terça-feira, 10 de março de 2020


Dia internacional da mulher

Os exageros iconográficos nas manifestações do dia internacional das mulheres inquietaram meu espirito e levaram –me à rápida reflexão que relato nestas breves linhas. Que mundo é este, assolado por celebrações e tão vazio de valores? Há algo de hipócrita no ar, intenções sub-reptícias, quase imperceptíveis, escondem-se por debaixo das palavras democracia e direitos. Nunca se falou tanto em um mundo melhor e nunca houve tamanho sofrimento na face da terra.  O mundo se transmuta, num processo capitaneado pelo poder Globalista (Meta-Capitalismo, ONU, Fundações bilionárias) e a doutrina marxista  ( representada pelos jacobinos dos partidos e associações de esquerda). Estes – os Jacobinos- formam a linha de frente encarregada de induzir à tirania global que virá com a Nova Ordem Mundial. Dos globalistas vem a agenda, e dos jacobinos –cuja militância pensa estar lutando contra o capitalismo-, vem as ações concretas de confronto contra a civilização judaico-cristã. Na linha de frente, os partidos de esquerda não mais insuflam à luta de classes. Não. Agora, eles trabalham guiados pela agenda de direitos e crises criadas pelo governo Oculto. A bandeira a ser desfraldada é salvar o mundo e estabelecer a igualdade. Acredite se quiser. Por isso, o ideário esquerdista se apropriou das mulheres, dos negros, dos homossexuais, dos índios, do meio ambiente, e, insistem, com grupelhos compostos por militantes e desajustados sociais, se auto proclamar representantes da Natureza e dos referidos segmentos humanos. Tudo falsidade, maquiavelicamente elaborada para criar problemas onde eles não existem. Com a ajuda da mídia dominada, acabam por gerar o conflito, a neurose e o medo. Tal qual a revolução Francesa, cabeças rolam e crimes são cometidos em nome de dogmas libertários. Injurias justificadas pela construção de uma sociedade melhor que promete felicidade à humanidade. A verdade, contudo, é outra. De tanta mentira resultará uma nova civilização severa e totalitária. Onde homens e mulheres serão conduzidos a uma existência materialista, solitária e sem o sublime. A vida de gado, talvez, para sempre. Não precisamos de heróis para cultuar, precisamos de respeito, honra e o amor advindo dos valores do espirito.

terça-feira, 3 de março de 2020

Reunião, Negócios, Brainstorming
Brasil, razões da baixa produtividade
O Brasil é o país dos fatos momentosos. Aqui, vive-se num ambiente escandaloso e neurótico. Existe sempre algo perturbador a ameaçar o bem-estar do homem das calçadas. Na espreita, a novidade chocante aguarda o instante em que seja conveniente vir à tona.  Síndrome do submarino, só emerge quando necessário. Agora, com a economia brasileira estagnada, fruto de muitos anos de gestão incompetente, descortina-se que a produtividade do trabalhador brasileiro é baixa, e, sugere-se que esta é a importante razão pela qual as coisas da economia não andam bem. Ora, a baixa capacidade de produção no país é fenômeno sabido há décadas. Sim, a produtividade do trabalhador brasileiro é pífia diante de seus pares norte-americanos, alemães, japoneses, hindus ou paquistaneses. E, cá para nós, quem gosta de investir num país com tremenda carga tributária, inseguro e cujos trabalhadores oferecem baixa produtividade?  Tal realidade é conhecida há longo tempo. Matematicamente demonstrada. Insofismável. Mas, e daí?  Temos o fato, procuremos suas causas. Entender e modificar, de verdade, a realidade. O ato de transmutar esta situação passa, fundamentalmente, pela formação do homem brasileiro. No Brasil, 80% da população é analfabeta funcional, incapaz de entender a leitura de um texto. A educação da gente brasiliana   menospreza o ensino das ciências exatas, da História, do seu próprio idioma e as responsabilidades éticas de um cidadão. Como formar profissionais capacitados neste cenário? Quando pessoas são estruturadas sob tais condições, é impossível esperar delas comunicação adequada, entendimento de situações, responsabilidades e compromissos, crescimento pessoal. Resultado paralelo da má formação dos indivíduos, o conjunto social incorporará o vício. Advirá, então, o desinteresse, a corrupção, a perversão, as drogas e as diversões baratas. Portanto, quase parafraseando Pitágoras, eu afirmo: Eduquem, formem com honra os jovens, e cinzelaremos cidadãos e trabalhadores comprometidos com uma sociedade sustentável, produtiva, organizada e livre. Até lá, meus amigos.
 José Maria Rodrigues de Vilhena
Engenheiro e consultor

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020


O Politicamente correto põe em marcha a revolução cultural

Resultado de imagem para foto de um circo

Só tolos podem acreditar que revoluções são feitas de baixo para cima. Só tolos. Antes de tudo, elas precisam de uma sustentação intelectual, filosófica e espiritual. Uma revolução se faz no campo das ideias e conceitos, até que seja incorporada pela multidão. A humanidade vive uma era revolucionária, que perdura há longo tempo e agora se aprofunda num estágio de mudança cultural. Neste ponto do processo, a turba absorve comportamentos para, a seguir, acostumar-se ao comando único e centralizado das razões e emoções. Semelhante a leões de circo que obedecem aos mínimos comandos do domador (ainda que, de vez em quando, algum leão perca a paciência). Metaforicamente, meus prezados, o poder globalista montou um circo e fez do comunismo o domador encarregado de submeter, implacavelmente, à humanidade. A mídia, através de seus veículos, funciona como o chicote que comunica a ação a ser tomada pelos felinos.  Através de dissimulados movimentos, a mídia implanta, firmemente, entre as pessoas das ruas, comportamentos e visões compatíveis com as desejadas pelo globalismo dono do espetáculo. O politicamente correto é um projeto exemplar de controle das massas, resultado do trabalho intelectual a serviço da agenda posta pela Nova Ordem Mundial. As novas posturas são espargidas através da estrutura midiática, aos mais remotos cantos da terra. Fazendo, desta forma, o condicionamento da linguagem e das atitudes e, daí, o controle do pensamento. Muito cientifico. Na prática, trata de criar conflito e propor soluções na área do comportamento sexual, da convivência racial, do uso de drogas, das tradições históricas e das agressões ao meio ambiente.  Os partidos de esquerda (viés comunista) abraçam tais questões, exponenciando problemas onde eles não existem. O meio torna-se entrópico e, resulta que nesta situação, surgem leis -que se sustentam no politicamente correto e acabam por dar mais poder ao Estado e, via de consequência, menos liberdade ao indivíduo. Cada vez mais, a nomenclatura dos governos marxistas recebe as ordens do poder  globalista  e executa as demandas exigidas. O povo, distraído, leva sua vida discutindo eventos esportivos, crimes, doenças a agressão da hora ao meio ambiente. Tal qual leões de picadeiro, vivem presos, trocando a liberdade pela comida. O assunto momentoso é a não utilização do canudinho de plástico e o combate à corona vírus.  Salvemos o mundo! É pra rir ou pra chorar?

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Resultado de imagem para foto do parque de Itapuã viamão
  Privatiza , sim

O governo do estado do Rio Grande do Sul articula entregar à gestão privada os parques ecológicos sob sua administração. Trata-se de importante decisão. A parceria entre estado e iniciativa privada remonta de longa data no Brasil. A primeira vez, aconteceu  em 1503, quando a Coroa Portuguesa assinou um contrato com o poderoso mercador de Veneza Jakob Függer.O  escopo do documento era entregar o comércio de Pau –Brasil ao negociante e, em troca, ele demarcava as terras para Portugal e prospectava riquezas nas terras da Santa Cruz.   As Capitanias Hereditárias, foram a tentativa de parceria entre Portugal e particulares (nobreza portuguesa de segundo escalão) para ocupar e explorar comercialmente as terras de além mar. No período colonial, o particular que abrisse estradas recebia del Rei as terras que as margeassem. O adequado funcionamento de uma economia depende de como ela é administrada, não ao papel frio da lei. É História. Ora, nossa realidade mostra que numa sociedade sem educação, sem respeito e contaminada pela ganância, os parques ecológicos sob responsabilidade do governo, são alvos de múltiplas agressões. O Brasil é o país onde o que é público, é de ninguém. Certos da impunidade, penetram nas áreas de preservação, caçadores, agricultores ilegais, grileiros e suas terras são motivos de reivindicações de grupos étnicos manipulados pela demagogia de partidos políticos. A gestão pública é vítima dos manejos políticos, falta de verbas e emaranhado burocrático, deste caudal resulta, frequentemente, negligencia para com as questões ambientais. Portanto, a parceria público–privada é uma solução acertada, afinal, numa gestão privada a tendência é assegurar o patrimônio para o bom andamento do investimento. A questão central deve ser a operacionalidade e os termos da parceria, estes dois pilares tem de afiançar nos parques a preservação da Natureza intacta e a viabilização do investimento particular. De resto, é afirmar: Itapuã, Itapeva, Turvo, Tainhas e Delta do Jacui, - privatiza, sim. 
José Maria Rodrigues de Vilhena
Engenheiro e ecólogo

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020


Brexit, Trump e Bolsonaro, era impossível acontecer

 O Reino Unido disse adeus `União Europeia. Desmentiu à mídia mundial e seus analistas monocórdios cujas avaliações afirmavam que isto jamais aconteceria. Aliás, os mesmos que desdenhosamente consideravam Donald Trump uma piada sem nenhuma possibilidade de ser eleito presidente dos EUA. Os especialistas colocavam Jair Bolsonaro na mesma dança, segundo eles, perderia para qualquer adversário no segundo turno da disputa presidencial brasileira em 2018. O resultado verdadeiro, todos conhecem. Contudo, ninguém mais toca no assunto quando os especialistas erram. Uau!  Desconhecer o porquê da insistência midiática em desacreditar o futuro não desejado por ela e seus senhores, bem, significa assumir a alienação do mundo contemporâneo. Zumbis sobre a terra. Algo que, metaforicamente, pode ser explicado pelo mito da Caverna escrito por Platão. O Ser humano numa existência reduzida, vendo apenas sombras, e concebendo um mundo muito aquém da realidade. Pois bem, fora do campo de visão da multidão há um poderoso movimento globalista comunista- cuja existência remonta 250 anos-  manejando a instauração de um governo mundial, que pressupõe o fim das nações e o estabelecimento duma severa sociedade comunista para controlar homens e mulheres, seguindo o modelo da China atual. E cada um deve ficar no seu quadrado, por isso o governo Bolsonaro é atacado brutalmente na área da Educação, Cultura, Meio Ambiente, Justiça e Segurança, Direitos humanos e Cidadania. A política Globalista conta como Cavalo de Batalha a promessa de um mundo melhor (que jamais será cumprida). Para que tal agendo se concretize, é fundamental proteger o crime organizado e criar o conflito onde ele não existe ( o problema em cima do não problema) , é possível constatar tal fato nas questões  de gênero, racismo, meio ambiente, religião, família e saúde. As armas usadas nesta guerra são o poder das finanças, os partidos políticos de esquerda e a mídia subserviente. Reparem, na área de infraestrutura e economia do atual governo, não há ataques, trata-se duma lógica fácil de entender, pois um Brasil equilibrado economicamente e com uma infraestrutura adequada será confiável fornecedor de commodities, eis que é este o destino da Pátria gentil na Nova Ordem Mundial. Cada um no seu quadrado.   

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

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Corona Vírus, Minas e a tragédia

Aprendi, nos bancos escolares, que as tragédias nos atingem de acordo quão próximas estão de nós e pela grandiosidade do evento. Assim, a morte de um vizinho é mais impactante, individualmente, do que a morte de 100 pessoas na Inglaterra e o alaga mento do nosso quintal é mais trágico do que a inundação duma cidade na China. Contudo, no mundo contemporâneo parece que tal lógica está sendo modificada. Comunicações instantâneas, instrumentalizadas pela mídia globalizada, ditam a importância de cada fato que acontece no globo terrestre. Reparem, um vírus que matou pouco mais de uma centena de pessoas na China assusta a humanidade como ameaça temível, relatam os veículos de comunicação de massa. Ora, óbvio tratar-se duma ameaça e, suas causas devem ser conhecidas e as políticas de contenção rapidamente implementadas. Mas, vamos lembrar que outro evento trágico acontece no estado de Minas Gerais, onde encostas de morros deslizam e riachos transbordam, drama que já roubou a vida de 80 pessoas e desabrigou milhares. Tragédias ambas situações, porém com destaques midiáticos completamente diferentes. Por quê? Resposta rápida: O Corona vírus é uma ameaça biológica de amplitude planetária, pode ser manejada para instaurar o medo e abrir portas para negócios bilionários. As águas que assolam Minas Gerais, é um acontecimento desastroso de recorrência quase anual com reflexos regionais, está contextualizado na infelicidade brasileira, só. Contudo, há um ponto em comum nestas duas tragédias: a dissonância da humanidade com o meio ambiente.  No compasso em que demografia humana cresce, cada vez mais os recursos naturais, na sua complexidade, são levados ao limite.  No Brasil e na China, há a clara evidência duma consequência da migração populacional empobrecida que massivamente se desloca para centros urbanos. Resulta daí, a ocupação de áreas de risco e da aglutinação descomunal de pessoas em megalópoles. Tal situação, desequilibra ecologicamente a geografia física e humana. Pré-dispõe à tragédias quando de chuvas intensas (cenário mineiro) e rápida propagação de doenças (cenário chinês). O futuro é uma incógnita, mas, a mim parece, que a espada de Desdemora paira sobre a cabeça do Homem.
José Maria rodrigues de Vilhena
Engenheiro e ecólogo

sábado, 18 de janeiro de 2020

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Roberto Alvim, crime e castigo

Para mim, é inadmissível que homens públicos, em posições de destaque, não conheçam profundamente, os fenômenos históricos da Revolução Francesa, da Revolução Bolchevique e da Revolução Nacional Socialista. Inadmissível. Não se trata de gostar ou desgostar, admirar ou odiar, trata-se, isso sim, de formação e cultura. É condição mínima possuir conhecimento para preencher espaços de liderança política. Este pré-requisito, provavelmente, falte ao agora ex-secretário de cultura do MEC. Ele introduziu num pronunciamento, ou foi induzido a fazê-lo, pequeno trecho de um discurso de Joseph Goebbels – ministro da propaganda nazista do 3º Reich. Despertou sobre si a ira dos caçadores de bruxas. Simplório, não foi capaz de argumentar sobre sua atitude. Não pretendo e, nem quero, ser o advogado do diabo; mas que crime horrendo ele cometeu? Com a devida vênia, não defendeu a tirania Nazista e tampouco fez culto à personalidade do ministro da propaganda Nacional Socialista. Senhoras e senhores, Roberto Alvim utilizou impactante trecho de um discurso que, se focarmos só nele (o trecho), parece interessante para milhões de pessoas que por ventura o escutaram. Poderia reproduzir, nestas linhas, frases e pensamentos  brilhantes, proferidas por tiranos cruéis, incluindo aí, imperadores Romanos, chefes de estado socialistas e intelectuais sombrios. A genialidade e o conhecimento não superam a malicia (adágio latino). Ora, o Secretário pagou caro a inépcia quando lançou mão de um plágio (o quê aliás muitos artistas fazem). Dizer que ele ofendeu os Judeus é utilizar-se da dor de um povo –eu diria uma cultura- lançado num holocausto inexplicável. Crueldade vergonhosa. Como vergonhosa é também a atitude da mídia, num papel de caça feiticeiras, manejando a opinião pública. Hipócritas, no fundo, só se preocupam em manter privilégios e desestabilizar o Brasil.