogo.  A lembrança infantil do eqüino sendo mansamente conduzido pelas ruas transforma-se na perspectiva duma humanidade manada conformada num rebanho resignado.

José de Vilhena

quinta-feira, 23 de maio de 2024

 

Sintomas expostos pela enchente nas Forças Armadas. 


 Claro que eu já sabia, mas a participação das forças armadas na tragédia das águas no Rio Grande evidenciou o que exponho a seguir. O pensamento lógico constrói uma civilização, contudo é o poder das armas o quê a sustenta. Assim foi com a Grécia Helênica, assim foi com Roma, e também com as monarquias absolutistas da Europa que ruíram quando seus exércitos não conseguiram sustentá-las diante das tropas de Napoleão Bonaparte. Sempre aconteceu desta maneira... As armas garantem o establishment. Este rápido intróito serve de arrimo à reflexão daquilo que  se passa com as forças militares  brasileiras. O Brasil, neste momento da sua História, encontra-se submetido ao modelo tirânico comunista, que cinicamente se esconde atrás duma fantasia democrática. Dramática condição resultante de muitas décadas de sub-reptício trabalho, desenvolvido numa estratégia Gramschiliana (infiltração de quadros nas instituições do Estado). Desta forma, acabaram por controlar os meios de comunicação, universidades, e a burocracia estatal.  De tal forma que o País nos dias atuais é comandado por um circulo representante do globalismo-comunista. Neste circulo sombrio, no ponto mais alto de comando, tenham certeza, encontram-se personas tais como: José Dirceu, FHC, Temer, George Soros, caciques políticos, e, claro, representantes do partido comunista Chinês. Eis aí, quem dirige estes tristes trópicos destas terras.  Introgetaram o medo e a apatia nos corações e mentes da gente brasílica, podem muito, mas, só estarão em condições asseguradas se os fuzis estiverem a seu lado. Portanto,  submeter as FFAA , é determinante para o projeto de total domínio. Os militares precisam participar do projeto desta ponerocracia como vassalos dos gabinetes psicopatas, de onde emanam as decisões. Aos neófitos no mundo das conspirações, soa estranho que os militares - vilipendiados e desprezados- por décadas, através da propaganda revolucionária comunista, tenham, desde algum tempo, se tornado um rebanho gentil sob o cajado vermelho globalista. E este governo faz de conta que lhes credita respeito. Farsa tremenda, pois por detrás da propaganda exposta na mídia, o governo globalista sucateia o material militar, subdimensiona necessidades para garantir a segurança, desmoraliza a tropa, e ainda pior, impõe às FFAA comandos ineptos e desvirtuados da formação moral militar, comandantes que permitem uma verdadeira reengenharia na Força. Neste contexto, generais sem cultura e sem coragem, encaminham despudoradamente o Exército, Marinha e Aeronáutica, na direção da que as transformará de braço armado do povo à guarda pretoriana da classe dirigente. Tal qual os exemplos históricos do exército Vermelho Soviético, Chinês, Venezuelano, Cubano, Nicaragüense e Norte-Coreano. Aí, então, os inimigos da Pátria serão aqueles que discordarem da cúpula dirigente. Historia magistra vitae est * A História é a mestra da vida.  

José de Vilhena

 


terça-feira, 14 de maio de 2024

 


Enchente medonha. A Natureza não pode ser desprezada.

Está sendo horrível. Quando as persistentes chuvas começaram a castigar o centro e norte do estado do Rio Grande do Sul, a região que compreende a bacia hidrográfica do estuário Guaiba, ela, a chuvarada, se transformou numa tragédia diluviana. para 1/3 do estado. Sobreveio a enchente medonha, trazendo consigo morte e desolação, ceifando centenas de vidas humanas e milhares entre animais, arrasando, com suas águas, bairros e cidades. As águas, origem da vida, anunciam desta vez, a catástrofe. Cheias, na hidrologia desta Bacia, são historicamente normais, mas, esta enchente é inaudita. As águas, usando a geomorfologia desta parte do estado, descem da Serra Geral, através dos rios contribuintes do estuário Guaíba – é dizer: Jacui, Cai, Taquari, Sinos- . Quando tais cursos d’água alcançam a depressão central, formam o dito estuário (também chamado de lago ou rio). A partir daí, as águas fluem, por intermédio da lagoa dos Patos, até desaguar no Oceano. E, esse é o processo critico na hidrologia do sistema. Grande pluviometria aumenta o VOLUME d’água a ser escoado. Ora, a diferença de cotas entre a foz do Guaíba e a foz da lagoa dos Patos, é pequena. Portanto, caminha devagar a água, até ser lançada no Oceano. Temos o volume hídrico imensamente aumentado, e a VAZÃO de escape impossibilitada de crescer na mesma razão, em grande parte, pelo afunilamento da saída ao Atlântico, conseqüência da construção dos molhes na barra de Rio Grande. Significativa obra hidráulica que nestes momentos excepcionais mostra o dano ecológico produzido por ela.  A resultante, quando o volume a ser escoado aumenta e não há condições físicas de dar-lhe vazão, é óbvia: transbordamento da calha. Bem, não podemos comandar o céu com suas chuvas e ventos, que possivelmente fiquem mais severos e desfavoráveis a nossa civilização.  A mão humana só pode intervir a favor da proteção dos melhores interesses da sociedade adaptando-se a hidrologia original do sistema Guaíba- Lagoa dos Patos- Oceano. Neste sentido, ´é fundamental  evitar o desflorestamento  das encostas dos morros, preservar as matas ciliares, manter o solo urbano e rural o mais permeável possível. Com tais procedimentos, haverá a redução da massa d’água a ser escoada. . E quando o gargalo de saída deste volume hídrico na barra de Rio Grande, favorecer a velocidade de saída da água acumulada na lagoa, ter-se-á recuperado a eficiência hidráulica do sistema referido e, estaremos em condições bem mais robustas para enfrentar fenômenos drásticos da Natureza. Natureza que nos ensina e com a qual devemos apreender. Neste contexto, nosso engenho, criterioso, pode agir com obras pontuais. Tomaremos tais providências ou ficaremos no clássico proselitismo dos oportunistas da hora? Não sei, não sei.

José de Vilhena